Procon e Ouvidoria vão realizar ação itinerante no município de Esperantina entre os dias 14 e 16 de fevereiro

O Ministério Público do Piauí, por meio do Procon (Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor) e da Ouvidoria, realiza entre os dias 14 e 16 de fevereiro, mais uma edição das ações itinerantes da instituição. Desta vez, os atendimentos serão ofertados à população do município de Esperantina, na região Norte do estado.

Os atendimentos aconteceram das 8h às 15h. O ônibus do Ministério Público ficará estacionado na Praça Leônidas Melo. Por meio do Procon, os cidadãos esperantinenses podem registrar reclamações sobre serviços de fornecimento de água, energia elétrica, telefonia móvel, serviços bancários, entre outros. Será possível, ainda, tratar de negociação de débitos com cartões de crédito, empréstimos, negativação indevida no SPC e Serasa, ou prestar queixa sobre produtos com defeitos.

Para o atendimento é necessário que o cidadão apresente o RG, o CPF, o comprovante de residência e alguma prova para a reclamação.

Já a Ouvidoria receberá reclamações contra quaisquer agentes públicos ou privados diante dos quais o MPPI esteja legitimado para agir. O órgão pode receber, ainda, reclamações, críticas, elogios, pedidos de informação ou sugestões sobre atividades do Ministério Público. Será ofertado também o serviço “Ouvidoria das Mulheres”, que tem o objetivo de prestar atendimento humanizado às mulheres vítimas de qualquer tipo de violência.

MPPÍ

Cigarro eletrônico é porta de entrada para o tabagismo, afirmam pesquisas

Dados do INCA e de 25 pesquisas internacionais evidenciam que o tabagismo é o próximo passo de quem utiliza o cigarro eletrônico

O Instituto Nacional do Câncer- INCA divulgou dados de uma pesquisa realizada no Brasil e internacionalmente pontuando a utilização do cigarro eletrônico, ou vape, como porta de entrada para outros narcóticos. As informações têm alertado cidades como Teresina, onde a prefeitura sancionou um projeto de lei municipal que proibia o uso de fumígenos derivados ou não do tabaco, acrescentando na sanção os vapes e narguilês. De acordo com especialistas, a medida é bem-vinda, mas a intensificação do combate deve seguir também pelo estado.

A enfermeira e coordenadora do curso de Enfermagem do UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau em Teresina, Mauryane Lopes, lembra que, a partir do início dos anos 90, o controle do tabagismo no Brasil tem sido ativo por meio do INCA e do Ministério da Saúde. A enfermeira reforça que, desde então, ações nacionais de combate ao consumo de cigarros, promoção e mobilização pela saúde são trazidas à amplitude das discussões sociais. “Quem utiliza o cigarro eletrônico acha que não faz mal, mas faz sim. Ali tem nicotina, substância que causa diversas doenças, como o câncer. E para reforçar essa informação, neste ano de 2021, a OMS lançou um material listando mais de 100 razões para deixar de fumar, pois cerca de 8 milhões de pessoas morrem anualmente pelo consumo da nicotina. É um dado alarmante que deve ser observado tanto nas capitais como também nas cidades do interior. Isso é um alerta global”, explicou Mauryane.

Os compostos químicos presentes no cigarro eletrônico são bastante similares aos de cigarro convencional. No entanto, os malefícios são menos conhecidos. O farmacêutico e coordenador do curso de Farmácia da Faculdade UNINASSAU, campus Redenção, Roberto Gomes, alerta para a variação de produtos químicos inalados por quem usa o aparelho, uma vez que a marca e modelo do acessório também varia. “Por não ter combustão e nem aquecimento, não há exposição ao monóxido de carbono. Entretanto, há todos os outros componentes que são imensamente prejudiciais ao organismo, como solventes químicos, metais pesados, compostos aromáticos e a nicotina líquida, vilã e promotora de efeitos colaterais relacionados ao sistema cardiovascular. Ou seja, esse acessório é igualmente repulsivo como o cigarro tradicional”, finalizou o farmacêutico.

