O empresário Eric Nicolas Castro Silva, proprietário da rede de farmácias Pop Farma, foi transferido para a Cadeia Pública de Altos (CPA), a cerca de 27 km de Teresina. Ele é investigado pela Polícia Civil por supostamente comercializar medicamentos provenientes de cargas roubadas em suas filiais na capital piauiense.
De acordo com as investigações, Eric e o representante comercial Francisco Machado faziam parte de um esquema de desvio e venda de medicamentos e produtos de higiene. As cargas eram subtraídas principalmente nas rodovias entre Imperatriz (MA), São Luís (MA) e Teresina (PI). Para a prática dos crimes, eram utilizadas armas de grosso calibre registradas legalmente.
O material ilícito era distribuído em farmácias da rede localizadas nos bairros São Joaquim, zona Norte, e Parque Piauí, zona Sul de Teresina. Segundo a polícia, Francisco era o responsável por intermediar as negociações.
Em coletiva de imprensa, o delegado Laércio Evangelista, coordenador do Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO), detalhou o esquema.
“Os roubos ocorriam na estrada, geralmente na saída de Imperatriz para São Luís ou de Imperatriz para Teresina. Eles já atuavam sempre no mesmo trecho e repassavam esses medicamentos e materiais roubados para a farmácia de Teresina”, explicou.
A investigação aponta que pelo menos sete cargas foram desviadas para abastecer a rede Pop Farma. O caso segue sob apuração do DRACO, e os suspeitos permanecem à disposição da Justiça.
A 23ª edição da Parada da Diversidade de Teresina acontece nesta sexta-feira (3), a partir das 17h, na Praça Pedro II, no Centro da capital. O local foi escolhido por seu simbolismo: foi lá que, em 2002, o movimento em defesa dos direitos da comunidade LGBTQIAP+ começou a ganhar força na cidade.
Promovido pelo Grupo Matizes, o evento tem como objetivo celebrar a diversidade, promover o respeito e valorizar a cultura como instrumento de transformação social. Reconhecida como patrimônio cultural imaterial do Piauí pela Lei nº 8.808, a Parada integra o calendário oficial de eventos do estado.
A programação contará com apresentações musicais e performances artísticas. Entre as atrações estão as DJs Tainah Porta, Samantha Menina, Mafher e Jr Mysterious, além das performances de Savana Victoria, Cauré Filó e Sakalla Spark’s.
O ponto alto do evento será o show de Linn da Quebrada, cantora, atriz e ativista que se tornou uma das vozes mais influentes da militância LGBTQIAP+ no Brasil. Sua apresentação promete encerrar a noite com uma mensagem de resistência e transformação.
A Parada da Diversidade conta com patrocínio do Governo do Piauí, por meio da Secretaria da Cultura (Secult) e do Sistema Estadual de Incentivo à Cultura (Siec), além do apoio do Armazém Paraíba, Sebrae e da Lei Paulo Gustavo, do Ministério da Cultura.
O assassinato do fisiculturista Valter Aita, de 41 anos, morto a facadas em 7 de setembro em Chapecó (SC), ganhou novos contornos após coletiva da Polícia Civil realizada nesta quarta-feira (1º). Segundo os investigadores, a esposa dele, Andréia Carvalho Aita, enviada para a prisão em flagrante, trocava mensagens de texto com ameaças explícitas, muitas vezes acompanhadas de emojis de facas, semanas antes do crime.
De acordo com o inquérito, Valter foi surpreendido com um golpe certeiro na jugular enquanto ainda despertava. A esposa é acusada de homicídio doloso com duas qualificadoras: motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima.
Vigilância obsessiva
As investigações apontam que Andréia apresentava comportamento obsessivo. Ela teria feito buracos na parede do apartamento para vigiar o marido, além de fotografá-lo enquanto dormia. Mensagens, áudios e vídeos revelam um histórico de ameaças constantes, em que ela afirmava que Valter “iria pagar” pelo que estaria fazendo com ela.
O fisiculturista chegou a responder que não aceitaria ser ameaçado com facadas. A suspeita também gravava vídeos tentando flagrar o companheiro mexendo no celular, convencida de que era traída.
A perícia ainda encontrou interações dela com uma inteligência artificial, nas quais demonstrava frustração e descontrole diante da suspeita de infidelidade.
A noite do crime
Segundo laudos, Valter sofreu múltiplos golpes de faca de cozinha. O delegado Rodrigo Moura explicou que os primeiros ferimentos foram desferidos enquanto a vítima ainda estava na cama. Marcas de sangue próximas à porta indicam que a faca pode ter sido retirada quando ele tentou se levantar.
