Recentemente, o governo federal delineou uma nova estratégia com o objetivo de fortalecer a segurança pública no Brasil. Este plano inclui um foco especial em uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que visa aumentar o poder da União na gestão de segurança pública. Este artigo irá explorar os detalhes e possíveis impactos dessa iniciativa.
Objetivos da proposta
A principal meta da PEC é permitir que o governo federal assuma um papel mais ativo e abrangente na segurança pública, o que pode incluir desde recursos financeiros até a coordenação de ações entre os estados. Ao centralizar o poder, o governo busca implementar políticas mais eficazes que respondam rapidamente às ameaças à segurança da população.
Possíveis impactos e desafios
Embora a proposta tenha o potencial de proporcionar uma abordagem mais coesa para a segurança pública, ela também enfrenta desafios significativos. A centralização do poder pode gerar resistências por parte dos estados e municípios, que valoriza a autonomia local em questões de segurança. Além disso, há a necessidade de um forte investimento em infraestrutura e treinamento para garantir que essa estratégia funcione eficazmente.
Como a segurança pública é um tema sensível e de grande preocupação nacional, a aprovação e implementação desta PEC poderão ter repercussões significativas. Portanto, é crucial que os cidadãos acompanhem o desenrolar desta proposta e suas implicações para o futuro da segurança pública no Brasil.
No rol de medidas avaliadas pelo governo federal para encaixar as despesas públicas no Orçamento está uma alteração que promete mexer no seguro-desemprego e no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A estratégia inclui usar parte da multa de 40% do FGTS devida ao funcionário demitido sem justa causa como uma forma de “financiar” o seguro-desemprego.
Atualmente, cada trabalhador que é demitido sem uma justa causa tem direito a uma multa proporcional a 40% do valor que foi depositado a título de FGTS ao longo do tempo em que ele esteve na empresa. Vale ressaltar que esse valor não é calculado sobre o saldo líquido no momento da demissão, mas sobre toda a quantia depositada durante o vínculo empregatício.
Além da multa sobre o FGTS, o trabalhador também faz jus ao recebimento do seguro-desemprego, quantia paga pelo governo cujo valor varia entre um salário mínimo, que atualmente está em R$ 1.412, e R$ 2.313,74, que é o limite estabelecido para 2024. A quantidade de parcelas a serem recebidas varia a depender de quanto tempo a trabalhador esteve empregado antes da demissão.
Na mudança que tem sido avaliada pelo governo federal, a ideia seria usar a multa sobre o FGTS para reduzir o valor do seguro-desemprego. Dessa maneira, o valor total dos repasses feitos pelas empresas para quitar os 40% da multa faria com que, por exemplo, o número de parcelas do seguro-desemprego caísse. Assim, quanto mais alta a multa, menor seria o valor do seguro.
O governo teria avaliado essa medida por conta do aumento da dotação orçamentária do seguro-desemprego, que aumentou de R$ 47,7 bilhões no ano passado, para R$ 52,1 bilhões na atualização do Orçamento de 2024, feita em agosto. Para o próximo ano, a expectativa é que ele passe de R$ 56 bilhões.
Além do abatimento do seguro, o governo também estaria estudando reverter a multa para o trabalhador em um imposto para a empresa. Com isso, as empresas ou setores com maiores índices de demissão pagariam uma alíquota maior de imposto.
Em 2024, o Brasil enfrenta um cenário alarmante no que diz respeito à dengue, uma doença infecciosa transmitida por mosquitos que está impactando a saúde pública de maneira severa. Dados recentes indicam que os casos de dengue excederam os de covid-19 em termos de mortalidade. Essa transição inesperada ocorre em um momento em que a população ainda lidava com os efeitos da pandemia, revelando como as doenças infecciosas podem evoluir e gerar novas crises de saúde.
Estatísticas coletadas pelos sistemas de saúde do país apontam para um aumento significativo de notificações de dengue, especialmente nas regiões do Norte e do Nordeste. Com uma combinação de clima favorável e a presença constante de criadouros, os mosquitos Aedes aegypti proliferaram, consequentemente contribuindo para o crescimento das infecções. Dados preliminares de hospitais indicam que, nas últimas semanas, o número de internações por dengue subiu abruptamente, sobrecarregando ainda mais os sistemas de saúde já estressados.
