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Seduc e FAPEPI planejam parcerias para inovação na gestão pública

Os gestores da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) reuniram-se na tarde desta segunda-feira, (06), para planejar parcerias para inovação na gestão pública. A intenção é usar a ciência e a tecnologia, em parceria com outras instituições de pesquisa, para criar soluções inovadoras.

O secretário de Estado da Educação, Washington Bandeira, recebeu o presidente da FAPEPI, professor João Xavier, para discutir sobre esse e outros temas.

Foto: Reprodução

“Inicialmente, viemos fazer uma visita de cortesia ao secretário Washington Bandeira e tratar como a FAPEPI pode se colocar ao lado do esforço que a Secretaria está empreendendo para aumentar o IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Então, nós nos colocamos à disposição. Temos algumas ações que começaram a ser desenhadas, como envolver as universidades e o Instituto Federal em proposições e soluções por meio da ciência, tecnologia e inovação para as necessidades do serviço público, em particular a Seduc”, disse João Xavier.

Antônio Amaral, superintendente de Educação Básica da Seduc, afirma que já existe um projeto desenhado com a FAPEPI, que vai ser desenvolvido com a superintendência. “A FAPEPI  e a SEDUC estão alinhando um acordo de cooperação para um programa de recomposição de aprendizagens onde a FAPEPI vai atuar no pagamento de bolsa formador para professores da educação básica”, finaliza.

Fonte: Governo Estadual do Piauí

Flamengo detona brigas em clássico: “Não representam o clube”

O clássico entre Flamengo e Vasco, neste domingo (6/3), no Maracanã, ficou marcado por briga generalizada entre as torcidas antes e depois do encontro, que acabou com oito feridos dando entrada no Hospital Municipal Souza Filho e a morte de Bruno Macedo dos Santos, baleado no bairro de São Cristóvão, próximo a São Januário. A diretoria do clube rubro-negro repudiou as lamentáveis cenas e chamou os envolvidos de “criminosos.” O Vasco também condenou a violência.

Além de torcedores com armas de fogo, muitos ainda foram flagrados com pedaços de pau, barras de ferro e pedras. Foram apreendidas muitas bombas caseiras e rojões, em arsenal que sugeria uma guerra entre facções.

“O Flamengo não compactua com qualquer tipo de violência e lamentamos profundamente que episódios desta natureza ainda ocorram no ambiente do futebol”, trouxe nota do clube. “Esses criminosos não representam nossa instituição centenária e não podem ser considerados torcedores.”

O clube ainda se colocou à disposição da Justiça do Rio e a Polícia Militar para ajudar na identificação e prisão dos envolvidos em mais uma cena de selvageria entre torcidas. Dois envolvidos seguem internados em estado grave.

“O clube está à disposição dos órgãos competentes para colaborar com o que for necessário. Destacamos novamente que o Clube de Regatas do Flamengo é contra toda forma de violência, por qualquer motivação, dentro ou fora dos estádios. Prezamos a paz e a segurança de todos.”

O Vasco também repudiou a violência, mas evitou condenar os envolvidos. “O Vasco da Gama lamenta profundamente e repudia a violência ocorrida nas ruas da cidade do Rio de Janeiro antes e depois do clássico, disputado na noite do último domingo, no Maracanã”, afirmou o clube. “Em um momento de profissionalismo no futebol, é inadmissível que ainda nos deparemos com cenas desse tipo e que vão contra o real sentido do esporte.”

Fonte: Metrópoles

Americanas: Bradesco consegue bloqueio de bens

O Bradesco conseguiu na Justiça de São Paulo decisão favorável para bloquear os bens dos integrantes do Conselho Fiscal da Americanas como forma de garantia da dívida contraída pela varejista. Semana passada, em ação semelhante, o banco não conseguiu bloquear os bens dos membros do Conselho de Administração da varejista.

