Segunda-feira, Junho 22, 2026
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Deputados reclamam da falta de informações por parte de órgãos públicos

O deputado estadual Henrique Pires (MDB) solicitou ao deputado Gessivaldo Isaías (Republicanos), que presidiu parte da sessão plenária desta segunda-feira (18), que este leve ao conhecimento da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado (Alepi) a situação da falta de respostas aos requerimentos encaminhados pela Casa às Secretarias de Estado e outras entidades. O parlamentar destacou que as solicitações não se referem aos interesses particulares dos deputados, mas às demandas da Assembleia. “Até hoje existem pedidos de informações do ano de 2019 que nunca foram respondidos. É importante salientar que esses pedidos não são do deputado Henrique Pires, e sim aprovados pelo plenário. É o Poder Legislativo que requer essas informações”, disse.

Durante a sessão, o deputado informou que a Alepi aguarda respostas de entidades como o Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos do Estado do Piauí (Iaspi). “Não recebemos respostas sobre o critério utilizado pelo Iaspi para a contratação da clínica A ou B e também de profissionais. Esse requerimento já foi feito uma, duas, três vezes e a resposta nunca chega a essa Casa”, revelou.

Na ocasião, Gessivaldo Isaías afirmou que outros parlamentares passam por situação semelhante. “Eu também já estive aqui nesta Casa reclamando de requerimentos que não foram respondidos pelas secretarias”, declarou. O deputado Henrique Pires finalizou a solicitação defendendo o direito da população à transparência no que diz respeito às informações públicas. “É um direito que nós e os cidadãos temos que é a transparência. É preciso que a Mesa Diretora notifique esses órgãos para trazer informações a essa casa”.

Substituição –  Durante a sessão plenária, foi lido o ofício Nº 26/2022 que informa a substituição da deputada Teresa Britto (PV) pelo deputado B. Sá (Progressistas) como integrante titular da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Andréia Sousa – Edição: Katya D’Angelles

Rodoviária de Teresina aumenta movimentação em 60% na Semana Santa

O piauiense tem como costume visitar os parentes durante a Semana Santa. Para ir ao interior, por exemplo, a melhor opção é o Terminal Rodoviário de Teresina, que possui estrutura padrão para receber os passageiros com conforto. Somente entre os dias 12 e 15 de abril de 2022, foram 8.493 usuários embarcando, um número 60% maior que o registrado em 2019, no início da pandemia do novo coronavírus.

Este número representa um salto significativo na superação da pandemia da Covid-19. Para se ter ideia, de 2019 para 2020 o incremento foi de 12%. Para dar vazão ao número de passageiros, as companhias disponibilizaram 38 horários extras para suprir a demanda este ano.

O universitário Isael da Silva foi um deles. Ele conta que a Rodoviária de Teresina atende o usuário com praticidade. “É legal ter farmácia e outras lojas, por exemplo. A pessoa pode até cortar o cabelo se quiser. Eu estou vindo depois de muito tempo, então gostei”, revela.

Os turistas buscam pelas cidades litorâneas, mas os destinos mais procurados continuam sendo as cidades de Floriano e Oeiras, por exemplo. “Nossa equipe trabalhou em regime de horário extra, reforçando os serviços voltados à limpeza, fiscalização, segurança e demais áreas, com objetivo de servir melhor nossos usuários e manter a organização do local”, afirma o Gerente do Terminal Rodoviário, Robson Silva.

O Terminal Rodoviário de Teresina é uma parceria público-privada (PPP) administrado pela Sociedade Nacional de Apoio Rodoviário e Turístico (Sinart), que também é responsável pelas Rodoviárias de Picos e Floriano. O acompanhamento do contrato é realizado pela Superintendência de Parcerias e Concessões do Piauí (Suparc-PI).

Fonte: Suparc-PI

Regina Sousa inaugura auditório Santa Dulce dos Pobres na Sasc

A governadora Regina Sousa inaugurou, na manhã desta segunda-feira (18), a construção do Auditório Santa Dulce dos Pobres da Secretaria da Assistência Social e Cidadania (Sasc). O antigo auditório era localizado no último andar do prédio do órgão, que além de pequeno, não tinha acessibilidade às pessoas com problemas de mobilidade. A governadora assinou ainda ordem de serviço para a reforma do prédio Abrigo São José, casa de acolhimento para idosos.

