Natura vende marca australiana de luxo para L’Oréal em negócio de US$ 2,5 bi

A Natura anunciou nesta segunda-feira (03) que vendeu a marca de cosméticos australiana de luxo “Aesop” para a L’Oreal por US$ 2,5 bilhões. A venda inclui também as lojas da marca em todo o mundo e seus 3.000 funcionários.

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A Aesop foi adquirida pela Natura em 2013 e desde então, a marca registrou um forte crescimento, com mais de 320 lojas em 27 países. No entanto, a Natura informou que a venda da marca faz parte de uma estratégia para simplificar seu portfólio de negócios e se concentrar em sua marca principal.

Com a venda, a Natura deve usar os recursos para pagar dívidas e investir em sua marca principal. Segundo a empresa, o negócio ajudará a fortalecer seu balanço patrimonial, permitindo que ela alcance suas metas de alavancagem financeira e liquidez.

Já a L’Oreal, com a aquisição, espera fortalecer sua presença no mercado de luxo e expandir ainda mais sua carteira de marcas de alto padrão. A empresa disse em um comunicado que a Aesop é “complementar” a sua marca de cuidados com a pele, La Roche-Posay.

A venda ainda está sujeita a aprovações regulatórias e deve ser concluída até o final do ano. A Natura afirmou que continuará trabalhando em conjunto com a Aesop até que a transação seja concluída.

A Natura é uma das maiores empresas de cosméticos do Brasil e tem operações em diversos países. Além da Aesop, a empresa também é dona das marcas Natura, Avon e The Body Shop. A L’Oreal, por sua vez, é uma das maiores empresas de beleza do mundo, com marcas como Lancôme, Maybelline e Garnier.

Diretor de tecnologia e digital da Marisa renuncia nesta segunda-feira (3)

A Marisa Lojas informou nesta segunda-feira (3) que o seu diretor de tecnologia e digital, Rodrigo Lamosa Poço, renunciou ao cargo para seguir com projetos pessoais. A saída de Lamosa é a mais recente mudança no alto escalão da varejista de moda, que desde fevereiro já trocou de presidente, diretor financeiro e presidente do Conselho de Administração.

Empresa anunciou resultados de 2022 não auditados e um plano de reestruturação na sexta-feira (31)Marisa/Reprodução

A renúncia de Lamosa ocorre após a Marisa anunciar seus resultados financeiros não auditados de 2022 na última sexta-feira (31). Além disso, a empresa divulgou um plano de reestruturação em uma tentativa de controlar seu nível de endividamento. A saída do diretor de tecnologia e digital acontece em meio a esse contexto de mudanças na liderança da Marisa e de reestruturação.

Lucas Moura é expulso em 6 minutos e Everton empata com Tottenham

O Everton empatou com o Tottenham por 1 a 1 na 29ª rodada da Premier League, saindo da zona de rebaixamento e subindo para a 15ª posição, enquanto os Spurs permaneceram na quinta colocação. O zagueiro Michael Keane foi o herói e vilão da partida, salvando o Everton no primeiro tempo ao tirar a bola de Harry Kane em cima da linha do gol, cometendo um pênalti no segundo tempo que deu o gol ao Tottenham, e se redimindo aos 90′ ao marcar o gol de empate do Everton.

Harry Kane foi o destaque pelo lado do Tottenham, sendo responsável pelas principais finalizações do time e marcando o gol que abriu o placar da partida. Doucouré, do Everton, foi expulso aos 58′ por agressão a Kane, mudando o rumo da partida, enquanto Lucas Moura, do Tottenham, foi expulso aos 88′ por uma dura entrada em Keane. O Everton precisou jogar com um a menos por cerca de 30 minutos.

O primeiro tempo foi disputado e de alta intensidade, com ambos os times cometendo muitos erros de passe. O Tottenham criou suas melhores chances promovendo inversão tática entre os pontas e teve mais posse de bola, enquanto o Everton investiu em contra-ataques e teve mais finalizações, mas sem efetividade. Após o intervalo, o Everton voltou melhor, mas em menos de 15 minutos, Doucouré foi expulso e o jogo se tornou ataque contra defesa, com Keane cometendo um pênalti em Romero e Kane marcando o gol para o Tottenham. O Everton teve mais oportunidades após o gol, e o gol de empate saiu no último minuto do tempo regular, dois minutos após a expulsão de Lucas Moura. Nos sete minutos de acréscimo, o Everton pressionou e o Tottenham teve que se defender.

Aras pede ao STF que trabalho escravo seja considerado crime imprescritível

O Procurador-Geral da República, Augusto Aras, junto com o Ministério Público do Trabalho, apresentou uma ação ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que o crime de trabalho análogo à escravidão seja considerado imprescritível. Além disso, foi solicitada a concessão de uma liminar para que juízes e tribunais se abstenham de declarar a prescrição desse tipo de crime até o julgamento de mérito do processo.