Fachada de loja da Americanas- Foto: Domingos Peixoto/Agência O Globo

O embate entre os bancos e a Americanas começou após a revelação das “inconsistências contábeis” de R$ 20 bilhões reveladas em janeiro pelo então presidente Sergio Rial. Além de Bradesco, Itaú, Safra, BTG e Santander vêm entrando na justiça contra a Americanas, que está em recuperação judicial com dívidas superiores a R$ 40 bilhões.

Na decisão do Tribunal de São Paulo, o magistado Mario Chiuvite Júnior, ao explicar a decisão, disse que, a não proibição da alienação de bens por parte do Conselho Fiscal, pode “acarretar grave dano ao exercício dos direitos” do autor do processo, o Bradesco. O juiz lembra ainda que a “quantia significativa – R$ 5,1 bilhões – corria o risco de não ser paga”.

No site da Americanas, de acordo com relatório de 2021, o Conselho Fiscal era composto por Carlos Alberto de Souza, Pedro Carvalho de Mello e Peter Edward Cortes Marsden Wilson. Os três já estavam em seu 11º mandato eleitos pelos acionistas controladores e ordinaristas (ON, com direito a voto).

Uma fonte disse que a Americanas deve recorrer da decisão da Justiça de São Paulo.

Nas duas últimas semanas, o Bradesco também vem tentando seguir com a busca e apreensão de emails na sede da varejista como forma de criar prova antecipada, mas foi impedido por decisão do Superior Tribunal Federal (STF).

Procurada, a Americanas esclarece que “a decisão proferida em procedimento de protesto judicial não impede a alienação de bens e ativos pelos membros do Conselho Fiscal da Companhia, mas apenas torna pública a existência do referido protesto”.

Fonte: O Globo

Idoso é resgatado após 40 anos em situação análoga à escravidão

Um idoso de 74 anos foi resgatado de uma fazenda de café no município de Bueno Brandão, no Sul de Minas. João, como é conhecido, vivia em situação análoga a escravidão há pelo menos 40 anos.

João, como é conhecido, vivia em situação análoga a escravidão há quase 40 anos em uma fazenda de café de Bueno Brandão (Auditoria-Fiscal do Trabalho/Divulgação)

O mineiro estava alojado em uma casa rústica com iluminação precária e sem higiene, sem portas evitando a entrada de animais silvestres, dormindo sobre espuma velha de colchão, e consumindo água diretamente da torneira, sem qualquer processo de purificação.

A operação ocorreu entre os dias 24 e 30 de janeiro e foi coordenada por Auditores-Fiscais do Trabalho do Grupo Especial de Fiscalização Móvel, vinculados à Secretaria de Inspeção do Trabalho. Ao BHAZ, o auditor do trabalho Filipe Nascimento, que participou do resgate, disse ter sido profundamente marcado por tudo o que viu.

“O lugar em que estava era muito bonito para passear, você olha os casebres e não imagina que tinha um senhor que trabalha lá dentro em situações degradantes. Quando ele nos contou que vivia ali há 40 anos, aquilo me tocou muito. Ele poderia ser o pai de qualquer um de nós”, comenta ele.

Trabalhador era ridicularizado

O idoso, que possui deficiência visual e cognitiva, trabalhava unicamente em troca de comida, sem receber nenhum tipo de remuneração. O trabalhador não era pago pelos trabalhos que era ordenado a executar na fazenda, em que capinava os pastos, cultivava café e tratava dos brejos junto a porcos.

“Por sua condição cognitiva, ele não tomava banho, não sabia o dia da semana que era, não sabia quem era o presidente do país. O proprietário alegou que João era da família, mas ele definitivamente não era. Ele era tratado como uma propriedade, um bicho, era ridicularizado por todos que estavam ali e chegou a ser apelidado de ‘João do Brejo’”, explica.