Especialistas em diversas áreas reforçam a orientação do não uso dos cigarros, sejam eletrônicos ou não. Em outra perspectiva, é importante ressaltar que cerca de 1 milhão do total de óbitos anuais por utilização da nicotina não são fumantes, são apenas parceiros ou conviventes de ambientes com o fumígeno. Por isso, o alerta para a não utilização também é respaldado na Resolução da Anvisa (RDC 46/2009), que proíbe a comercialização, importação e propaganda de todos os tipos de dispositivos eletrônicos para fumar no Brasil.

STRANS orienta condutores no trecho interditado na avenida Homero Castelo Branco

A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito de Teresina (Strans), por conta da execução da obra da galeria da zona Leste, e atendendo a pedido do corpo técnico da Superintendência das Ações Administrativas Descentralizadas (SAAD Leste), informa a interdição preventiva total do trecho, nas duas vias, na avenida Homero Castelo Branco.

A interdição preventiva ocorre no trecho entre a avenida João XXIII até a rua Professor Clemente Fortes, no bairro Jóquei, na zona Leste, com bloqueio para evitar o trânsito de pedestres e condutores.  A previsão é que esse trecho fique interditado pelo prazo de dez dias, a contar desse sábado (5). A obra da galeria está ocorrendo no cruzamento da avenida Homero Castelo Branco com a rua Eustáquio Portela.

A medida se fez necessária para evitar que novos problemas ocorram no local de construção da obra da galeria da zona Leste. A intervenção tem como objetivo a realização de estudo e resolutividade do problema ocorrido na rua Eustáquio Portela, devido à forte chuva na noite da última sexta-feira (4)

“Indicamos que os motoristas que queiram pegar no sentido Leste/Centro que vão pela rua Senador Arêa Leão e peguem a rua aviador Irapuã Rocha, para atravessar a avenida João XXIII e para acessar a avenida João XXIII, no sentido Centro/Altos, e caso queiram vir no sentido bairro São João para a zona Leste, para a parte do bairro São Cristovão, que peguem ou a rua Miguel Arcoverde ou a rua Matias Olímpico e atrevessem acessando pela rua Senador Arêa Leão”, orienta o diretor de Trânsito e Sistema Viário da Strans, Pádua Vasconcelos.

As intervenções no trânsito seguirão pelos próximos dez dias para minimizar eventuais e momentâneos transtornos da obra à população, os agentes de trânsito da Strans estarão no local para orientarem os condutores e garantirem a segurança e fluidez no trânsito na região. O local já está sinalizado e os agentes farão o acompanhamento para que seja garantida a segurança das pessoas que transitam ou residem no local.

As equipes de engenharia estão trabalhando diuturnamente para que a via seja liberada dentro do prazo previsto.

A Strans ressalta à população que, ao se deparar com áreas alagadas não é recomendado o contato ou enfrentamento das águas e em situações como essas, a Defesa Civil pode ser acionada 24h pelo telefone 199 ou pelo telefone fixo (86) 3223-7366, todos os dias da semana. E orienta ainda para que as pessoas evitem deixar veículos estacionados nessas áreas no momento de chuva.

O trecho em obra na avenida Homero Castelo Branco conta com implantação de placa de sinalização de advertência para alertar os condutores sobre a possibilidade de alagamento no período chuvoso. A ação de sinalização é uma da das ações previstas pelo órgão para este período chuvoso de combate a alagamentos.

PMT

Sesapi implanta mudanças na plataforma Vacinômetro

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) anuncia mudanças Importantes na plataforma Vacinômetro, a partir desta sexta-feira (04). O instrumento é usado para manter a população informada a respeito da vacinação contra o coronavírus no Piauí e fica hospedado no site da Secretaria de Estado da Saúde (saúde.pi.gov.br), permitindo o acompanhamento em tempo real do número de doses aplicadas, faixa etária, grupos prioritários e outros detalhes. 

A partir de agora, os percentuais que vão constar na página são da população elegível para a vacina, que é o público de cinco anos e mais, que corresponde a 3.043.938. Esse é o montante de pessoas aptas a serem vacinadas no Piauí. Até ontem, os números do vacinômetro eram contabilizados com base na população geral do estado, que é de  3.281.480 habitantes, conforme dados do IBGE. 