O procurador-geral da República Augusto Aras

Aras argumenta que a necessidade de punir exemplarmente a escravidão ainda é medida de reparação histórica, principalmente quando, mesmo após 134 anos da abolição formal da escravização de pessoas no país, a realidade comprova a persistência de formas de escravidão contemporâneas, que afetam setores mais vulneráveis da população.

A imprescritibilidade, segundo Aras, inclui o direito da sociedade à construção da memória, história e identidades coletivas, permitindo que as pessoas conheçam os acontecimentos de sua localidade e a realidade de determinado fato criminoso em suas consequências jurídicas e sociais.

O PGR cita a condenação do Brasil em 2016 por omissão em uma situação de trabalho escravo na fazenda “Brasil Verde” pela Corte Interamericana de Direitos Humanos, que afirmou que o crime não pode prescrever.

Na semana passada, o PGR já havia pedido ao Supremo preferência de julgamento a três ações que tratam do combate ao trabalho escravo. Aras afirma que é necessário dar uma resposta jurídica eficaz e prioritária de combate a esse retrocesso social, citando um aumento recente no número de resgates de pessoas em situação de escravidão.

Recentemente, cerca de 180 trabalhadores que eram submetidos a condições análogas à escravidão em vinícolas de Bento Gonçalves (RS) foram resgatados em uma operação conjunta da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Ministério do Trabalho. Os funcionários relataram que estavam sem receber salários, tinham jornadas exaustivas e sofriam agressões físicas, além de terem contraído empréstimos mediante cobrança de juros abusivos pelo empregador.

Nova regra fiscal precisa de incremento de R$ 200 bi ao ano para dar certo

A nova regra fiscal apresentada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, foi bem recebida por analistas políticos e financeiros, segundo a Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco).

Associação diz que sucesso da proposta só será possível se houver investimento para fiscalização da Receita Federal
Marcelo Camargo/Agência Brasil

No entanto, a associação destacou que a proposta exigirá um aumento expressivo na arrecadação, de R$ 150 bilhões a R$ 200 bilhões, o que não será fácil de alcançar, especialmente porque o ministro não pretende aumentar alíquotas nem criar impostos novos. A Unafisco sugere que o incremento na arrecadação venha principalmente da revisão dos privilégios tributários concedidos a determinados setores e do aumento da eficiência da Receita Federal no combate à sonegação, ao planejamento tributário abusivo e à inadimplência.

Para a Unafisco, a Receita Federal terá um papel estratégico fundamental no sucesso da nova regra fiscal, que estabelece que a despesa primária crescerá no máximo a 70% da variação da receita líquida acumulada em doze meses até julho, e que o percentual cairá para 50% caso a meta para o resultado primário tenha sido descumprida no ano anterior. Além disso, a despesa não poderá crescer menos do que 0,6% e não poderá aumentar mais do que 2,5%, sempre em termos reais.

O economista-chefe da Warren Rena, Felipe Salto, explica que a meta de resultado primário ano a ano é informada com bandas, que em 2023 vão de -0,75% do PIB a -0,25% do PIB. No período de 2024 a 2026, o déficit é reduzido gradualmente até alcançar o intervalo de 0,75% do PIB a 1,25% do PIB em 2026. Salto destaca que seria necessário um aumento significativo da receita em 2024 para cumprir o limite inferior da banda, de -0,25% do PIB, com a despesa crescendo a 0,6% em termos reais, o mínimo permitido pela regra.

O ministro Fernando Haddad mencionou a possibilidade de um aumento de R$ 100 bilhões de receitas em 2024, com medidas a serem anunciadas, incluindo a redução de gastos tributários. Esse montante seria suficiente para zerar o déficit e cumprir a meta. Para 2025, Salto afirma que, com o aumento da despesa limitado a 2,5% em termos reais, seria possível cumprir o limite inferior de superávit de 0,25% do PIB, com um aumento extra da receita de R$ 45 bilhões, já acrescidas dos R$ 100 bilhões gerados no exercício anterior.

Por fim, em 2026, a aplicação da regra sujeitaria o crescimento da despesa aos 70% da variação da receita, o que demandaria receita extra de outros R$ 45 bilhões para o cumprimento da meta de 0,75% de superávit, no limite inferior da banda. Em resumo, a nova regra fiscal apresenta desafios

PGR pede que investigação de presos em frente a quartéis no PA e AC vá para 1ª instância

A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que encaminhe as investigações contra 12 pessoas presas em unidades do Exército em Rio Branco (AC) e Belém (PA) para a primeira instância da Justiça Federal. A PGR também pediu que os envolvidos possam responder em liberdade.