João foi resgatado após passar mal e ser levado a um posto de saúde da região. Como ele não apresentou nenhum documento, o médico desconfiou da situação e acionou a assistência social, que teve dificuldade de acessar o local em que o trabalhador vivia.

‘Não tinha dimensão da falta de dignidade’

Às autoridades, o proprietário da fazenda conta que o trabalhador em condição de vulnerabilidade e reduzido às condições de trabalho degradante havia chegado à fazenda quase quatro décadas atrás vagando pelos campos, já sempre fazendo afirmações desconexas, e foi aproveitado para tratar inicialmente dos brejos junto aos porcos do terreno.

O fazendeiro possui passagem pela polícia pelos crimes de furto, interceptação e porte ilegal de armas. Após ser resgatado, João foi submetido a avaliação médica e atualmente reside na casa de repouso Recanto Santa Luzia, em Bueno Brandão.

“Ele não tinha nenhuma dimensão da falta de dignidade que era imposta a ele. Não é nenhum exagero falar que ele não tem sonhos mais distantes que um animal de estimação tem”, lamenta o auditor Filipe.

O mineiro estava alojado em uma casa rústica com iluminação precária e sem higiene, sem portas evitando a entrada de animais silvestres, dormindo sobre espuma velha de colchão, e consumindo água diretamente da torneira, sem qualquer processo de purificação.

A operação ocorreu entre os dias 24 e 30 de janeiro e foi coordenada por Auditores-Fiscais do Trabalho do Grupo Especial de Fiscalização Móvel, vinculados à Secretaria de Inspeção do Trabalho. Ao BHAZ, o auditor do trabalho Filipe Nascimento, que participou do resgate, disse ter sido profundamente marcado por tudo o que viu.

“O lugar em que estava era muito bonito para passear, você olha os casebres e não imagina que tinha um senhor que trabalha lá dentro em situações degradantes. Quando ele nos contou que vivia ali há 40 anos, aquilo me tocou muito. Ele poderia ser o pai de qualquer um de nós”, comenta ele.

Trabalhador era ridicularizado

O idoso, que possui deficiência visual e cognitiva, trabalhava unicamente em troca de comida, sem receber nenhum tipo de remuneração. O trabalhador não era pago pelos trabalhos que era ordenado a executar na fazenda, em que capinava os pastos, cultivava café e tratava dos brejos junto a porcos.

“Por sua condição cognitiva, ele não tomava banho, não sabia o dia da semana que era, não sabia quem era o presidente do país. O proprietário alegou que João era da família, mas ele definitivamente não era. Ele era tratado como uma propriedade, um bicho, era ridicularizado por todos que estavam ali e chegou a ser apelidado de ‘João do Brejo’”, explica.

João foi resgatado após passar mal e ser levado a um posto de saúde da região. Como ele não apresentou nenhum documento, o médico desconfiou da situação e acionou a assistência social, que teve dificuldade de acessar o local em que o trabalhador vivia.

‘Não tinha dimensão da falta de dignidade’

Às autoridades, o proprietário da fazenda conta que o trabalhador em condição de vulnerabilidade e reduzido às condições de trabalho degradante havia chegado à fazenda quase quatro décadas atrás vagando pelos campos, já sempre fazendo afirmações desconexas, e foi aproveitado para tratar inicialmente dos brejos junto aos porcos do terreno.

O fazendeiro possui passagem pela polícia pelos crimes de furto, interceptação e porte ilegal de armas. Após ser resgatado, João foi submetido a avaliação médica e atualmente reside na casa de repouso Recanto Santa Luzia, em Bueno Brandão.

“Ele não tinha nenhuma dimensão da falta de dignidade que era imposta a ele. Não é nenhum exagero falar que ele não tem sonhos mais distantes que um animal de estimação tem”, lamenta o auditor Filipe.

