A Prefeitura Municipal de Teresina, através da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, prorrogou as inscrições para quem desejar cadastrar veículos para desfilar no Corso de 2023, até esta sexta-feira (3).
Com prêmios de R$ 20 mil reais para os caminhões que serão destaques, as inscrições são gratuitas e podem ser efetuadas das 8h às 13h, na sede da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, localizada na rua Félix Pacheco, 1440, no Centro de Teresina. É obrigatório a apresentação da cópia da CNH do motorista condutor e o RG do responsável pelo caminhão, além da documentação do caminhão devidamente regularizado, sob pena de indeferimento do processo.
Foto: Ascom/FMC
Segundo o presidente da FMC, Ênio Portela, em 2023 o Corso passa por algumas mudanças, inclusive o percurso do desfile, que passará a ser na avenida Raul Lopes, entre as proximidades da avenida Jóquei Clube seguindo até a Ponte Estaiada.
“Vai ser uma festa bonita, estamos tomando todos os cuidados para que este ano o trânsito de caminhões decorados possa fluir. Para atrair mais foliões com seus caminhões, dobramos os prêmios e cada um dos três mais votados, irá levar para casa o prêmio em dinheiro no valor de R$ 20 mil reais”, garantiu Ênio Portela.
A jornalista Glória Maria morreu nesta quinta-feira (2) no Rio de Janeiro. Ela estava internada tratando um câncer, mas a causa da morte ainda não foi informada.
Em nota a TV Globo informou que “em 2019, Glória foi diagnosticada com um câncer de pulmão, tratado com sucesso com imunoterapia. Sofreu metástase no cérebro, tratada em cirurgia, também com êxito inicialmente. Em meados do ano passado, Glória Maria começou uma nova fase do tratamento para combater novas metástases cerebrais que, infelizmente, deixou de fazer efeito nos últimos dias, e Glória morreu esta manhã aos 73 anos, no Hospital Copa Star, na Zona Sul do Rio.”
Nascida em Vila Isabel, zona Norte do Rio, Glória se formou em jornalismo na Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio) e teve seu primeiro estágio no programa do Chacrinha, na TV Globo. Glória foi pioneira inúmeras vezes. Foi a primeira a entrar ao vivo no Jornal Nacional e inaugurou e era da alta definição da televisão brasileira. Mostrou mais de 100 países em suas reportagens e protagonizou momentos históricos.
Foi a repórter que entrou no ar ao vivo, na primeira matéria a cores do Jornal Nacional, em 1977, mostrando o movimento de saída de carros do Rio de Janeiro, em um fim de semana. Naquele dia, foram usados equipamentos portáteis de geração de imagens.
Em 1986, a jornalista integrou a equipe do Fantástico, do qual foi apresentadora de 1998 a 2007. Ficou conhecida pelas matérias especiais e viagens a lugares exóticos, e por entrevistar celebridades como Michael Jackson, Harrison Ford, Nicole Kidman, Leonardo Di Caprio e Madonna.
O seu último programa foi no Globo Repórter de onde estava afastada há mais de três meses por conta do tratamento. O último programa apresentado por ela foi no dia 5 de agosto de 2022. Glória deixa duas filhas, Maria e Laura.
Um homem identificado pelas iniciais G. A. M. da S. foi preso no inicio da tarde desta quarta-feira, 01 de fevereiro, no bairro Junco, em Picos. Ele é acusado de estupro na modalidade tentada e importunação sexual contra cinco mulheres.
Foto: Picos 40 Graus
De acordo com a Polícia Militar, a denúncia que feita por uma das vítimas aconteceu por volta das 11h30. O relato apontava que um homem trajando camisa banca listrada, short jeans e boné bege estaria atacando mulheres nas proximidades do campus da Universidade Federal do Piauí.
Quando a guarnição se dirigiu ao local indicado encontrou um grupo de cinco mulheres que se identificaram como vítimas e relataram que o homem teria exposto o pênis ereto e passando a masturbar-se e, em seguida, correndo atrás delas.
Uma das vítimas relatou ainda que o suspeito teria tocado forçadamente na das partes íntimas dela. Foi apresentado uma fotografia do suspeito tirada por uma delas. Diante as informações foi dado início a diligências para encontrar o indivíduo.