O fisiculturista foi atingido na cabeça, nuca, rosto, braços, pernas e tórax, mas ainda conseguiu correr até a escada do prédio, onde caiu desacordado. Uma vizinha afirmou nunca ter ouvido brigas entre o casal, mas, no dia do crime, escutou gritos de socorro de Valter: “Meu Deus, por que você está fazendo isso?”.
Já em depoimento, Andréia declarou ter dado apenas três golpes e disse que a faca estava nas mãos do marido. Ela também mencionou desavenças envolvendo sua prática religiosa e confirmou que as desconfianças de traição começaram em março.
Vida discreta e antecedentes
Casados desde 2021, Valter e Andréia mantinham uma vida discreta. No entanto, a investigação revelou que ela era considerada foragida da Justiça do Rio Grande do Sul, onde já havia sido condenada a 15 anos de prisão por tentativa de latrocínio (roubo seguido de morte).
A Polícia Civil deve concluir o inquérito nos próximos dias, e Andréia segue presa preventivamente.
Um acidente trágico registrado na noite desta quinta-feira (2) resultou na morte de um carroceiro na PI-303, zona rural de Bom Princípio do Piauí. A vítima foi identificada como Genilson Sousa Oliveira, de 30 anos.
De acordo com informações do 31º Batalhão da Polícia Militar, Genilson estava em uma carroça acompanhado da esposa e da filha quando o veículo foi atingido por um caminhão. O carroceiro não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. O corpo foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML).
A esposa e a filha dele, que também estavam na carroça, ficaram feridas e foram socorridas para o Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA), em Parnaíba. O animal que puxava a carroça também sofreu graves ferimentos.
O motorista do caminhão relatou à polícia que não conseguiu visualizar a carroça na rodovia no momento do acidente. Ele foi encaminhado à Central de Flagrantes de Parnaíba, onde prestou depoimento e serão adotados os procedimentos legais cabíveis.
A Polícia Civil do Piauí deflagrou, nesta quinta-feira, 2 de outubro, mais uma “Operação Cerco Fechado”, para dar cumprimento a mandados de prisão e de busca e apreensão em todo o estado. De acordo com o delegado-geral, Luccy Keiko, essa operação ocorreu dentro do Pacto pela Ordem, programa do Governo do Estado realizado por meio da Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI).
A operação teve como objetivo principal reduzir os índices de criminalidade no Piauí, desarticulando grupos criminosos e tirando de circulação indivíduos envolvidos em atividades ilícitas. A ação cumpriu mandados relacionados a crimes como furtos, roubos, tráfico de drogas, estupro, violência doméstica e homicídios em 32 municípios.
Ao todo, 166 mandados de busca foram cumpridos, 128 pessoas foram presas (sendo 108 em cumprimento de mandados de prisão), 21 veículos e 95 aparelhos celulares foram apreendidos. Além disso, 13 armas de fogo foram apreendidas.
A operação, determinada pela Delegacia-Geral, contou com a participação de mais de 500 policiais civis de todo o estado e o apoio operacional da Polícia Militar do Piauí e da Secretaria de Justiça.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) disse nesta quinta-feira (2) que será candidato ao Palácio do Planalto em 2026 caso Jair Bolsonaro (PL), hoje inelegível e condenado a 27 anos e três meses de prisão por crimes como tentativa de golpe de estado, siga impedido de concorrer. Ele afirmou que vai levar a candidatura até o fim, mesmo que o partido ou seu pai decidam apoiar outro nome da direita.
“Eu acho que há um espaço, a robustez numa candidatura com o sobrenome Bolsonaro. Acho que estou no meu terceiro mandato, que sou uma pessoa que é conhecida da sociedade, coloco sempre as minhas opiniões à disposição do escrutínio público. Acredito que nós estamos no momento em que estou maduro o suficiente. A única coisa que me fará não ser candidato é a candidatura do presidente Jair Bolsonaro”, disse em entrevista exclusiva ao SBT.
E complementou: “Na condição que Bolsonaro está hoje, que considero na condição de refém, nós não podemos exigir dele que seja feita uma livre tomada de decisão. Se as estratégias dos nossos opositores forçarem Bolsonaro a tomar qualquer tipo de decisão, eu estou aqui para derrubar essa estratégia e vou obrigar o regime brasileiro a se expor”.
Eduardo ponderou que não descarta uma mudança de partido, se isso for preciso, e que voltar para o Brasil não está nos planos agora pelo risco de uma prisão. Por isso, admite a possibilidade de fazer uma campanha eleitoral à distância, apostando na força da internet.
“Se eu retornar ao Brasil agora, vou ser preso mesmo sem ter cometido nenhum tipo de crime. Somos muito fortes na rede social. Acredito que a gente consegue fazer a nossa mensagem chegar a várias pessoas do Brasil”, afirmou.