Fatores como as mudanças climáticas também desempenham um papel crucial neste cenário, uma vez que temperaturas mais elevadas e padrões de chuva irregulares criam um ambiente propício para a reprodução dos mosquitos. Além disso, a falta de uma estratégia eficaz de controle e prevenção tem se mostrado um desafio contínuo. A inadequação das medidas estabelecidas em anos anteriores, somada à falta de conscientização da população sobre a importância de eliminar áreas de água parada, tem favorecido o crescimento do número de casos.
A interação destes elementos demonstra a necessidade urgente de atenção e ações coordenadas para controlar a propagação da dengue no Brasil. A análise dos dados comparativos obtidos pelos sistemas de saúde é vital para entender a gravidade da situação que, se não tratada com a devida urgência, pode levar a um aumento ainda mais drástico na taxa de mortalidade.
Impacto da dengue na saúde pública
A dengue representa um significativo desafio à saúde pública no Brasil, especialmente em um cenário em que suas consequências afetam tanto os indivíduos quanto os sistemas de saúde. Em 2024, as estatísticas revelam que a dengue tem causado um número alarmante de hospitalizações e mortes, superando em vários aspectos os efeitos da Covid-19. Os serviços de saúde já sobrecarregados com outros agravos enfrentam uma pressão adicional devido ao aumento de casos de dengue, levando a filas longas e a um aumento no tempo de espera para o atendimento médico.
Os custos associados à dengue são igualmente preocupantes. Em termos de hospitalização, cuidados intensivos e tratamentos prolongados, o sistema de saúde pública enfrenta gastos que podem ser desastrozos. Além de acabar desviando recursos financeiros que poderiam ser alocados para outras áreas críticas, esses custos são um fardo que compromete a eficácia do atendimento em situações emergenciais. O sistema de saúde brasileiro costuma operar no limite, e essa pressão adicional da dengue só agrava a situação.
A resposta do governo tem sido multifacetada, envolvendo a implementação de programas de prevenção e controle que se baseiam na conscientização pública e no combate ao mosquito Aedes aegypti. Iniciativas incluem campanhas educativas e ações de limpeza em áreas afetadas pela dengue. Entretanto, profissionais de saúde relatam desafios constantes, como a falta de insumos e equipamentos adequados, o que impede uma resposta efetiva e rápida frente ao surto. Especialistas em saúde pública enfatizam a importância de um alinhamento entre as políticas de saúde e a mobilização da população para que medidas de controle sejam efetivas e sustentáveis a longo prazo.
Comparação com a Covid-19
A comparação entre o dengue e a Covid-19, ambos vírus contagiosos que afetaram a saúde pública global nos últimos anos, revela diferenças significativas em termos de taxa de mortalidade, grupos etários mais afetados, e a resposta da sociedade. O dengue, transmitido por mosquitos, apresenta uma taxa de mortalidade que, embora considerada baixa em comparação a outras doenças infecciosas, é alarmante em regiões endêmicas, especialmente entre crianças e pessoas com condições pré-existentes. Por outro lado, a Covid-19 demonstrou uma taxa de mortalidade mais elevada, afetando mais gravemente os idosos e aqueles com comorbidades, como hipertensão e diabetes.
Em relação aos grupos etários afetados, o dengue impacta principalmente crianças e jovens adultos, representando um desafio significativo em áreas urbanas densamente povoadas. Já a Covid-19 afetou predominantemente a população mais velha, levando a uma mortalidade considerável entre os que têm 60 anos ou mais. A resposta da sociedade também foi distinta: enquanto a Covid-19 gerou uma mobilização global significativa para ações de saúde pública e vacinação em massa, o combate ao dengue muitas vezes ficou relegado a segundo plano, recebendo atenção irregular e insuficiente.
Além disso, as diferentes abordagens de prevenção e tratamento complicam ainda mais esta comparação. O combate ao dengue envolve estratégias como o controle de vetores e a sensibilização pública sobre ambientes propícios à reprodução do mosquito Aedes aegypti. Por outro lado, a Covid-19 possibilitou o desenvolvimento acelerado de vacinas, refletindo a capacidade da ciência em responder a emergências de saúde pública. Essa dinâmica influenciou a percepção pública e a alocação de recursos, que muitas vezes priorizaram a Covid-19 em detrimento de doenças endêmicas como o dengue. A simultaneidade de surtos dessas doenças pode exacerbar a pressão sobre as políticas de saúde, o que exige um planejamento estratégico que considere as particularidades de cada vírus e suas implicações para a saúde pública futura.