Após a realização de várias diligências, o suspeito foi localizado nas proximidades do SEST/SENAT, quando recebeu voz de prisão e foi conduzido para a Central de Flagrantes para os procedimentos cabíveis.
Estão abertas as inscrições para o Bolsa Atleta 2023, voltado para esportistas com destaque nas modalidades dos programas Olímpico e Paralímpico, em competições realizadas no calendário de 2022. O edital 1/2023 foi publicado pelo Ministério do Esporte nesta terça-feira (31/01), no Diário Oficial da União (DOU). O programa federal contempla atletas a partir dos 14 anos. As inscrições podem ser feitas até o dia 17 de fevereiro e o processo de adesão e de envio de documentação é totalmente online. Para fazer a inscrição, acesse este link.
O investimento federal estimado para o edital é de R$ 82 milhões. Desde 2005, quando o programa selecionou o primeiro grupo de competidores, 81.443 atletas já receberam o benefício. “O Bolsa Atleta é uma das políticas mais importantes do Ministério do Esporte e beneficia milhares de atletas brasileiros que precisam desse apoio para manter os treinamentos, a preparação e para se manter avançando em suas carreiras esportivas”, explicou a ministra do Esporte, Ana Moser. “Com o incentivo, vão continuar representando o Brasil em competições internacionais e praticando o esporte de alto desempenho no Brasil. É uma superpolítica e o Ministério tem muito orgulho de estar lançando, hoje, o edital de 2023”, comemorou.
Atualmente, são 6.419 atletas contemplados pelo programa, entre as categorias Base (292 contemplados), Estudantil (241), Nacional (4.794), Internacional (847) e Olímpica/Paralímpica (245). São 3.578 homens (56%) e 2.841 mulheres (44%). Os repasses mensais variam entre R$ 370 e R$ 3.100, de acordo com a categoria.
Conforme o Edital, após o encerramento das inscrições (no dia 17) os atletas terão até 30 dias, contados a partir da primeira notificação, para a complementação de documentos comprobatórios, caso necessário. A lista preliminar de contemplados deve ser publicada entre os dias 11 e 15 de abril. A partir daí, abre-se um prazo de até 10 dias para recursos.
O processo de indicação dos atletas elegíveis ao Bolsa Atleta é feito pelas entidades nacionais de administração do esporte, como o Comitê Olímpico do Brasil (COB), o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), a Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE), a Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU) e outras confederações.
O Bolsa Atleta ainda conta com a categoria Pódio, destinada a atletas de elite, posicionados entre os 20 melhores do mundo. Na categoria estão previstos repasses entre R$ 5 mil e R$ 15 mil mensais. Um edital específico para a Pódio foi publicado em dezembro de 2022. Combinando os dois editais, o investimento federal anual para o programa Bolsa Atleta supera R$ 120 milhões.
A força do Programa Bolsa Atleta pode ser medida pelo desempenho do Brasil nos últimos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Em Tóquio, em 2021, 80% dos integrantes da delegação olímpica e 95% da paralímpica eram bolsistas. Nas Olimpíadas, o Brasil conquistou 21 medalhas (sete ouros, seis pratas e oito bronzes), em 13 modalidades, terminando nos Jogos na 12ª colocação no quadro de medalhas. Em 19 dos 21 pódios (90,45%), os atletas recebiam a Bolsa Atleta.
Já nas Paralimpíadas, foram 72 medalhas (22 ouros, 20 pratas e 30 bronzes) conquistadas, o que rendeu ao país a 7ª posição no quadro de medalhas. Os bolsistas representaram 68 dos 72 pódios conquistados: 94,4% do total.
O presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva participou na noite desta quarta feira (01) da solenidade de Abertura do Ano Judiciário de 2023 no plenário do Supremo Tribunal Federal (STF).
Em seu discurso, Lula afirmou que o povo “não quer agressões, intimidações, nem o silêncio dos poderes constituídos”. Em vez disso, precisa de “muito trabalho, dedicação e esforços dos Três Poderes no sentido de reconstruir o Brasil”, disse.
Lula reiterou a necessidade de pacificação institucional e de resposta contundente às agressões à democracia. O presidente foi a última autoridade a discursar na cerimônia, que teve forte caráter simbólico em função dos ataques sofridos pelos Três Poderes em 8 de janeiro. No STF, as ações causaram destruição do plenário, que já estava completamente reformado nesta quarta.