O Consórcio de Imprensa já está utilizando essa nova contabilidade para divulgar os dados de vacinação no país. Com o ajuste dessa informação, o percentual de cobertura vacinal no Piauí oscilou para mais e aparece no ranking nacional em segundo lugar, atrás apenas de São Paulo, com 83,40% da população do estado com as duas doses de vacina. Com a primeira dose, o número chega 92,03%. 

De acordo com o Superintendente de Atenção à Saúde e Municípios, Herlon Guimarães, a mudança tem o objetivo de proporcionar maior transparência e alinhamento dos dados. “Essa alteração vai permitir uma análise mais ampla dos indicadores registrados no Vacinômetro”, afirma.

A plataforma que foi implantada desde o início da campanha de vacinação pela Sesapi possibilita acompanhar o cronograma de entrega dos imunizantes e o número de doses distribuídas e aplicadas até o momento no estado, passa a contar agora com uma nova janela que permitirá acompanhar também os números da vacinação da população elegível (5 anos e mais) vacinada.

SESAPI

Fluminense é letal e supera Flamengo no primeiro clássico do Carioca

© Lucas Mercon/Fluminense F. C./Direitos Reservados

Mesmo com o domínio Flamengo na maior parte do confronto, o Fluminense conseguiu conter o ataque adversário e foi letal quando teve sua chance. O primeiro clássico do Campeonato Carioca terminou com uma vitória Tricolor por 1 a 0, que dá esperanças ao torcedor com o time de Abel Braga e deixa os rubro-negros com uma pulga atrás da orelha no início da temporada.

Gol no fim

O Flamengo foi melhor durante o confuso e movimentado primeiro tempo, mas o Tricolor também criou chances. Logo com um minuto, Arrascaeta e Andreas Pereira tramaram boa jogada e a bola chegou até Gabigol, que chutou forte para a boa defesa de Marcos Felipe. O Fluminense respondeu dois minutos depois com Luiz Henrique. O camisa 11 avançou pela esquerda, driblou três marcadores, mas chutou mal.

Aos 7 minutos veio o lance polêmico da partida. Andreas tentou cruzamento e a bola desviou no braço de Nino, dentro da área. O árbitro Alexandre Vargas Tavares de Jesus assinalou o pênalti. Os jogadores do Fluminense reclamaram muito e Felipe Melo chegou a empurrar Diego. Após 7 minutos, o juiz consultou o VAR (árbitro de vídeo), anulou a penalidade e mostrou cartão amarelo para Diego e Felipe Melo.

O Tricolor quase abriu o placar aos 27 minutos. Fred tentou o domínio e a bola sobrou para Willian. O camisa 9 ajeitou para a perna direita e bateu no cantinho de Hugo, que fez uma grande defesa e salvou o Rubro-Negro. Aos 31 minutos foi a vez de o Fla chegar com perigo. Gabigol recebeu pela direita e tentou tocar para Arrascaeta dentro da pequena área, mas Felipe Melo chegou dando carrinho para salvar o Flu.

No fim da primeira etapa, David Braz e Gustavo Henrique discutiram, trocaram agressões, mas o árbitro deu cartão amarelo para os zagueiros. No lance seguinte, escanteio para o Fluminense, que Luiz Henrique cabeceou na rede pelo lado de fora.

O segundo tempo estava morno até os 27 minutos, quando o Flamengo abriu o placar com Gabigol. Cruzamento pela direita de Rodinei, a bola desviou em Willian Arão, no peito de Léo Pereira e Gabigol apareceu na segunda trave para marcar. Contudo, o VAR entrou em ação e anulou o gol por causa de impedimento do camisa 9 do Rubro-Negro.

O jogo ficou quente de novo e não demorou muito para uma nova confusão. Aos 34 minutos, Vitinho fez falta dura em Calegari. Os jogadores se estranharam e o árbitro expulsou os dois.