Estratégias de prevenção e tratamento
No enfrentamento da dengue, diversas estratégias têm sido implementadas a fim de conter a propagação da doença e proteger a saúde pública. Campanhas de conscientização estão sendo realizadas para informar a população sobre a importância da eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, vetor da dengue. Essas campanhas buscam educar os cidadãos sobre medidas práticas, como o descarte adequado de lixo, a limpeza de recipientes que acumulam água e a utilização de inseticidas quando necessário. A informação correta é uma ferramenta poderosa na luta contra a dengue.
Além das campanhas educativas, as autoridades de saúde têm implementado medidas de controle de mosquitos, como o uso de larvicidas em áreas endêmicas e ações de nebulização em locais com surtos. Este controle é essencial para reduzir a população do Aedes aegypti e, consequentemente, o número de casos de dengue. Outro enfoque importante é o desenvolvimento de vacinas. Várias vacinas contra a dengue estão em fase de pesquisa e teste, prometendo um avanço significativo na prevenção da doença.
O tratamento de pacientes infectados também é uma prioridade. A gestão adequada dos sintomas, através de hidratação e monitoramento rigoroso, pode salvar vidas em casos de dengue grave. É vital que as pessoas busquem atendimento médico ao apresentarem sintomas, pois o diagnóstico precoce pode fazer a diferença no prognóstico. A orientação médica e a utilização de medicamentos adequados são fundamentais para a recuperação dos pacientes.
Ademais, a mobilização comunitária é necessária para fortalecer essas estratégias. O engajamento de diferentes setores, incluindo escolas, empresas e organizações não governamentais, pode criar um ambiente propício para ações coletivas, resultando em uma comunidade mais informada e proativa na prevenção da dengue. Assim, por meio da conscientização, do controle efetivo dos mosquitos e da união dos esforços comunitários, é possível criar um cenário onde o número de casos de dengue seja reduzido e a saúde pública protegida.
O prefeito de Água Branca, Júnior Ribeiro, anunciou, nesta terça-feira (15), que protocolou, junto à Câmara Municipal, o Projeto de Lei nº 11/2024, que autoriza o pagamento de abono salarial aos profissionais da educação básica do município. O anúncio foi feito em comemoração ao Dia do Professor.
“Quero aqui deixar o meu carinho, a minha gratidão e o meu abraço a todos os profissionais da educação de Água Branca e, na data de hoje, em especial, aos nossos professores que têm nos ajudado a levar a nossa educação a destaque nacional”, enfatiza o prefeito Junior Ribeiro.
A medida, segundo o gestor, é um reconhecimento aos esforços dos profissionais em elevar os índices educacionais do município. “Isso sim é valorização, isso sim é mais respeito com os nossos profissionais”, destaca o prefeito.
De acordo com o projeto, o abono devido a cada servidor deverá ser proporcional aos meses de enquadramento como profissionais da educação durante o ano de referência, assim como o proporcional à jornada de trabalho (20 ou 40 horas).
Caso aprovado, o abono será pago aos docentes, profissionais no exercício de funções de suporte pedagógico direto à docência, de direção ou administração escolar, planejamento, inspeção, supervisão, orientação educacional, coordenação e assessoramento pedagógico, e profissionais de funções de apoio técnico, administrativo ou operacional, em exercício na rede municipal de ensino, estendendo-se aos servidores efetivos, comissionados e terceirizados.
A Secretaria da Administração (Sead), por meio da Superintendência de Parcerias e Concessões (Suparc), vai realizar uma audiência pública para a concessão dos serviços de modernização, gestão e manutenção do Estádio Governador Alberto Tavares Silva, o Albertão. Será online, nesta sexta-feira (18), às 9h, no canal do Governo do Estado no youtube, no link https://www.youtube.com/live/COdzJbVVTzo.
De acordo com a superintendente da Suparc, Monique Menezes, o objetivo da audiência é apresentar o projeto de concessão, tirar possíveis dúvidas e colher sugestões dos participantes. “A audiência é um momento que apresentamos o projeto, podemos explicar melhor todas as etapas para a licitação e também é uma forma de atrair investidores”, pontuou.