Acampamento de bolsonaristas em frente a quartel do Exército
27/12/2022REUTERS/Adriano Machado

O grupo foi preso em janeiro por ordem do ministro Alexandre de Moraes, que determinou a desocupação e dissolução total dos acampamentos nas imediações de unidades militares “para a prática de atos antidemocráticos e prisão em flagrante de seus participantes”.

Segundo a PGR, a investigação contra as 12 pessoas deve ser realizada no local das prisões e não na capital federal. Nenhum dos presos tem foro por prerrogativa de função para ser processado no STF, de acordo com o subprocurador-geral da República Carlos Frederico Santos. Ele também afirmou que não há indícios de que os presos no Acre e no Pará tenham se associado aos que estavam acampados nas proximidades do Quartel General do Exército, em Brasília, ou em outros estados.

Embora a PGR acredite que o grupo preso fora de Brasília faça parte dos instigadores dos atos de 8 de janeiro, para o subprocurador-geral “inexistindo ligação entre os agentes, não há que se falar em conexão intersubjetiva”. A PGR alega que o grupo pode ter praticado incitação ao crime equiparada pela animosidade das Forças Armadas contra os Poderes Constitucionais e associação criminosa, mas as penas máximas dos crimes são inferiores a 4 anos de reclusão, o que justifica o pedido de revogação das prisões preventivas.

Caso o STF conceda a liberdade, os envolvidos deverão cumprir medidas cautelares, como proibição de usar redes sociais e de manter contato com outros investigados e comparecimento periódico ao juiz. O pedido da PGR foi encaminhado a Moraes, que é o relator das apurações no STF sobre os atos de 8 de janeiro que resultaram na invasão e depredação das sedes dos Três Poderes em Brasília.

Pente-fino no Bolsa Família mira beneficiários que entraram na véspera da eleição de 2022, diz ministro

O governo federal do Brasil está realizando uma “operação pente-fino” para verificar se beneficiários do programa Bolsa Família têm direito a receber os recursos. O Ministério do Desenvolvimento Social Wellington Dias, afirmou que a medida é uma forma de evitar fraudes no programa. O Bolsa Família é um programa de transferência de renda do governo federal que ajuda famílias em situação de pobreza e extrema pobreza.

Ministro diz ainda que os beneficiários não devem temer o pente-fino e a nova modelagem do programa dá maior segurança a quem quer buscar renda no mercado de trabalho

Segundo Dias, a operação está focada em beneficiários que entraram no programa pouco antes das eleições de 2022. Ele afirmou que é possível que essas pessoas tenham recebido o Bolsa Família de forma irregular. O ministro também disse que a operação não tem relação com as eleições e que é uma medida rotineira.

O Bolsa Família atende atualmente a cerca de 14 milhões de famílias em todo o país. Os beneficiários recebem um valor mensal que varia de acordo com a renda e a composição familiar. O programa é uma das principais políticas sociais do governo federal e tem como objetivo reduzir a pobreza e a desigualdade no país.

No entanto, o programa tem sido alvo de críticas por parte de alguns setores da sociedade. Alguns argumentam que o Bolsa Família cria uma dependência dos beneficiários em relação ao Estado e não estimula o trabalho. Outros argumentam que o valor do benefício é insuficiente para suprir as necessidades das famílias mais pobres.

Apesar das críticas, o Bolsa Família é uma política social importante para a redução da pobreza no Brasil. A operação pente-fino pode ajudar a evitar fraudes no programa e garantir que os recursos cheguem aos beneficiários que realmente precisam.

Nova vacina nasal contra Covid-19 mostra potencial após testes na Alemanha

Cientistas alemães desenvolveram uma vacina nasal que, em testes com hamsters, impediu que o vírus se copiasse nas vias aéreas superiores, alcançando a chamada “imunidade esterilizante” e prevenindo a doença. Embora esta vacina tenha vários outros obstáculos para superar antes de chegar a um consultório médico ou farmácia, outras vacinas nasais já estão em uso ou atingindo o final de ensaios clínicos. A China e a Índia lançaram vacinas administradas por meio de tecidos nasais no ano passado, embora ainda não esteja claro o quão bem elas estejam funcionando.

Vacinação com spray nasal contra Covid-19 em Pequim
16/12/2022 cnsphoto via REUTERS

Os pesquisadores esperam que as vacinas de próxima geração, que visam desligar o vírus antes que ele tenha a chance de nos deixar doentes e, finalmente, impedir a propagação da infecção, possam fazer com que essa infecção respiratória não seja uma ameaça. Uma maneira pela qual os cientistas estão tentando fazer isso é aumentando a imunidade da mucosa, reforçando as defesas imunológicas nos tecidos que revestem as vias aéreas superiores, exatamente onde o vírus chegaria e começaria a infectar nossas células.