João vive agora em uma casa de repouso da cidade (Auditoria-Fiscal do Trabalho/Divulgação)

Fonte:BHAZ

Ex-PM acusado de integrar grupo de matadores é preso

Policiais civis da 33ªDP (Realengo) prenderam, nesta segunda-feira, o ex-policial militar João Luiz da Silva, conhecido como Gago, acusado de integrar o grupo de matadores de aluguel conhecido como Escritório do Crime. Ele é acusado de envolvimento na morte de Marcelo Diotti da Matta, no estacionamento do restaurante Outback na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, em 2018.

João Luiz da Silva, o Gago — Foto: Reprodução

Foram acusados de envolvimento no crime, ainda, o ex-capitão da PM Adriano Magalhães da Nóbrega, morto em operação da PM da Bahia, além dos irmãos Leandro Gouvêa da Silva, Tonhão, e Leonardo Gouvêa da Silva, o Mad.

Diotti era companheiro da ex-mulher de Cirstiano Girão Matias, ex-vereador acusado de chefiar uma milícia e atualmente preso.

Contra João Luiz havia dois mandados de prisão preventiva – um deles pela morte de Diotti e outro, por uma tentativa de homicídio. Ele foi alvo da operação Tânatos, em junho de 2020, que tinha como objetivo prender membros do Escritório do Crime, grupo de matadores investigado por diversos homicídios no Rio. A quadrilha é composta por policiais, ex-policiais e milicianos.

Fonte: O Globo

Ligação com Anderson Torres coloca pressão por demissão de novo número 2 da Abin

O governo Lula passou a ser pressionado por integrantes do PT, da Polícia Federal e própria Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para trocar o recém nomeado diretor-adjunto do órgão, o delegado federal Alessandro Moretti. A principal insatisfação diz respeito à sua ligação com o ex-ministro da Justiça Anderson Torres, preso desde 14 de janeiro e investigado por omissão em relação aos atos golpistas de 8 de janeiro.

O ex-ministro da Justiça Anderson Torres, hoje preso- Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo/15-06-2022

Moretti foi secretário-executivo da Secretaria da Segurança Pública do Distrito Federal entre 2019 e 2021, na primeira passagem de Torres pelo cargo, e também ocupou a chefia da área de inteligência da PF no governo Bolsonaro.

A nome de Moretti foi escolhido pelo também delegado federal Luiz Fernando Corrêa, indicado pelo presidente Lula, na última sexta-feira, para assumir a direção-geral da Abin. Até ter seu nome sabatinado pelo Senado, é o número dois que fica à frente do órgão.

O ponto de insatisfação de agentes da Abin é que o comando do órgão deixou de ser ocupado por um quadro orgânico e voltou às mãos de um delegado da PF. A Abin tem uma demanda antiga para que o seu diretor-geral seja um funcionário da carreira da própria agência.

Em conversa com integrantes do órgão, Luiz Fernando Corrêa se comprometeu a trabalhar por uma lei que torne os cargos de direção exclusivos à carreira de inteligência.

Fonte: O Globo

Lavrador é baleado por criminosos durante assalto na zona rural de Timon

Um lavrador, identificado como Marcelo Aguiar, foi vítima de um assalto na tarde desta sexta-feira (03), no povoado Alto do Bonito, na zona rural do município de Timon.

Lavrador é baleado por criminosos durante assalto na zona rural de Timon

De acordo com a vítima, em entrevista para o MeioNorte.com, após voltar do trabalho com um sobrinho, de apenas 17 anos, acabou sendo surpreendido com a ação dos criminosos. Segundo ele, pelo menos dois bandidos saíram da mata e anunciaram o assalto já efetuando um disparo de arma de fogo.

“Eu estava voltando de motocicleta quando eles saíram do matagal já anunciando que era um assalto. Eles levaram R$350 e alguns documentos pessoais. Só não levaram a moto porque vinha um carro atrás e eles fugiram na mata”, relatou.