“É um auditório acessível que veio para facilitar a vida dos servidores e do público em geral que precisa dos serviços do órgão. Muito feliz de entregar essa obra tão aguardada por todos. Também dei ordem de serviço para reforma do Abrigo São José, em Parnaíba, voltado para oferecer dignidade aos idosos que moram lá”, disse.

Na obra foram investidos recursos no valor de R$ 444.328,34, oriundos do Bolsa Família, que também custeou equipamento de áudio e vídeo do auditório no valor de R$ 34.238,52. A parte de imobiliário que foi colocada no auditório foi no valor de R$ 89.998,00 oriundo do programa Criança Feliz.

O antigo galpão foi totalmente reformado dando lugar ao auditório. Um espaço mais amplo, com mais conforto, aparelhamento de áudio e vídeo, além de algumas salas de arquivo.

Para o secretário da Assistência Social, José Santana, a estrutura está moderna e atende às necessidades do público que precisa da Sasc. “Toda a infraestrutura está perfeita e pronta para receber e proporcionar um bom desenvolvimento das atividades. Também utilizaremos esse espaço para capacitação profissional dos nossos servidores”, enfatizou o gestor.

Tecnologias aumentam produção de cajá em até cinco vezes

Um projeto tecnológico financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi) aumentou em até cinco vezes a produção de cajá em um dos locais onde o projeto foi implantado. Com um sistema de produção feito por pesquisadores da Embrapa Meio Norte, os experimentos realizados em dois sítios e fazendas piauienses tiveram resultados promissores.

No sítio Tuturubá, na zona rural de Teresina, a 26,7 quilômetros do centro da capital piauiense, a produção saltou de 3,4 toneladas em 2021 para 8,1 toneladas até o dia 21 de março deste ano, com a previsão de chegar a 15 até o final da colheita, em maio.

Com investimento de R$ 400 mil, o projeto adotou pacotes tecnológicos diferentes nos dois sítios. Em Teresina, a excelente performance produtiva é devido à fertiirrigação aplicada no pomar. O trabalho executado pelo pesquisador Valdemício Ferreira de Sousa, da Embrapa Meio Norte, na área obedeceu aos critérios técnicos com dosagens de nitrogênio, fósforo e potássio, via água de irrigação e com frequência de aplicação de 20 dias.

Já no município de Água Branca, o projeto envolveu a produção de clones de cajazeiras de qualidade superior num experimento com telados, para aparar as cajás que caem dos pés. No sítio Sambaíba, onde o projeto das telas foi implantado, está havendo um aproveitando de 100% da produção. “Sem as telas, as perdas na colheita eram de 40%”, revelou o proprietário do sítio, produtor e engenheiro-agrônomo Júlio César Lopes da Costa.

As telas evitam que o fruto caia no chão e sofra danos. Foto: Júlio César Lopes (Embrapa)

O aumento da produtividade trouxe outras perspectivas aos produtores. Antes atuando apenas uma produção caseira, João José Neto, do proprietário do sítio Tuturubá, pensa em transformar a propriedade em uma agroindústria, aproveitando também os cultivos de caju, acerola e manga. Ele ressaltou que o experimento foi um sucesso e que, sem o financiamento da Fapepi, seria inviável ele próprio arcar com a pesquisa. “É importante que as pessoas saibam que existe a fundação que libera recursos em projetos que melhoram a produtividade das empresas”, explica João José.

A modelagem do sistema de produção de cajá está sendo feita por uma equipe de sete pesquisadores da Embrapa, com ações como a seleção de clones, manejo de irrigação na fase reprodutiva da cajazeira, identificação de pragas e doenças, definição da forma de colheita, avaliação da restrição radicular da planta, avaliação da desfolha na indução floral e estabelecimento de doses de nitrogênio, fósforo e potássio para a produção. O projeto é coordenado pelo pesquisador Eugênio Emérito Araújo.

O mercado de polpa de frutas no Piauí acena com empolgação para o projeto. “Foi uma grande ideia, pois cerca de 90% do cajá demandado pelas indústrias de polpa de frutas vem de fora. É um produto de aceitação popular grande, mas que às vezes esbarra no valor”, comenta o agroindustrial Marcio Leonardo Ribeiro Teixeira, gerente da empresa Fruta Polpa, de Teresina.

Com uma produção maior, no entender dele, a melhor oferta de matéria-prima a indústria poderia melhorar a qualidade da polpa. A empresa processa hoje entre 620 a 650 toneladas de polpa por mês. Desse total, 13% são de polpa de cajá. A produção é vendida também para os estados do Maranhão, Ceará, Pará, Tocantins, Goiás e o Distrito Federal. Teixeira conta que a Polpa Fruta compra matéria-prima principalmente do estado da Bahia.