Também será realizado um Road Show, na quinta-feira (17), às 18h, no auditório Cajueiro do Centro de Convenções de Teresina. “O Road Show é um momento em que nos reunimos com empresários para promover e apresentar o projeto e atrair potenciais interessados em participar da licitação”, explicou Monique Menezes.
O projeto de parceria público-privada (PPP) para a adequação, gestão e manutenção do Albertão está disponível para consulta pública até o dia 28 de outubro no site https://suparc.sead.pi.gov.br/albertao-consulta-publica/. Neste período, as sugestões e contribuições ao projeto deverão ser formalizadas por meio de formulário disponível no link, devidamente identificadas e fundamentadas. O intuito é colher sugestões e contribuições para o aprimoramento do projeto.
Foi realizado estudo técnico que apontou a viabilidade técnica, econômico-financeira e jurídica para a necessidade de uma parceria com o setor privado para adequação, gestão e manutenção do Albertão, visando transformá-lo em uma arena multiuso, capaz de abrigar tanto eventos esportivos quanto culturais, feiras e convenções, ampliando suas fontes de receita. O prazo da concessão é de 35 anos, com valor de contrato de R$ 91.600.000.
“A consulta pública está aberta, é a fase quando expomos os estudos e o projeto para a população opinar e fazer contribuições. Esse é um projeto de referência e prevê uma área de convivência, estacionamento, algumas quadras de esporte e a possibilidade de uma piscina olímpica. São melhorias necessárias e que vão valorizar esse patrimônio do estado que é o Albertão”, concluiu Samuel Nascimento, secretário da Sead.
O residencial será construído na Avenida Henry Wall de Carvalho e se enquadra no Minha Casa, Minha Vida Conhecida pela construção de moradias econômicas e de qualidade, a MRV lança o segundo residencial localizado na zona sul da cidade e chega à marca do ao seu 11º empreendimento em Teresina: o Parque dos Diamantes. A construtora investirá cerca de R$ 100 mil em obras de urbanização para proporcionar mais infraestrutura aos futuros moradores e à vizinhança do entorno. Com localização privilegiada na Avenida Henry Wall de Carvalho, o residencial de 384 apartamentos e soma um Valor Geral de Vendas (VGV) acima dos R$ 88 milhões e será o primeiro de torres com elevador do Parque Piauí. O bairro é um dos mais populares da capital, com mais de 55 anos de histórias, símbolo de crescimento com uma robusta rede de comércio e serviços. Somente com a construção do Parque dos Diamantes, a empresa prevê a geração de 500 vagas de empregos diretos e indiretos. Uma das práticas adotadas pela MRV é a contratação de mão de obra local, visando o desenvolvimento econômico e a geração de renda das famílias. De acordo com o gestor de vendas regional da MRV no Piauí, Lucas Garcia, ao escolher os terrenos para construir a MRV sempre prioriza por uma boa localização, visto que a mobilidade é crucial na vida das pessoas e fator decisivo na hora da compra. “Nosso novo lançamento é para o cliente que sempre sonhou em morar perto de tudo, com uma completa infraestrutura comercial e fácil acesso a outras áreas da capital. Teresina é uma cidade que tem uma demanda por imóvel muito alta e pouca oferta, então a MRV enxerga a oportunidade de ofertar os produtos dela com baixo custo, para que mais pessoas tenham acesso à moradia”, destacou. Em apenas 36 horas após o lançamento foram gerados mais de 50 contratos de compra e venda do Parque dos Diamantes. Nas áreas externas do residencial, os moradores vão contar com piscinas adulto e infantil, bicicletário, gazebo, redário para momentos de descanso, churrasqueira, playground, área de recreação infantil, entre outros elementos, como dispositivos economizadores de consumo de energia elétrica e de água. “Na hora da escolha do imóvel as famílias têm priorizado bastante a localização, segurança e estrutura completa de lazer. Algumas buscam saber ainda se tem suíte ou varanda. E em nosso portfólio de produtos em Teresina buscamos atender as mais diversas peculiaridades dos clientes de acordo com as suas necessidades”, reforça Lucas. 10 milhões só em urbanização Desde o primeiro lançamento em Teresina, no ano de 2017, a companhia segue investindo em obras de infraestrutura e bem-estar coletivo. Além de contribuir para a realização do sonho dos piauienses em conquistar a casa própria, o objetivo da MRV é impactar positivamente a qualidade de vida da população vizinha aos seus residenciais. As melhorias são executadas simultaneamente à construção dos empreendimentos, para garantir acessibilidade, mobilidade, segurança, entre outras questões prioritárias ao desenvolvimento das comunidades. Em Teresina, algumas dessas obras consistiram na abertura, pavimentação e sinalização de vias, obras de esgoto e drenagem, pinturas, calçamento e paisagismo, dentre outras benfeitorias. Conforme destaca o diretor comercial da MRV no Nordeste, Alessandro Almeida, ao longo destes 10 anos de operação, a construtora olhou para a cidade de uma forma diferente, buscando cada vez mais adquirir novos empreendimentos, tendo ainda o compromisso em aumentar o nível de urbanização na cidade e se conectar com os valores sociais. “E ao longo desses anos investimos mais de 10 milhões em urbanização. Estamos com VGVs gigantescos em nossa prateleira e isso promove um círculo virtuoso: a gente realiza o sonho do cliente, realiza o sonho do corretor, realiza o sonho de todo mundo junto. Então, através dessa conexão é que a gente vai estar crescendo sempre. Estamos fazendo o último lançamento do ano que marca o 11º empreendimento lançado aqui na cidade. E temos uma perspectiva de pelo menos mais seis lançamentos por vi agora em espaço de tempo muito curto”, ressaltou o diretor.