Quando o 0 a 0 parecia inevitável, o Tricolor marcou o gol da vitória aos 43 minutos. Falta pela direita cobrada por Yago na segunda trave. Isla subiu e não achou nada, Arias apareceu sozinho e cabeceou. A bola passou entre as mãos do goleiro Hugo e morreu no fundo da rede Rubro-Negra.

O Flamengo ainda teve chance de empate aos 52 minutos. Marinho fez boa jogada pela direita e tocou para a pequena área. Gabigol finalizou e Marcos Felipe fez um milagre, defendendo à queima-roupa. No último lance, o goleiro Tricolor fez o que parecia inacreditável. Cobrança de escanteio pela direita e Lázaro apareceu sozinho para cabecear, mas Marcos Felipe salvou novamente e garantiu a vitória tricolor.

Na próxima rodada, o Fluminense faz mais um clássico, contra o Botafogo, quinta-feira (10), às 20h (horário de Brasilia), no Nilton Santos. Já o Flamengo tenta se recuperar diante do Audax, também na quinta-feira, às 19h, no Raulino de Oliveira.

AGÊNCIA BRASIL

Prevenção à covid-19 na volta às aulas depende da comunidade escolar

© Reuters/Pilar Olivares/Direitos Reservados

A segurança na volta às aulas presenciais em meio à onda de transmissão de covid-19 provocada pela variante Ômicron depende do engajamento de toda a comunidade escolar, incluindo os responsáveis, destacam a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Sociedade Brasileira de Pediatria. Além de estar atentos aos sintomas e aos protocolos, os pais devem se vacinar, vacinar seus filhos e buscar participar da prevenção no dia a dia.

Coordenadora do grupo de trabalho criado na Fiocruz para produzir recomendações sobre a prevenção da covid-19 no ambiente escolar, a pneumologista Patrícia Canto afirma que os pais não podem delegar as responsabilidades apenas para a escola. 

“A gente não pode esperar que o professor assuma todas as funções. As crianças aprendem muito pelo exemplo, com os pais usando máscara, álcool em gel e explicando o que é certo e errado nesse momento da covid. É claro que o professor tem essa função na sala de aula, mas é fundamental que a família faça seu papel nessa orientação”.

Vacinação

A pesquisadora acrescenta que a vacinação é uma das principais ferramentas para tornar o ambiente escolar mais seguro, porque pessoas imunizadas, mesmo quando contaminadas, tendem a ter menores cargas virais e transmitir menos a doença. 

“É importante que a gente faça campanhas para que os pais levem os filhos para que possam ser vacinados e é importante que os pais sejam vacinados, porque essa também é uma forma de proteção das crianças”, afirma. “Quanto mais pessoas imunizadas, menos o vírus vai circular”.

Patrícia defende que as crianças sejam vacinadas assim que houver vacinas disponíveis para elas no calendário de cada município, mas recomenda que os pais não devem condicionar a volta às aulas presenciais à imunização completa ou esperar algum período para que as vacinas já aplicadas façam efeito.  

“A gente tem tido uma grande preocupação com o retorno às aulas presenciais por conta da alta transmissibilidade da variante Ômicron, mas entendemos que as crianças e adolescentes foram muito penalizadas por conta de ficar tanto tempo afastadas das aulas presenciais. Isso traz consequências sérias para o desenvolvimento psicossocial e até nutricional, porque muitas crianças são dependentes da nutrição nas escolas”, disse, citando que a escola também é um espaço de proteção social contra diversas formas de violência. “Nesse momento, nós entendemos que as crianças estão mais vulnerabilizadas pela ausência da aula presencial do que pelo risco de formas graves da doença”. 

Apesar disso, ela ressalta que crianças podem, sim, ter formas severas e até morrer por covid-19, o que justifica a importância da vacinação e das demais medidas de prevenção. Além disso, a pneumologista explica que crianças com condições específicas de saúde como doenças congênitas ou imunossupressão devem ter seus casos analisados pelo médico que acompanha seu caso, devido ao risco aumentado de formas graves da covid-19. 