Fonte: Com informações da Embrapa

Inflação medida pelo IGP-10 sobe para 2,48% em abril

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV)registrou inflação de 2,48% em abril deste ano, taxa superior ao 1,18% do mês anterior. Com o resultado, o IGP-10 acumula taxas de inflação de 7,63% no ano e de 15,65% em 12 meses.

De acordo com a FGV, em abril do ano passado o índice registrava inflação de 1,58% no mês e acumulava taxa de 31,74% em 12 meses.

A alta da taxa de março para abril foi puxada pelos três subíndices que compõem o IGP-10. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede o atacado, subiu de 1,44% em março para 2,81% em abril.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC)que mede o varejosubiu de 0,47% para 1,67% no período. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) passou de 0,34% para 1,17%.

Fonte: Agência Brasil

Governo Federal anuncia fim da emergência sanitária por covid-19 no Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou em pronunciamento de rádio e TV, na noite deste domingo (17), o fim da emergência de saúde pública em decorrência da pandemia. Segundo o ministro, o anúncio foi possível por causa da melhora do cenário epidemiológico, da ampla cobertura vacinal e da capacidade de assistência do Sistema Único de Saúde (SUS).

Ainda segundo o ministro, nos próximos dias será editado um ato normativo sobre a decisão. Queiroga afirmou que a medida não significa o fim da covid-19. “Continuaremos convivendo com o vírus. O Ministério da Saúde permanece vigilante e preparado para adotar todas as ações necessárias para garantir a saúde dos brasileiros, em total respeito à Constituição Federal.”

Vacinação

No pronunciamento, o ministro falou que o país realizou a maior campanha de vacinação de sua história, com a distribuição de mais de 476 milhões de doses de vacina. Foi ressaltado que mais de 73% dos brasileiros já completaram o esquema vacinal contra a covid-19 e 71 milhões receberam a dose de reforço. 

O ministro também destacou os investimentos feitos na área nos últimos dois anos. “O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, fortaleceu o SUS, com a expansão da capacidade de vigilância, ampliação na atenção primária e especializada à saúde. Foram mais de R$ 100 bilhões destinados exclusivamente para o combate à pandemia, além dos mais de R$ 492 bilhões para o financiamento regular da saúde desde 2020”, disse Queiroga.

Emergência sanitária 

O Brasil identificou a primeira contaminação pelo novo coronavírus no final de fevereiro de 2020, enquanto a Europa já registrava centenas de casos de covid-19. No dia 3 de fevereiro de 2020 o ministério declarou a covid-19 como uma emergência de saúde pública de importância nacional..

A declaração de transmissão comunitária no país veio em março, mês em que também foi registrada a primeira morte pela doença no país. Segundo último balanço, divulgado pelo Ministério da Saúde neste domingo, o Brasil registrou, desde o início da pandemia, 5.337.459 casos de covid-19 e 661.960 mortes. Há 29.227.051 pessoas que se recuperaram da doença, o que representa 96,6% dos infectados. Há ainda 363.607 casos em acompanhamento.

Fonte: Agência Brasil

Imagem: TV Brasil

Fluminense vence e 4 de Julho empata na primeira rodada da Série D do Brasileiro 2022

FLUMINENSE-PI 4 x 2 JUVENTUDE

Na cidade de São Mateus, no Estado do Maranhão, o Fluminense teve uma estreia vitoriosa, aplicando 4 x 2 no Juventude. Os gols da goleada do tricolor foram marcados por Pio, na cobrança de falta, Mazinho, Valdir e Júnior Prego. 

O próximo jogo do Fluminense será no domingo (24) e o adversário será o Tocantinópolis, do Estado do Tocantins, no Estádio Lindolfo Monteiro.

4 DE JULHO 1 x 1 PACAJUS

Mesmo atuando em Piripiri, o 4 de Julho ficou no empate de 1 x 1 com o Pacajus. O time cearense abriu a contagem  aos 12 minutos do primeiro tempo, através de Daniel na cobrança de pênalti.

O 4 de Julho empatou aos 45 minutos, com gol de Mauro, de pênalti. A equipe do Pacajus atuou todo o segundo tempo com 10 jogadores, mas o colorado não conseguiu chegar à vitória.

O próximo jogo do 4 de Julho será dia 24 (domingo)em São Luís, diante do Moto Club.