O deputado fez referência a Epitácio Pessoa, eleito 11º presidente brasileiro em 1919, depois de passar a campanha em Paris.
“A gente já teve no passado do Brasil mesmo antes das redes sociais, né? Na virada do século 19 para o 20, tivemos 100 anos atrás um presidente que foi eleito mesmo estando fora do país, então isso daí não seria novidade”.
Ele também sinalizou estar dialogando com o Partido Liberal em busca de apoio para seu projeto.
“O PL é o maior partido da Câmara, é o atual partido do presidente Bolsonaro. Gostaria, por óbvio, de continuar no PL, mas também entendo que é necessário haver um suporte. Vou fazer essas tratativas de maneira interna”, afirmou.
Atuação nos EUA
Morando nos Estados Unidos desde fevereiro, o parlamentar negou que sua atuação fora do país esteja sendo alvo de críticas por familiares e aliados, sobretudo após as sanções aplicadas pela Casa Branca.
“Nunca chegou até mim nenhum tipo de recado falando que Bolsonaro teria puxado minha orelha, que meu pai teria falado isso ou aquilo. Eu vejo pela imprensa, mas eu não consegui ter a materialidade para realmente verificar se isso daí era verdade ou apenas boato. De qualquer maneira, nada disso vai me brecar”, disse.
Eduardo Bolsonaro admitiu manter uma boa relação com integrantes do governo de Donald Trump, mas negou a acusação de coação para supostamente atrapalhar os processos em curso contra Jair Bolsonaro feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR). “Isso visa me tirar do pleito de 2026. É estratégia”, disse.
Anistia
O parlamentar voltou a defender uma anistia ampla, geral e irrestrita. Também negou que tenha sido procurado pelo relator do PL da Dosimetria, Paulinho da Força (Solidariedade-SP), para um alinhamento do texto.
“A única possibilidade de nós realmente pacificarmos o país é uma anistia baseada nos fatos, tendo como marco inicial 2019. Qualquer jeitinho brasileiro, qualquer gambiarra sobre isso daí não terá o condão de reduzir a temperatura que vem do exterior”, disse.
Eduardo Bolsonaro afirmou ainda que, sem a anistia, outras autoridades brasileiras podem se tornar alvos de Trump.
“Cada vez mais, instituições aconselhando a retirar o seu dinheiro do Brasil vai, provavelmente, continuar. Falo provavelmente porque eu não sou o dono da caneta, mas consigo enxergar que continuará uma pressão vinda dos Estados Unidos e dando sequência a sanções a outros atores do entorno de Moraes. Talvez outros ministros da Suprema Corte, talvez delegados da Polícia Federal”, disse. Lula e Trump
O parlamentar comentou o encontro entre o presidente Lula (PT) e Donald Trump na Assembleia Geral da ONU, em Nova York, e disse ser favorável a uma reunião presencial entre os dois.
“Eu vi o presidente Trump agindo com genialidade e também dando continuidade naquilo que é a sua tradição, que é de surpreender. Ele é imprevisível e ele acabou desmontando toda a estratégia do Lula. Mas quero que ocorra esse encontro”, afirmou.
Uma mulher identificada como Elenita Pereira Sousa foi presa preventivamente na tarde desta quinta-feira (2), em Parnaíba. De acordo com a Polícia Civil, a suspeita se apresentava como diarista para ter acesso às residências das vítimas e, durante os serviços, furtava joias e outros objetos de valor.
Após várias denúncias, a Central de Inquérito e Audiência de Custódia III – Polo Parnaíba (TJ-PI) expediu mandado de prisão preventiva contra Elenita.
A investigação apontou que a mulher chegou a se mudar para Teresina e também viveu em outras cidades depois de tomar conhecimento de que estava sendo monitorada pela Justiça. No entanto, ao retornar para Parnaíba, acabou localizada e presa pela Polícia Civil.
Elenita Pereira Sousa era considerada foragida e agora está à disposição da Justiça para responder pelos crimes que lhe são atribuídos.
O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério Público do Piauí (Procon/MPPI) reforçou as ações de fiscalização em postos de combustíveis nos municípios de Teresina, Lagoa do Piauí e Altos, como parte de uma operação voltada à apuração de denúncias sobre a qualidade dos combustíveis vendidos à população. As queixas foram encaminhadas tanto ao órgão quanto à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Ao todo, 15 postos foram inspecionados. Durante as visitas, equipes técnicas coletaram amostras de gasolina, etanol e diesel, que foram enviadas para análise laboratorial da ANP. A ação visa coibir a comercialização de combustíveis fora dos padrões legais, prática que pode comprometer o funcionamento dos veículos e colocar em risco a segurança dos consumidores.