Pacto da comunidade escolar

O presidente do Departamento Científico de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria, Renato Kfouri, também considera que o retorno seguro às aulas presenciais depende de um pacto que envolva toda a comunidade escolar e considera as vacinas como um dos principais redutores do risco oferecido pela doença.

“Nada é 100% seguro ou 100% arriscado. É preciso entender que o risco é dependente de cinco pilares: estar ou não vacinado, estar ou não de máscara, estar ou não muito próximos uns dos outros, estar em ambiente fechado ou ventilado, e da higiene das mãos e do local. Baseados nesses princípios que vamos conseguir avaliar os riscos das aulas presenciais”, afirma. “As vacinas são uma ferramenta a mais de prevenção, devem ser aplicadas à medida que chegarem, mas não é uma condição [para as aulas presenciais]”.

Para o imunologista, os benefícios da educação presencial são enormes e os riscos não são maiores do que outras situações que já voltaram a fazer parte do cotidiano, como restaurantes, academias e reuniões familiares.

“A escola mais reflete o que está acontecendo na sociedade do que é uma mola propulsora de casos. Os estudos e a experiência com dois anos da pandemia mostram que a escola não incrementa o número de transmissões. Não precisamos da escola para ter mais casos, a doença circula fora da escola também, e o mesmo risco que essa criança corre dentro de sua família e no circulo de amigos, onde vive, onde brinca e onde frequenta, é semelhante ao risco da escola”.

Atenção aos sintomas

Além de ensinar como se proteger da doença e buscar a vacinação, um dos pontos mais importantes para os pais é a atenção aos sintomas gripais em crianças, como obstrução nasal, febre, tosse, dor de cabeça e diarreia. A pneumologista da Fiocruz pede que os responsáveis se comprometam a não levar para a escola crianças sintomáticas ou com casos confirmados em pessoas da mesma residência.

“É comum que os pais achem que com uma febre baixa ou nariz escorrendo pode mandar para a escola, mas, nesse momento, é importante que todos tenham a consciência que qualquer sintoma é igual a não ir para a escola e comunicar a coordenação para que tomem as providências”, afirma Patrícia.

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, onde as aulas presenciais retornam nesta semana, recomenda em seu protocolo que os responsáveis verifiquem a temperatura dos estudantes antes da ida à escola, e, se o resultado for mais de 37,5 graus Celsius, eles deve ficar em casa e a escola deve ser comunicada. Também não devem ir à escola, segundo o protocolo da secretaria, estudantes, responsáveis e servidores que apresentarem ao menos dois sintomas gripais, como obstrução nasal, diarreia, calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza e alterações no paladar e olfato. 

“O risco de transmissão é sempre diminuído se todos estiverem de máscaras e se houver uma ventilação adequada. Então, não recomendamos a suspensão de aulas de uma turma com menos de três casos confirmados”, explica a pneumologista, que afirma que os demais pais devem ser orientados a observar os sintomas. 

Renato Kfouri recomenda ainda que o ideal é a testagem de todos os alunos de uma turma em que haja casos positivos, para que a detecção de positivos assintomáticos possa frear a transmissão. 

“Os pais devem estar atentos e compromissados em não mandar filhos sintomáticos para as salas de aula. E as escolas devem oferecer condições, dentro das suas possibilidades, de maior distanciamento possível e treinamento de todo profissional de educação em relação ao uso de máscara, higiene das mãos, manter janelas abertas, fazer atividades ao ar livre sempre que possível e evitar reuniões e aglomerações”. 

Os pesquisadores concordam que as escolas devem organizar horários diferentes para as refeições de cada turma, de modo que os alunos façam as refeições apenas com aqueles com que já têm contato. Nos demais momentos, é importante que o uso de máscaras eficazes, como as cirúrgicas, seja constante.

O representante da Sociedade Brasileira de Pediatria reconhece que a possibilidade de adotar as medidas de prevenção ideais dependem das condições físicas de cada escola, o que também está ligado à desigualdade no acesso à educação.