Por Dídimo de Castro, do cidadeverde.com

Prefeitura e IFPI lançam nesta segunda (18) projeto Hortas Comunitárias Sustentáveis

O Instituto Federal do Piauí (IFPI) em parceria com a Prefeitura Municipal de Teresina (PMT) lança oficialmente nesta segunda-feira (18/04), às 14 horas, o Projeto Hortas Comunitárias Sustentáveis. Idealizado pela reitoria do IFPI, o projeto visa contribuir com o fortalecimento e valorização da horticultura comunitária na cidade de Teresina enquanto fonte de alimentação saudável e geração renda, que tem destaque no cenário nacional entre as hortas comunitárias urbanas.

O Piloto contempla em sua primeira fase a região sudeste, beneficiando 22 horticultores e horticultoras das Hortas do Dirceu, e em sua segunda fase será executado na região da grande Santa Maria da Codipi. As Hortas beneficiadas receberão intervenções da Prefeitura, por meio da Secretaria de Produção Agropecuária (SEMP), com ações que incluem apoio e assistência técnica, organização e sinalização das hortas e incentivo à comercialização, e da Secretaria de Ações Administrativas Descentralizadas (SAAD) Sudeste, através de serviços de manutenção e intervenções estruturais nesses espaços produtivo e seu entorno, favorecendo a produção e fomentando melhores condições socioambientais nas hortas e comunidades.

O Projeto é uma iniciativa de natureza multidisciplinar e intercampi articulada pela Pró-reitoria de Extensão do IFPI junto ao Campus Teresina Central, o Campus Avançado Dirceu e o Campus Avançado de José de Freitas, o que possibilitará a qualificação profissional dos horticultores e horticultoras nos eixos de recursos naturais e gestão de negócios, além da realização de diagnóstico socioambiental. A formação profissional realizada pelo IFPI terá ênfase nas aulas de campo, que serão acompanhadas pela equipe técnica da Secretaria de Produção Agropecuária e estudantes bolsistas do projeto, o que possibilitará o aprendizado e aplicação de técnicas de produção de alimentos orgânicos, além da gestão e comercialização da produção, favorecendo o desenvolvimento desse arranjo produtivo de forma sustentável na cidade de Teresina, impactando sobre a produção, meio ambiente e renda dos horticultores e suas famílias.

O Projeto Hortas Comunitárias Sustentáveis consolida a parceria institucional entre o IFPI e a Prefeitura de Teresina na promoção da educação, empreendedorismo, geração de renda, alimentação saudável, desenvolvimento comunitário e meio ambiente, agregando valor e incentivando a criação de novas oportunidades para os horticultores e horticultoras da cidade de Teresina e suas comunidades.

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Com informações Semcom

Imagem: Divulgação

UESPI retoma aulas 100% presenciais nesta segunda (18) e exige vacinação e uso de máscaras

Retornam nesta segunda-feira (18), as aulas 100% presenciais nos 12 campi da Universidade Estadual do Piauí (Uespi). As atividades presenciais na UESPI foram suspensas no dia 16 de março de 2020, devido o agravamento da pandemia de Covid-9. Amanhã, também inicia o período acadêmico 2021.2.

O Conselho Diretor da Universidade Estadual do Piauí (CONDIR-UESPI) divulgou um Protocolo Sanitário para Desenvolvimento de Atividades Presenciais Acadêmicas. O documento foi elaborado a partir de recomendações apresentadas por instituições acadêmicas e por órgãos responsáveis pelas políticas de saúde coletiva no Brasil, abrangendo, inclusive, orientações derivadas do recrudescimento do último ciclo de expansão da Covid-19 em nosso país, a partir da predominância da variante ômicron do vírus Sars-CoV-2, em janeiro de 2022.

Entre as recomendações para a volta às aulas, a comunidade acadêmica deve ter completado pelo menos um ciclo vacinal (primeira e segunda dose ou vacina de dose única) e usar máscaras mesmo nas cidades onde o item já foi dispensado. 

Orientações Gerais

No protocolo, estão presentes todos os possíveis questionamentos e recomendações necessárias para que tudo ocorra com segurança.

1. Vacinação

Discentes, docentes, técnicos e colaboradores em geral precisam comprovar no mínimo, ter completado o primeiro ciclo vacinal – vacinação com duas doses ou com dose única. Pessoas que, em função de faixa etária/data de aplicação da 2ª dose, já estejam no prazo para aplicação da 3ª dose, também devem atualizar seu ciclo de imunização com esta dose de reforço. 