A ocorrência mais grave foi registrada em um posto localizado na zona Leste de Teresina, onde a análise preliminar confirmou a venda de gasolina adulterada. Como resultado, quatro bicos de abastecimento foram lacrados pela equipe de fiscalização.
De acordo com dados do Painel de Postos Fiscalizados do Procon/MPPI, entre outubro de 2024 e outubro de 2025, foram realizadas 466 fiscalizações em 81 cidades do Piauí. Destas, 67 resultaram em autuações e na abertura de processos administrativos contra postos por práticas irregulares.
O chefe da Divisão de Fiscalização do Procon/MPPI, Arimatéa Arêa Leão, destacou a importância da participação dos consumidores na identificação de irregularidades. “É essencial que o cliente peça o cupom fiscal. Esse documento é a principal prova da compra realizada e pode ser usado em caso de irregularidade. O Procon está atento e realiza fiscalizações contínuas para garantir a qualidade dos serviços prestados à população”, afirmou.
O Procon/MPPI orienta que denúncias podem ser feitas por meio dos canais oficiais do órgão e reforça que novas ações estão previstas para os próximos meses. O objetivo é assegurar o respeito aos direitos dos consumidores e coibir práticas abusivas no mercado de combustíveis.
O rapper Gustavo da Hungria Neves, de 34 anos, conhecido nacionalmente como Hungria Hip Hop, foi internado de forma emergencial na manhã desta quinta-feira (2) no Hospital DF Star, em Brasília. O artista apresentou sintomas compatíveis com intoxicação por metanol e está passando por tratamento intensivo, incluindo sessões de hemodiálise.
Imagens divulgadas pelo portal Metrópoles mostram o cantor hospitalizado, sendo monitorado por uma equipe médica especializada. Segundo sua assessoria, Hungria já está sendo tratado com etanol intravenoso, protocolo comum em casos de intoxicação por metanol, e também passou por um procedimento para a colocação de cateteres, necessário para a realização da hemodiálise.
De acordo com o boletim médico divulgado pelo hospital, o quadro clínico do rapper inclui cefaleia intensa, náuseas, vômitos, turvação visual e acidose metabólica, sinais que reforçam a suspeita de envenenamento por metanol — uma substância tóxica frequentemente encontrada em solventes, combustíveis e bebidas adulteradas.
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) informou que, até o momento, não há confirmação oficial de casos de intoxicação por metanol na capital. O órgão disse que está apurando o ocorrido.
Hungria é um dos principais nomes do hip hop nacional e acumula milhões de seguidores e ouvintes em plataformas digitais. Até a última atualização desta matéria, o estado de saúde do artista é estável, mas ele segue sob observação.
O réu Alandilson Cardoso, namorado da vereadora Tatiana Medeiros, pode ser liberado após decisão do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI) que declarou ilícitas as provas que fundamentavam a denúncia contra ele e outros 16 réus, acusados de organização criminosa, lavagem de dinheiro e outros crimes.
O cancelamento das audiências de instrução e julgamento, previstas para esta semana, foi confirmado na terça-feira (30) pela Vara de Delitos de Organização Criminosa, após a concessão de habeas corpus pelo TJ-PI. A decisão considerou ilegal um Relatório de Inteligência Financeira (RIF) usado pela acusação. Com isso, todas as provas derivadas desse relatório foram descartadas, conforme a “teoria dos frutos da árvore envenenada”.
Agora, a continuidade da ação penal depende da apresentação de novas provas autônomas pelo Ministério Público do Piauí (MPPI), ou seja, elementos que não tenham relação com o documento considerado ilícito.
Especialistas apontam dois possíveis desdobramentos:
O MPPI apresenta provas válidas e o processo segue;
Caso não consiga, a ação penal será extinta sem julgamento do mérito, e todos os réus, incluindo Alandilson, poderão ser soltos.
Situação de Alandilson Alandilson está preso desde março de 2025, quando foi detido em Minas Gerais. Em junho, passou a cumprir Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), após suspeitas de manter contato telefônico com Tatiana Medeiros durante a custódia.
Além dele, outros 15 réus respondem no mesmo processo. Tatiana Medeiros, presa preventivamente em abril, atualmente cumpre prisão domiciliar por motivos de saúde. Segundo a Polícia Federal, a campanha eleitoral que levou Tatiana ao cargo em 2024 teria sido financiada com recursos de uma facção criminosa. Ela e Alandilson também respondem em processo paralelo por corrupção eleitoral.
O que diz o MPPI Até o momento, o Ministério Público não se manifestou oficialmente sobre a apresentação de novas provas. A Vara de Delitos de Organização Criminosa determinou que o órgão avalie a viabilidade de continuidade do processo apenas com base em elementos considerados lícitos.