Foto: Ricardo Stuckert/ PR
Na fala aos ministros, parlamentares e a diversos representantes do Judiciário e do Ministério Público, Lula lembrou a atuação do STF durante o auge da pandemia da Covid-19, no combate às fake news, na defesa do processo eleitoral, e recordou momentos históricos da Suprema Corte, como as decisões pela constitucionalidade da Lei de Cotas no acesso às universidades, da titulação das terras de comunidades quilombolas, da união estável entre pessoas homoafetivas, da pesquisa com células-tronco e da homologação da Terra Indígena Raposa-Serra do Sol. Ele também destacou a indignação que sentiu ao visitar o STF, na companhia dos governadores das 27 Unidades da Federação, um dia após os ataques de 8 de janeiro.
“É nosso dever registrar o papel decisivo do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral na defesa da sociedade brasileira contra o arbítrio. Daqui desta sala, contra a qual se voltou o mais concentrado ódio dos agressores, partiram decisões corajosas e necessárias para enfrentar e deter o retrocesso, o negacionismo e a violência política”, disse Lula.
“Esta Corte atuou e continua atuando para identificar e responsabilizar por seus crimes aqueles que atentaram, de maneira selvagem, contra a vontade das urnas. A história há de registrar e reconhecer esta página heroica do Judiciário brasileiro”, prosseguiu o presidente.
Ao final, o presidente reforçou o compromisso de manter a harmonia entre os poderes. “Mais do que um plenário reconstruído, o que vejo aqui é o destemor de ministras e ministros na defesa de nossa Carta Magna. Vejo a disposição inabalável de trabalhar dia e noite para assegurar que não haja um milímetro de recuo em nossa democracia. Tenham a certeza de que, assim como em meus dois mandatos anteriores, a relação entre o Executivo Federal, a Suprema Corte e o Poder Judiciário como um todo terá como alicerce o respeito institucional”.
Em sua fala, a ministra Rosa Weber falou sobre a importância da defesa da democracia, ela lembrou também que quando tomou posso como presidente do STF em setembro do ano passado, já falava em rejeição a discursos de ódio e práticas de intolerância.
“Hoje, quatro meses e meio depois da minha posse como chefe do Poder Judiciário brasileiro, nesta sessão solene, revestida de especial simbolismo de abertura do ano judiciário de 2023, neste mesmo plenário totalmente reconstituído após a invasão criminosa do dia 8 de janeiro último por uma turba insana movida pelo ódio e pela irracionalidade, reafirmo minha profissão de fé como juíza e a ela acresço em reforço o que erigi como norte da atual administração desta casa: a proteção da jurisdição constitucional e da integridade do regime democrático, ou mais simplesmente, a defesa diuturna e intransigente da Constituição e do Estado Democrático de Direito”, afirmou Rosa Weber.
A presidente do STF classificou os eventos de 8 de janeiro como um “ataque golpista e ignóbil, dirigido com maior virulência contra esta Suprema Corte” e listou a depredação ocorrida na casa que preside. “Destroçaram mobiliários, tapetes e obras de arte; estilhaçaram vidraças, espelhos e luminárias; quebraram painéis, bancadas e mármore; rasgaram retratos e livros; destruíram equipamentos digitais e de áudio e vídeo – câmeras, computadores e impressoras -, engendrando um cenário de caos”, lembrou a ministra.
Para finalizar Rosa Weber ainda deixou claro que a resposta será firme. “Não destruíram o espírito da democracia. Não foram e jamais serão capazes de subvertê-lo. Os que a conceberam, os que a praticaram, os que a insuflaram e os que as financiaram serão responsabilizados com o rigor da lei. O Supremo Tribunal Federal continuará em permanente vigília na incondicional defesa da supremacia de Constituição e da integridade da ordem democrática”, concluiu a ministra.
Que Arturo Vidal gosta de chamar a atenção e todos os holofotes para si, isso o torcedor já sabe e não é de hoje. Com passagens por Inter de Milão(ITA) e Bayer de Munique(ALE) o jogador se envolveu em uma polêmica antes da viagem do Flamengo para o Mundial de Clubes.
Durante uma live no Twitch o jogador e ídolo no futebol chileno disse que estaria disposto a trocar o Flamengo pelo Colo-Colo do Chile, “Se Colo-Colo quiser disputar a Libertadores, que venham me buscar aqui logo e vamos” disse o jogador que iniciou sua carreira no clube.