A comprovação se dará pela inserção do certificado de vacinação em formulário a ser disponibilizado no sistema acadêmico em aluno online e professor online. A exigência, para o estudante, de vacinação para acompanhamento das atividades presenciais de ensino, pesquisa e extensão, está regulamentada na Resolução CONDIR 001/2022, em especial, no art. 2º. Art. 2º. 

Exigir, como requisito ao desenvolvimento de atividades laborais presenciais nos campi e em outros espaços de atuação institucional da UESPI, a comprovação de vacinação contra a Covid-19 para todos os seus servidores, efetivos e temporários, bem como discentes Também deve ser de conhecimento de todos e todas, na Universidade, os termos do disposto no § 9° do Decreto Estadual nº 20.525, de 01 de fevereiro de 2022, em que o acesso ao atendimento presencial nos órgãos e entidades da Administração Pública, ocorrerá por meio da apresentação do comprovante de vacinação, via sistema aluno online e professor online contra a Covid-19, conforme cronograma do Plano Nacional de Imunização. Aos professores, técnicos e estudantes que, por recomendação médica expressa, não possam ser vacinados, a universidade adotará o sistema remoto de trabalho e/ou oferta para mitigar os impactos dessa condição médica peculiar.


2. Uso de máscaras de proteção facial

A obrigatoriedade da utilização de máscara de proteção facial está condicionada à existência de Decretos Municipais, onde a UESPI possui oferta. Assim, cada local de oferta seguirá as determinações dos decretos em suas respectivas áreas de abrangência. Entretanto, à luz das evidências científicas, a Administração Superior da UESPI sugere que todas as pessoas, ao se encaminharem para a Universidade, devem levar, além da máscara em uso, ao menos mais uma máscara para utilização no caso de permanência prolongada na Universidade ou para o caso de rompimento e/ou danificação da máscara anteriormente em uso.

 Aos que utilizarem transporte público ou coletivo, devem fazer uso da máscara desde o acesso ao veículo. A máscara do modelo PFF2 permite maior segurança de fato efetiva contra uma doença viral, já as máscaras cirúrgicas precisam ser substituídas após um período de em média 4 horas, já as de tecido precisam ser confeccionadas seguindo orientações de estudos que indicam a especificação do tecido e como devem ser produzidas.


3. Distanciamento

Adotar um distanciamento mínimo é medida importante de proteção, seja em sala de aula, nos ambientes de trabalho administrativo ou na biblioteca. Desse modo, sempre que possível, este protocolo recomenda que as salas de aula devem ter uma disposição das carteiras que respeite um mínimo distanciamento. A troca de ar com o ambiente externo é outro fator importante de proteção, permitindo a renovação do ar. Assim, os espaços, mesmo climatizados, devem manter portas e janelas entreabertas, possibilitando a recirculação e ventilação natural do ambiente.


4. Higienização individual

A higienização frequente de mãos, com água e sabão/sabonete ou com álcool em gel, deve ser hábito frequente de todos os membros da comunidade, em especial antes e/ou depois de tocar em superfícies de acesso comum, como maçanetas e corrimãos. Dispensers de álcool em gel estarão instalados nos corredores de todos os andares de todos os prédios da UESPI e/ou nas respectivas salas de aula.

Também estarão disponibilizadas pias/lavabos para limpeza com água e sabão nas dependências nos banheiros dos Campus/Centros. Embora o coronavírus seja transmitido principalmente pelo ar, a higienização frequente de mãos contribui para evitar contaminação a partir do toque em superfícies que contenham secreções e pessoas contaminadas.


5. Ventilação de ambientes

Os ambientes mais seguros para realização de atividades presenciais são aqueles em que há ventilação natural, ou seja, em que o uso de janelas e portas abertas permite a troca constante de ar e aumenta a qualidade do ar interno. 

Ainda que haja limpeza constante dos filtros dos aparelhos de ar condicionado, o confinamento de muitas pessoas em ambientes fechados, em que há pouca ou nenhuma circulação de ar, favorece a infecção por vias respiratórias e, por isso, deve-se priorizar a manutenção de portas e janelas entreabertas, mesmo com os aparelhos de ar condicionados ligados.


6. Monitoramento, comunicação e procedimentos em caso de sintomas de síndrome gripal ou de síndrome respiratória aguda grave.