Segundo Marcelo, a arma utilizada no crime se tratava de uma calça-bala, de modelo artesanal. A vítima registrou um boletim de ocorrência e a Polícia Civil vai investigar em caso na busca de identificar e prender os assaltantes, que se encontram foragidos.

Fonte: Portal Meio Norte

Piauí inteiro está com alerta para chuvas intensas e ventos

Todos os municípios do Piauí estão em alerta para chuvas intensas, com volumes que podem variar entre 20 e 30 mm/h e chegar até 50 mm em 24 horas. É o que aponta o aviso Perigo Potencial (alerta amarelo), emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) nesta segunda-feira (6). O aviso é válido até esta terça-feira (7)

Foto: Reprodução

As chuvas devem persistir nos próximos dias. Segundo o INMET, entre esta segunda (6) até a próxima segunda-feira (13) são previstos volumes de chuva maiores que 80 mm, principalmente no Centro-Norte do Piauí.

Apesar da intensidade, o alerta emitido hoje informa que é baixo o risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas. Em caso de rajadas de vento, o Instituto orienta para que não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas. Também não é recomendável estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.

Deve-se evitar, ainda usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada. Em caso de necessidade, obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Fonte: Portal Meio Norte

Monkeypox: Anvisa prorroga liberação de medicamento

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira (6/3), a prorrogação da dispensa de registro para que o Ministério da Saúde importe e utilize no Brasil o medicamento Tecovirimat, para tratamento da varíola dos macacos, também conhecida como Monkeypox.

Foto: Reprodução

O medicamento é indicado para o tratamento de doenças causadas pelo Orthopoxvirus em adultos, adolescentes e crianças, com peso mínimo de 13kg. A decisão, por unanimidade, atende a solicitação de prorrogação feita pelo Ministério da Saúde.

A prorrogação da dispensa temporária e excepcional é válida por mais seis meses e se aplica somente ao Ministério da Saúde, desde que não haja revogação expressa pela Anvisa.

A Diretoria Colegiada (Dicol) da Anvisa ocorre alinhada às decisões das agências reguladoras internacionais, uma vez que não há outro medicamento aprovado para a finalidade no país e que a Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu pela manutenção da Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional.

A prorrogação desta autorização passa a ser válida a partir da publicação do extrato da ata da Diretoria Colegiada, no portal da Anvisa, e do Despacho da Diretoria Colegiada, no Diário Oficial da União (DOU).

Campanha com vacinas

O Ministério da Saúde inicia, na próxima segunda-feira (13/3), a vacinação contra a varíola dos macacos. As doses adquiridas pela gestão anterior da pasta, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ainda não foram aplicadas. Mas serão disponibilizadas ao público nesta nova campanha.

A vacina Jynneos, fabricada pela farmacêutica dinamarquesa Bavarian Nordic, será aplicada antes ou depois da exposição ao vírus, em público-alvo determinado. Para a imunização pré-exposição, o ministério estima que 16.354 pessoas vivendo com HIV estejam elegíveis a receber o imunizante.

Fonte: Metrópoles

Oito projetos e sete mensagens do Governo chegaram ao plenário da Alepi

Sete mensagens enviadas pelo Governo do Estado foram lidas na sessão plenária da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) desta segunda-feira (06). Entre elas, está a 52/20023 que cria a Central de Registro de Boletins de Ocorrência dentro da estrutura da Secretaria de Segurança e prevê punições a servidores que não elaborarem o documento diante da solicitação de um cidadão.

Alepi analisa projetos e mensagens do Governo (Thiago Amaral)

Das mensagens do Governo, quatro são vetos totais a projetos de autoria dos parlamentares. Eles abrangem a prioridade da emissão de Carteira de Identidade e de Trabalho a mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, programa de incentivo técnico e financeiro às Escolas Família Agrícola, alterações na lei que permite a assinatura de termo de compromisso entre Secretaria de Saúde e Polícia Militar que abranja o Hospital da Polícia Militar e sobre relações entre a Equatorial e seus consumidores inadimplentes.