Foto: Marcelo Cortes/ Flamengo
Com um dos maiores salários do atual elenco, cerca de R$ 1milhão e com contrato até o final do ano, Arturo vinha sofrendo com lesões no começo da temporada e tinha pouco tempo em campo. Com a chegada de Gerson, xodó da torcida conhecido como “Coringa”, Vidal vê suas participações em campo cada vez mais distantes.
Ainda mais agora depois das declarações de que poderia deixar o Flamengo, o jogador despertou um clima tenso entre os torcedores que foram as redes sociais criticar o jogador pela declaração. Após a entrevista Vidal ainda foi as redes sociais tentar pedir desculpas pelas declarações, algo que não deu muito certo.
Arthur Lira é reeleitona Câmara com votação recorde
O deputado Arthur Lira (PP/AL), foi reeleito nesta quarta-feira na Câmara dos deputados e comandará a casa até 2025.
Arthur Lira disputou a presidência da casa com outros dois candidatos, Chico Alencar do PSOL/RJ e Marcelo Van Hattem do Novo/RS.
Dos 513 deputados eleitos, 509 votaram. Artur eleito com 464 votos tornando-se assim recordista de uma votação na casa. Antes deles os recordes eram dos deputados João Paulo Cunha (PT) em 2003 e Ibsen Pinheiro(PMDB) em 1991, nas duas eleições os dois deputados tiveram 434 votos cada um, mas com uma diferença, ambos eram candidatos únicos, ao contrario de Lira que teve mais dois concorrentes, Chico Alencar(PSOL/RJ) com 21 votos e Marcel Van Hatten(NOVO/RS) 19 votos e apenas 5 deputados votaram em branco.
Em seu discurso de agradecimento, o presidente da Câmara, Arthur Lira, afirmou que no Brasil não há mais espaço para aqueles que atentam contra os Poderes que simbolizam a democracia. “Esta Casa não acolherá, defenderá ou referendará nenhum ato, discurso ou manifestação que atente contra a democracia. Quem assim atuar, terá a repulsa deste Parlamento, a rejeição do povo brasileiro e os rigores da lei. Para aqueles que depredaram, vandalizaram e envergonharam o povo brasileiro haverá o rigor da lei”, afirmou.
“Hoje assistimos eleições nas duas Casas Legislativas federais e a reabertura dos trabalhos do Judiciário. Junto com o Executivo já em funcionamento, o dia de hoje é prova do funcionamento pleno da nossa democracia. Não é a baderna de alguns, atacando-a materialmente, que tirar sua presença da vida, do dia a dia e do espírito dos brasileiros”, prosseguiu.
Para o presidente da Câmara, o Poder Legislativo precisa fazer uma autocrítica. “O processo de criminalização da política, iniciada há quase uma década, abalou a representatividade de diversas instituições e seus representantes. Não dá mais para que as decisões tomadas nesta Casa sejam constantemente judicializadas e aceitas sem sustentação legal. Resta a nós, investidos pelo poder popular, exercer a cada dia a boa política do entendimento, da conciliação e do equilíbrio”, disse.
Segundo ele, “não dá mais para usurpar prerrogativas, interferir em decisões amplamente debatidas, votadas e aprovadas. O Legislativo é o poder moderador da República e assim continuará sendo”.
Lira elogiou as Forças Armadas. “No que pese possíveis omissões e erros pontuais que aconteceram no 8 de janeiro e estão sendo apurados, o conjunto das Forças Armadas reconhece a obediência ao poder civil escolhido democraticamente em eleições livres, seja qual for a linha política. Assim é que tem que ser. E assim será”, afirmou.
O presidente também defendeu as prerrogativas dos parlamentares: “Seguiremos devotos da democracia e, para tanto, serei uma voz firme a favor das prerrogativas e liberdade de expressão de cada parlamentar, porque precisamos exercer nosso mandato de maneira plena.”
O Senador Rodrigo Pacheco, do PSD de Minas Gerais foi reeleito nesta quarta feira(01) presidente do Senado e do Congresso Nacional pelos próximos dois anos.
Rodrigo Pacheco disputava a eleição contra Rogério Marinho, PL/RN. Ao todo senador do PSD recebeu 49 votos contra 32 do seu adversário.