Na manhã desta quarta-feira (16), os profissionais das equipes da Carretinha da Saúde participaram de uma oficina de qualificação técnica, promovida pela Superintendência de Atenção Primária à Saúde e Municípios da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi). O objetivo da capacitação foi preparar os colaboradores para identificar possíveis casos de violência sexual contra crianças e orientá-los sobre a condução adequada desses casos. Além disso, a oficina também focou na organização da estratégia de atendimento do serviço para o terceiro quadrimestre de 2024.
Durante as atividades, os profissionais participaram de dinâmicas que promoveram o trabalho em equipe, além de painéis de discussão sobre os direitos das crianças e as abordagens em casos de violência. Foram apresentados o fluxo de atendimento para pessoas em situações de violência sexual e o procedimento a ser seguido na Carretinha em casos de suspeita ou confirmação de violência contra crianças.
“Queremos que nossos profissionais estejam aptos a identificar esses casos e dar o seguimento adequado aos atendimentos. É todo um trabalho de organização do serviço que vem sendo realizado para qualificar ainda mais o atendimento e oferecer uma assistência de maior qualidade para a saúde e segurança das nossas crianças de 0 a 6 anos no estado”, afirma Leila Santos, superintendente de atenção aos municípios.
A Carretinha da Saúde faz parte do Pacto Pelas Crianças do Piauí, sendo executada pela Sesapi com o objetivo de implementar ações e políticas públicas voltadas para a primeira infância. Desde seu início, o serviço já realizou 26.902 atendimentos em três especialidades médicas, atualizou mais de 3.600 cadernetas de vacinação e prescreveu mais de 1.090 óculos para crianças atendidas em todo o estado.
O Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) de 2024 para Pessoas Privadas de Liberdade (PPL) ou sob medida socioeducativa que inclua privação de liberdade é aplicado, em dois turnos, a jovens e adultos interessados em obter a certificação de conclusão do ensino médio, nesta quarta-feira (16). Para o ensino fundamental, as provas ocorreram ontem (15).
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação (MEC), está coordenando a realização das provas, que ocorrem dentro de unidades prisionais e socioeducativas indicadas pelos respectivos órgãos de administração prisional e socioeducativa de cada estado, mais o Distrito Federal, conforme termo de acordo de adesão firmado com o Inep.
O Encceja avalia os aprendizados, competências, habilidades e saberes de jovens e adultos que não concluíram o ensino na idade adequada: no mínimo 15 anos completos, para o ensino fundamental. E para o ensino médio, no mínimo, 18 anos completos até a data de realização do exame. A participação no exame de jovens e adultos nesta situação é voluntária e gratuita.
Provas
O Encceja PPL 2024 é constituído de quatro provas objetivas, por nível de ensino, cada uma contendo 30 questões de múltipla escolha e uma proposta de redação. Pela manhã, os candidatos terão quatro horas para responder às questões. No turno da tarde, o tempo para a realização das provas é de cinco horas.,
Nesta quarta, os candidatos à certificação do ensino médio responderão questões de ciências da natureza e suas tecnologias (química, física e biologia); matemática; língua portuguesa, língua estrangeira moderna, artes e educação física; ciências humanas (história, geografia, filosofia e sociologia).