Um veto parcial também foi lido. A matéria vetada trata da criação de uma política estadual de prevenção e combate ao roubo de infraestrutura de transmissão de rede de internet e distribuição de energia. Outra matéria enviada pelo Governo do Estado cria o Instituto de Regularização Fundiária e do Patrimônio Imobiliário do Piauí.

Novos projetos

Oito projetos de lei apresentados pelos deputados foram lidos na sessão plenária. Quatro são de autoria de Gessivaldo Isaías (Republicanos) e tratam sobre a implantação de aulas de primeiros socorros nas escolas, da sinalização noturna de carretas, da disponibilização do laudo de alta hospitalar para pacientes e do reconhecimento de utilidade pública da Associação dos Pescadores e Pescadoras do Bairro Pindorama e Bairros Adjacentes e Cidade Vizinha.

O deputado Fábio Novo (PT) apresentou dois projetos. Um deles cria a Rota das Cachoeiras do Piauí e outro concede título de cidadania piauiense a Leandro Antonio Grass Peixoto. Evaldo Gomes (Solidariedade) quer concessão semelhante a Erlan Martins dos Santos. Em outra matéria, esse parlamentar quer obrigar alguns estabelecimentos de lazer a adotar medidas de auxílio a mulheres em situação de risco.

Um projeto de resolução para alterar o Regimento Interno da Alepi também foi apresentado. O presidente da Alepi, Franzé Silva (PT), propõe mudanças na forma de substituição de alguns componentes da Mesa Diretora.

Matéria do Tribunal de Justiça solicitando o desarquivamento de projeto enviado em 2022 também foi lido na sessão plenária.

Requerimentos

Foram requeridas a realização de quatro sessões solenes. Três são de autoria de Fábio Novo, sendo que uma deve ser realizada no dia 6 de julho de 2023, em alusão aos 50 anos de criação do Departamento de Matemática da Universidade Federal do Piauí (UFPI), outra, em alusão ao Dia nacional do Bibliotecário, deve ser realizada no dia 27 de março, e uma última, será feita para celebrar os 50 anos de fundação da rádio Pioneira de Teresina. Bárbara do Firmino (PP) também requereu uma sessão solene. Ela será em alusão ao Dia Mundial do Rim, comemorado no dia 9 de março. Outro requerimento apresentado foi de autoria de Henrique Pires (MDB). Ele solicita serviço de pavimentação asfáltica na Rua Pablo Picasso, no Bairro Itararé.

Modernização da Alepi

Durante a sessão plenária da Alepi desta segunda-feira, o presidente da Casa, Franzé Silva, anunciou melhorias na internet disponibilizada para servidores, visitantes e imprensa. Em parceria com a Piauí Conectado, o Poder Legislativo passa a oferecer mais velocidade, qualidade e oferta de dados. Após a sessão, o parlamentar se dirigiu à Praça do Povo para testar a inovação no próprio celular.

Ainda no Plenário, Franzé Silva também informou que os servidores receberão o salário no 5º dia útil neste mês. O objetivo é que as ações de melhoria do equilíbrio financeiro da Alepi permitam que os pagamentos sejam feitos dentro do mês.

Também na sessão plenária, Evaldo Gomes informou que estará em Brasília nos próximos dois dias, com a Secretária de Esportes do Estado, Josiene Campelo, buscando recursos para a pasta. Para isso, tem reuniões marcadas com a Ministra do Esporte, Ana Moser, e com o senador Marcelo Castro.

Outro deputado que usou a palavra na tribuna da Alepi foi Warton Lacerda (PT). O parlamentar falou sobre os requerimentos que apresentou na semana passada para reforçar as demandas para a região de Altos, entre elas o prolongamento do metrô, a instalação de um Instituto Federal e a criação do território de desenvolvimento Vale do Gameleira.

Fonte: Portal Meio Norte