Em 2021 Rodrigo Pacheco foi conduzido ao cargo de presidente do Senado com o apoio do então presidente da republica, Jair Bolsonaro, com 57 votos favoráveis onde o mínimo era de 41 votos.
A candidatura dele contou com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que conduziu o apoio de seis partidos: PSD (15), MDB (10), PT (9), PSB (4), PDT (3) e Rede (1) para a eleição do mineiro.
Após a posse dos 27 senadores algumas legendas se tornaram ainda mais fortes dentro do senado, o que pode ajudar na composição das bancadas que serão anunciadas em breve.
O Senado é composto por 81 parlamentares, onde cada estado e o Distrito Federal possui três representantes na Casa. As bancadas são renovadas a cada 4 anos, seguindo uma forma alternada, em uma eleição são escolhidos 27 senadores, um terço do total da bancada e na eleição seguinte 54 parlamentares, duas vagas por Estado e o Distrito Federal, os outros dois terços da bancada.
Após a composição das bancadas, o PSD será a maior sigla do senado com 15 senadores, o PL segue com 12, MDB 10, PT 9, União 9, PP 9, Podemos 5, PSB 4, Republicanos 4, PDT 3, PSDB 3 e Rede 1.
Pelo Piauí, Wellington Dias se licenciou como Ministro do Desenvolvimento Social para ser empossado senador pelo Piauí. A expectativa é que e se licencie do Senado ainda hoje para voltar ao MDS e assim Jussara Lima, sua suplente irá ocupar seu posto.
Além dele Camilo Santana (PT-CE), da Educação; Flávio Dino (PSB-MA), da Justiça e Segurança Pública e Renan Filho (MDB-AL), dos Transportes se licenciaram para serem empossados e até esta quinta feira (02) devem voltar aos seus cargos como ministros.
Os 27 senadores eleitos em outubro passado tomaram posse nesta quarta-feira (1º) no Plenário. Eles representam um terço da composição da Casa e terão oito anos de mandato. Os quatro primeiros anos se referem à 57ª legislatura do Senado (2023-2027).
A reunião preparatória estava marcada para as 15h, mas começou com cerca de 25 minutos de atraso. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, comandou os trabalhos.
Após a execução do Hino Nacional, o senador mais idoso entre os eleitos, Otto Alencar (PSD-BA), leu o juramento de posse em nome de todos os parlamentares.
Senador Otto Alencar PSD/BA
— Prometo guardar a Constituição Federal e as leis do país, desempenhar fiel e lealmente o mandato de senador que o povo me conferiu e sustentar a União, a integridade e a independência do Brasil — declarou Otto, que foi reeleito em 2022.
Em seguida, cada um dos 27 novos senadores foi chamado a prestar o juramento e a repetir: “Assim o prometo”. Alguns aproveitaram para agradecer aos seus eleitores e às suas famílias.
Foto: Agência Senado
A reunião durou menos de 20 minutos. Além de familiares e convidados dos novos senadores, representantes dos Três Poderes acompanharam a solenidade, entre eles, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha; a ministra do Planejamento, Simone Tebet; e Paulo Pimenta, ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, que se licenciou temporariamente do cargo para tomar posse como deputado federal também nesta quarta-feira.
Ministros
Quatro dos senadores eleitos em outubro — e agora empossados — haviam sido nomeados ministros de Estado em 1º de janeiro. Eles se afastaram temporariamente das funções no Poder Executivo para assumir formalmente os mandatos no Legislativo. São eles: Camilo Santana (PT-CE), da Educação; Flávio Dino (PSB-MA), da Justiça e Segurança Pública; Renan Filho (MDB-AL), dos Transportes; e Wellington Dias (PT-PI), do Desenvolvimento Social, Assistência, Família e Combate à Fome.
De acordo com a Constituição, o parlamentar que assume cargo de ministro não perde o mandato no Congresso Nacional. Os quatro devem retornar aos seus respectivos ministérios e deixar as cadeiras na Casa com seus suplentes.
Composição
O Senado é composto por 81 parlamentares. Cada estado têm três representantes na Casa — assim como o Distrito Federal. As bancadas são renovadas de quatro em quatro anos, de forma alternada: em uma eleição são escolhidos 27 senadores (um terço do total) e, na seguinte, 54 parlamentares (dois terços).