De acordo com o edital do Encceja PPL 2024, os gabaritos das provas objetivas serão divulgados no portal do Inep, a partir de 28 de outubro. Os resultados serão conhecidos em 23 de dezembro, mediante inserção do número do CPF e da senha, na página do Inep na internet.
Encceja
Desde 2002, o Encceja é uma oportunidade para obter a certificação dos ensinos fundamental e médio. O exame também representa uma possibilidade de retomada da trajetória escolar por jovens e adultos interessados.
As secretarias de Educação e os institutos federais usam os resultados obtidos pelos participantes como parâmetro para certificá-los em nível de conclusão do ensino fundamental e médio.
O exame aplicado pelo Inep também estabelece uma referência nacional para avaliação de jovens e adultos e ainda serve como referência para implementação de políticas de melhoria da qualidade da educação para este público.
Para mais informações, o MEC disponibiliza o telefone 0800-616161.
O projeto Parlamento do Futuro, que concorre ao prêmio Assembleia Cidadã contou com jovens de todas as regiões do Piauí. De Norte a Sul, de Cajueiro da Praia a Cristalândia, da Planície Litorânea à Chapada das Mangabeiras. Todo o Piauí foi representado na primeira edição do Parlamento do Futuro, projeto da Assembleia Legislativa (Alepi) que promove a formação política de estudantes do Ensino Médio.
Entre setembro de 2023 e fevereiro deste ano, 60 mil jovens participaram de um processo que simulou todas as etapas do processo legislativo. Para conseguir dar toda essa abrangência ao Parlamento do Futuro, a Escola do Legislativo Professor Wilson Brandão atuou em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI) e a Secretaria de Estado da Educação (Seduc). Isso permitiu que a iniciativa chegasse aos 12 territórios de desenvolvimento por meio das 21 gerências regionais de educação (GRE’s).
ParceriacomaSecretariadeEducação
Os aprendizados contribuíram para ampliar a importância que a estudante dá à política. “Foi uma oportunidade incrível que colaborou para meu crescimento pessoal e estudantil, como, por exemplo, contribuiu para que eu me tornasse vice-presidente do grêmio estudantil em minha escola. Além disso, reforçou meu sentimento de pertencimento e engajamento com todo o processo político e me ensinou a lidar com questões complexas e articulações políticas”, compartilhou Izamara Isabela.
Da cidade de Piripiri, Pedro Victor, lembrou qual foi a sua sensação por representar a região dos Cocais: “Acho que o que mais me marcou foi essa responsabilidade de representar uma região em si, representando as necessidades da sua região frente ao estado inteiro. Quando eu estava na Alepi, eu senti que eu tinha essa responsabilidade de levar essas demandas da minha região para serem discutidas a nível de Estado. Isso, para mim, foi o mais interessante da experiência do Parlamento do Futuro”.
Criada com o objetivo de tornar mais acessível a aquisição de uma moradia, a companhia celebra sua trajetória com mais de 500 mil chaves entregues e propondo projetos e debates importantes relacionados à ocupação das cidades e ações para minimizar impactos negativos ao meio ambiente.
A experiência do morar está sendo moldada pela urbanização acelerada e pela crescente necessidade de comunidades mais inteligentes e sustentáveis. Segundo a ONU, até 2050, mais de 68% da população mundial viverá em áreas urbanas – o que evidencia o valor de tecnologias e abordagens que otimizem recursos, melhorem a qualidade de vida e minimizem os impactos danosos ao meio ambiente. Nesse cenário, a MRV, que completa 45 anos em outubro, celebra sua trajetória com foco no futuro, apresentando projetos que proporcionam uma experiência de morar mais inteligente, integrando conectividade, mobilidade e sustentabilidade.
Um exemplo disso é o projeto Cidade Sete Sóis, em implantação desde o segundo semestre de 2023. As SmartCidades da MRV incorporam conceitos e atributos das smart cities à realidade de grandes cidades brasileiras, como São Paulo e Campinas (SP), Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ) e Betim (MG). Planejados e inteligentes, esses empreendimentos buscam redefinir os padrões de moradia no segmento de imóveis acessíveis. Segundo relatório do McKinsey Global Institute (MGI), a melhoria da infraestrutura urbana advinda da implantação de smart cities e da adoção de seus princípios pode gerar um retorno de até R$ 1,3 trilhões para o Brasil até 2030. Rafael Menin, CEO da MRV, compartilha dessa perspectiva: “Queremos que a Cidade Sete Sóis seja um marco não só para a nossa história, mas para o desenvolvimento urbano e econômico do país”.