As vacinas que atuam nas mucosas são melhores para preparar um tipo diferente de resposta do que as injeções. Elas funcionam melhor ao convocar anticorpos IgA, que têm quatro “braços” para agarrar os invasores, em vez de apenas os dois “braços” que os anticorpos IgG em forma de “y” têm. Essa vacina nasal adota uma nova abordagem para uma ideia muito antiga: enfraquecer um vírus para que ele não seja mais uma ameaça e depois administrá-lo às pessoas para que seu sistema imunológico aprenda a reconhecê-lo e combatê-lo.

Os pesquisadores manipularam o material genético do vírus para dificultar a tradução das células, técnica chamada de desotimização de pares de códons, que faz com que o vírus possa ser identificado pelo sistema imunológico sem deixar o corpo doente. “Você pode imaginar ler um texto… e cada letra é uma fonte diferente, ou cada letra tem um tamanho diferente, então o texto é muito mais difícil de ler. E isso é basicamente o que fazemos na desotimização de pares de códons”, explicou Wyler em entrevista à CNN.

Embora as infecções por Covid tenham se tornado controláveis para a maioria das pessoas saudáveis, elas ainda podem representar um perigo para grupos vulneráveis, como idosos e imunocomprometidos. E embora as primeiras vacinas com essa abordagem datam da década de 1870, contra antraz e raiva, a nova vacina nasal adota uma nova abordagem que busca desligar o vírus antes que ele tenha a chance de nos deixar doentes e, finalmente, impedir a propagação da infecção.

Novo ensino médio: possível suspensão de prazos divide educadores

A possibilidade de suspensão dos prazos para a implementação da nova estrutura do ensino médio tem dividido opiniões entre educadores. A mudança, aprovada em 2017, estabelece uma reformulação do currículo e a flexibilização da carga horária, permitindo que os estudantes escolham as áreas de conhecimento que querem aprofundar seus estudos.

Grupo de estudantes protesta em São Paulo contra a reforma no ensino médio

A medida foi adiada por conta da pandemia da Covid-19, mas o prazo final para a implantação da reforma está previsto para 2022. Contudo, diante da dificuldade de adaptação das escolas à nova estrutura e da atual crise sanitária, o Ministério da Educação avalia a possibilidade de prorrogar novamente a implantação.

Para alguns especialistas, a suspensão dos prazos é necessária para garantir uma implementação mais efetiva da reforma, visto que muitas escolas ainda não têm condições de oferecer as novas opções curriculares. Além disso, muitos estudantes foram prejudicados pela pandemia, o que também pode justificar a prorrogação.

Já para outros educadores, a suspensão dos prazos pode ser prejudicial, uma vez que a reforma do ensino médio é uma demanda antiga e necessária para a melhoria da educação no país. Adiar a implementação novamente seria adiar uma solução para os problemas estruturais da educação brasileira.

Apesar das divergências, é importante que o tema seja debatido amplamente para que a decisão final leve em consideração os impactos tanto para as escolas quanto para os estudantes. A reforma do ensino médio é uma mudança importante e deve ser implementada de forma cuidadosa e responsável, considerando as condições reais das escolas e a situação atual do país.

Em dia de alta internacional Petrobras reduz preço do combustível de aviação em 5,71% 

Em um dia em que o preço do petróleo teve um aumento significativo devido ao anúncio repentino da Opep de cortar a produção em 1 milhão de barris por dia, as companhias aéreas no Brasil receberam um certo alívio.

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A Petrobrás anunciou uma redução de 5,71% no preço do Querosene de Aviação (QAV). Apesar disso, o combustível usado para abastecer aviões ainda acumula uma alta de 153% em relação a abril de 2020, início da pandemia, o que tem impactado no preço das passagens.

O setor aéreo ainda está lidando com os efeitos da pandemia. Além do custo elevado do combustível, que representa 40% das despesas operacionais, a demanda de passageiros e a oferta de assentos ainda não retornaram completamente aos níveis pré-pandêmicos.

Em fevereiro, as companhias aéreas transportaram 6,6 milhões de passageiros pagantes, o que representa uma queda de 14% em relação a fevereiro de 2020, quando a pandemia ainda não havia começado. Em comparação com fevereiro de 2019, a queda foi de 11,1%. Esses dados foram divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

A oferta de assentos em fevereiro deste ano foi 8% menor do que em fevereiro de 2020, e no mercado internacional, o volume de assentos ofertados diminuiu 16% em relação ao mesmo período do ano passado.

A taxa de ocupação média dos aviões, que é um indicador de aproveitamento, também está abaixo de fevereiro de 2020. Em fevereiro deste ano, a taxa foi de 79,5%, em comparação com 81,8% três anos antes. Em relação ao ano passado, que foi o ano de retomada pós-pandemia, houve uma pequena queda de 0,4 pontos percentuais.