Lula e Bolsonaro se enfrentarão como ‘padrinhos’ em 14 Estados nas Eleições 2022

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), que lideram as pesquisas de intenção de votos para o Palácio do Planalto, se enfrentam como “padrinhos” em disputas diretas de pré-candidatos ao governo de 14 Estados. Esse número deve aumentar nas próximas semanas com a oficialização de novos apoios. Juntos, esses palanques estaduais representam 72,4% do eleitorado brasileiro. Em oito deles, lulistas ou bolsonaristas disputam uma das três primeiras colocações nas pesquisas.

São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia – primeiro, terceiro e quarto maiores colégios eleitorais do País, respectivamente – já anteciparam o confronto e consolidaram pré-candidaturas dos dois lados. Os eleitores de Tocantins, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Piauí, Sergipe e Espírito Santo devem encontrar um cenário parecido nas urnas, com candidatos do PT e do PL se apresentando na disputa. A dobradinha entre os presidenciáveis e os postulantes aos governos estaduais também é dada como certa no Paraná, em Pernambuco, na Paraíba, no Maranhão e em Minas Gerais.

Estadão ouviu especialistas, que informaram que o desempenho dos presidenciáveis nas pesquisas não se transfere automaticamente para as disputas locais. Porém, o voto para presidente costuma ter impacto nas escolhas regionais do eleitor e pode empurrar disputas dadas como certas para o segundo turno. “É o candidato a governador que precisa do apoio do presidente e não o contrário, ainda que exista o outro lado”, disse a cientista política Graziella Testa, professora da FGV. Em 2018, por exemplo, o apoio de Bolsonaro, no primeiro ou no segundo turno, ajudou a eleger 16 dos 27 governadores.

Para a pesquisadora, a cláusula de barreira e a arrecadação dos recursos que financiam as campanhas, que dependem da quantidade de deputados federais eleitos, têm obrigado as siglas a concentrar esforços para eleger nomes para o Legislativo, sobrando menos energia para a corrida pelo Executivo. “Os partidos não estão mais dispostos a apostar em um cavalo que tenha pouca chance de ganhar porque isso pode resultar em perder a aposta do outro lado (no Legislativo) que tem um impacto muito maior”, disse.

Cientista político e professor da Universidade Federal do ABC, Vitor Marchetti observa que as polêmicas ligadas aos padrinhos políticos tendem a ser utilizadas nas disputas regionais como forma de se promover ou minar o nome do adversário.

“A ligação entre o nome estadual e o federal passa pelas agendas e por identidades maiores”, explica. “Então, um candidato que colar no Lula certamente vai querer falar sobre temas que o ex-presidente vai estar trabalhando, como a economia do período do governo PT, crescimento da classe D, dentre outros. O candidato apoiado por Bolsonaro vai lidar com críticas em relação à questão da pandemia, das vacinas e das denúncias de corrupção no MEC. Não são temas de responsabilidade do governador, mas são assuntos ligados aos padrinhos.”

‘Neutro’

Na semana passada, em entrevista a um canal de TV na Bahia, Bolsonaro disse que nos Estados com mais de um aliado seu na disputa, será “neutro” e vai focar em sua reeleição. Ele cita, como exemplo, o Rio Grande do Sul, onde Luiz Carlos Heinze (PP) e o ex-ministro Onyx Lorenzoni (PL) são pré-candidatos; e Santa Catarina, onde o atual governador, Carlos Moisés (Republicanos) deve enfrentar o senador Jorginho Mello (PL).

Em São Paulo, há a possibilidade de palanque duplo para a chapa liderada por Lula e uma apoiada por Bolsonaro. O ex-ministro Fernando Haddad, do PT, deve disputar com o ex-governador Marcio França, do PSB de Geraldo Alckmin, que deve sair como vice de Lula. Já Bolsonaro deve ter o ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas (Republicanos) como representante.

Um quarto nome tenta despontar nas pesquisas paulistas: o atual governador Rodrigo Garcia (PSDB), que assumiu após renúncia de João Doria (PSDB) para se cacifar como candidato ao Planalto. São Paulo é o maior colégio eleitoral do País, com mais de 32 milhões de eleitores, e é visto como peça-chave para os presidenciáveis.

Para Marchetti, a situação paulista se assemelha ao cenário federal. “Não só a polarização, mas também mostra a dificuldade de construir a centro-esquerda como uma frente ampla de resistência ao Bolsonaro, de ter uma candidatura pró-Bolsonaro com força e de ter uma candidatura de centro que está tentando decolar e que ainda pode ser que consiga crescer nos próximos meses”, disse.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.