“No Brasil, infelizmente, há escolas em que não há menor condição de ter crianças com distanciamento nem em sala ventilada”, diz. “O que acentua mais essa desigualdade é que as crianças que frequentam as escolas com menor condição de distanciamento são justamente as que mais dependem da escola para uma segurança alimentar e doméstica, para o seu desenvolvimento, e são as que têm menos acesso ao ensino remoto de qualidade”.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Unimed Teresina atinge maior pontuação do Piauí no IDSS

O IDSS faz parte do Programa de Qualificação das Operadoras da ANS e tem como objetivo realizar a avaliação e o aprimoramento do desempenho das empresas de planos de saúde

A Unimed Teresina conquistou novamente a maior pontuação do Piauí no programa de Qualificação das Operadoras 2021, ano-base 2020, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A cooperativa atingiu a nota 0,7362, em que 1,0 é a nota máxima a ser obtida, dentro do Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) e ficou com o melhor resultado do estado. A operadora que obteve a segunda melhor nota chegou a 0,6730, e a terceira alcançou 0,6627.

O IDSS é um tipo de nota que permite comparar as empresas do setor de saúde suplementar dentro dos mesmos parâmetros. Conforme a ANS, o IDSS é composto por um conjunto de indicadores que avaliam as operadoras em critérios de qualidade; atenção à saúde – sobre um conjunto de ações de promoção, prevenção e assistência à saúde prestada; garantia de acesso; sustentabilidade no Mercado e gestão de processos e regulação. Para o beneficiário a nota representa um importante parâmetro de qualidade dos serviços prestados.

De acordo com o Presidente do Sistema Unimed Teresina, o médico urologista Emmanuel Fontes (CRM – 1912), esse resultado evidencia um compromisso constante com melhorias na qualidade da assistência à saúde baseadas na profissionalização da gestão da Unimed Teresina. “Esse reconhecimento mostra que estamos no caminho certo, focados na alta performance dos nossos indicadores por meio de uma gestão profissionalizada e de equipes engajadas. A Unimed vai continuar investindo cada vez mais no cuidado de excelência aos seus beneficiários e a todas as pessoas que precisarem dos nossos serviços”, enfatiza o presidente. 

Gessivaldo Isaías pede mais atenção às famílias desabrigadas pelas chuvas em Teresina

O deputado disse que quando há invernos mais rigorosos é comum parte da população da capital ficar desabrigada e sem ter o que comer.

O deputado disse que quando há invernos mais rigorosos é comum parte da população da capital ficar desabrigada e sem ter o que comer.

O deputado estadual Gessivaldo Isaías (Republicanos),  na sessão plenária da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) desta quinta-feira (3), pediu mais atenção da prefeitura municipal de Teresina às famílias desabrigadas após as chuvas na capital, assim como investigação de verba recebida pela gestão anterior, que deveria ter sido destinada para resolver o problema das enchentes em áreas ribeirinhas.


Conforme o parlamentar, quando há invernos mais rigorosos, com muita chuva, é comum parte da população ficar desabrigada e sem ter o que comer. Ele afirmou que “havia um projeto para prestar socorro às pessoas que estavam nas olarias. Elas são vítimas, porque viveram ali a vida inteira, colhendo o barro e fazendo tijolos. E agora há um sério problema com a lagoa“.


O orador afirmou que a gestão municipal anterior recebeu verba do Banco Mundial para que fosse feita uma recuperação da área e para tirar as famílias dali. “Mas o recurso não foi colocado devidamente para que tirassem as pessoas da beira do rio, da beira da lagoa”, explicou.


O parlamentar, então, pediu uma investigação sobre o uso da verba, pois “as pessoas estão lá cobrando a moradia que tinha sido prometida, cobrando porque não saíram daquele local de risco”. Assim como pleiteou que a prefeitura da capital faça um projeto que resolva a situação das enchentes nas áreas ribeirinhas.


Limpeza de praça –


Warton Larceda (PT) cobrou que a prefeitura de Teresina limpe a praça localizada em frente ao Terminal Rodoviário Lucídio Portela, pois ela é a “entrada da nossa capital por via terrestre. Todos os visitantes chegam por lá”. O deputado disse que requereu à prefeitura a ação, mas ainda não teve retorno.