De acordo com estudo do Fórum Econômico Mundial (FEM), projetos como esse também são mais eficientes em termos de recursos e têm uma melhor capacidade de resposta a desastres naturais. Essa preocupação ganhou ainda mais projeção no Brasil com a tragédia ambiental que acometeu o Estado do Rio Grande do Sul em abril deste ano. “Acreditamos que o futuro da habitação no Brasil passa por soluções inovadoras, acessíveis e sustentáveis, que melhorem não só a experiência de morar das pessoas, mas também o meio ambiente em que vivemos. É essa visão que continuará nos guiando pelos próximos anos”, finaliza Menin.
A MRV também olha para o futuro com o aprimoramento constante de práticas de ESG em seu negócio. A companhia tem diversas ações e iniciativas visando não só melhorar seus processos construtivos, minimizando os impactos ambientais negativos, mas também a infraestrutura dos empreendimentos, considerando sua integração com o entorno e contribuindo para transformação da comunidade vizinha a seus condomínios. “Sabemos do papel importante que temos como agentes da mudança. São 45 anos de mercado e nossa atuação efetiva nos coloca como referência na construção civil. Ao levantarmos temáticas importantes, como a avaliação de como ocupamos as cidades, a questão climática, a importância da educação, a equidade de gênero, impulsionamos um movimento importante de reflexão e ação no setor”, reforça o CEO.
Completando 10 anos de operação na cidade de Teresina, a construtora já investiu mais de R$ 10 milhões em urbanização, totalizando 11 empreendimentos na cidade, sendo cerca de 4 mil unidades habitacionais lançadas e quase 2 mil chaves entregues.
Além de contribuir para a realização do sonho dos piauienses em ter a casa própria, o objetivo da companhia é impactar positivamente a qualidade de vida da população vizinha aos seus residenciais. As melhorias são executadas simultaneamente à construção dos empreendimentos, para garantir acessibilidade, mobilidade, segurança, entre outras questões prioritárias ao desenvolvimento das comunidades. Em Teresina, algumas dessas obras consistiram na abertura, pavimentação e sinalização de vias, obras de esgoto e drenagem, calçamento e paisagismo, dentre outras benfeitorias.
Hoje, um a cada 125 teresinenses mora em um empreendimento da companhia. De acordo com o gestor de vendas da MRV no Piauí, Lucas Garcia, os investimentos na capital piauiense são fruto de um aquecimento no mercado imobiliário local, que cresce a cada ano. “A cidade tem uma crescente demanda de moradia com qualidade e hoje nosso portfólio de empreendimentos já lançados na cidade consegue atender clientes com diferentes tipos de rendas. O volume de vendas em todos os nossos lançamentos, juntamente com o déficit habitacional ainda muito presente, motivaram todos esses investimentos que já realizamos”, ressaltou.
Os lançamentos imobiliários e o crescimento nas vendas impulsionaram a criação de novos postos de trabalho no estado. Já foram gerados mais de 10 mil empregos diretos indiretos, além do credenciamento de corretores autônomos para reforçar o time comercial da empresa nestes últimos anos.
Fortalecer a educação e o desenvolvimento de seus colaboradores é um dos grandes compromissos sociais da MRV. Nestes 10 anos de atuação em Teresina, a construtora certificou 35 colaboradores no projeto Escola Nota 10. O programa conta com metodologia para alfabetização de adultos em ciclos de dois meses de duração, salas de aula são instaladas em canteiros de obra para que os alunos tenham aulas antes de iniciar o expediente de trabalho.
45 anos de história A trajetória da MRV é marcada pelo apoio à realização do sonho da casa própria de milhares de brasileiros. Ao longo dessas quatro décadas e meia, a empresa se consolidou como a maior construtora da América Latina, contribuindo de forma decisiva para o desenvolvimento econômico e social do país. Desde o início de suas operações, a MRV já entregou mais de 500 mil chaves em mais de 100 cidades em todo o país. “Cada chave entregue representa mais do que apenas uma casa. Significa segurança, estabilidade e a realização do maior sonho de tantas famílias brasileiras”, afirma Rafael.