ALEPÍ

Reaproveitamento do Exame de Ordem: edital é publicado e inscrições começam nesta sexta-feira (04/02)

A direção nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, por meio da Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, publicou, na última sexta-feira (28/01), o edital que oportuniza o reaproveitamento do resultado da 1ª fase do XXXIII Exame da Ordem dos Advogados do Brasil.

O documento com informações completas sobre a abertura do prazo e inscrições dos ausentes na 2ª fase do XXXIII Exame de Ordem Unificado está disponível na página do Conselho Federal da OAB e na página de acompanhamento do Exame de Ordem.

Conforme o edital, as inscrições terão início às 14h do dia 04 de fevereiro e se encerrarão às 17h do dia 11 do referido mês de 2022. A taxa, no valor de R$ 130,00, deverá ser paga até às 16h do dia 22 de março deste ano.

De acordo com o comunicado, o examinando que desejar reaproveitar o resultado de aprovação na 1ª fase do XXXIII Exame deverá, no endereço eletrônico http://oab.fgv.br, acessar ao link de inscrição, realizar o preenchimento das informações, imprimir e efetuar o pagamento do boleto bancário correspondente.

ATENÇÃO

Poderão utilizar o reaproveitamento os examinandos aprovados na 1ª fase do XXXIII Exame que tenham sido reprovados, ausentes ou eliminados na 2ª fase do XXXIII Exame de Ordem Unificado e os examinandos oriundos do reaproveitamento da 1ª fase do XXXII (EOU) que optaram pela não realização da prova prático-profissional do XXXIII Exame de ordem Unificado.

OABPÍ

Variante Ômicron circula no Piauí e eleva número de casos de Covid-19

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), através do Laboratório Central de Saúde Pública Dr. Costa Alvarenga (Lacen), confirma que as variantes Ômicron e Delta estão circulando no Piauí, com a possível predominância da Ômicron.  Os exames de sequenciamento genômico para detectar as variantes do Sars-Cov 2 foram feitos no próprio Lacen e validado pelo Ministério da Saúde, através da CGLab.

Os técnicos do Laboratório Central analisaram oito amostras de pacientes das cidades de Teresina e Pedro II. Foram identificadas duas linhagens diferentes do Sars-Cov 2 no estado: a variante Delta B.1.617.2/AY e a variante Ômicron B.1.1.529/BA. Das oito amostras, cinco são de Teresina com a Ômicron e três Delta, sendo duas de Teresina e uma de Pedro II.

Segundo o Superintendente de Atenção à Saúde e Municípios, Herlon Guimarães, foram feitos apenas oito sequenciamentos porque era o treinamento da equipe para a utilização do equipamento novo do Lacen. “A partir de agora, já podemos fazer numa quantidade maior. Mas já é sugestivo falar  que a variante Ômicron é predominante no Estado”, afirma.

O sequenciamento genômico completo é o teste capaz de determinar com precisão a linhagem do vírus. A variante Ômicron é mais transmissível que a variante Delta, mas aparentemente menos grave que outras ondas, sobretudo por conta da grande cobertura vacinal no Piauí, que possui 77,31% da população totalmente imunizada. O estado ocupa o segundo lugar nacional entre os estados que mais vacinaram e o primeiro lugar no Nordeste.

“É importante destacar que os quadros de covid têm sido leves, mas temos milhares de piauienses com a segunda dose atrasada  e outros que não retornaram aos postos de saúde para a dose de reforço”, afirma o secretário de Saúde, Florentino Neto. ” Se as pessoas não buscarem as vacinas  que estão disponíveis nas unidades de saúde, novas variantes vão surgir e casos mais graves vão acontecer”, completa.

Segundo ele, nesse cenário de transmissibilidade da ômicron, a importância da vacinação ganha ainda mais sentido. “A variante ômicron está conseguindo contaminar de forma recorrente até mesmo as pessoas que já estão vacinadas. Mas, mesmo que a vacina não nos deixe livres da infecção, a doença em não vacinados tem um impacto muito mais grave”, frisa Florentino.

SESAPÍ