A Polícia Civil do Piauí, por meio da 8ª Delegacia Seccional de Teresina – Divisão 1 (8ª Delegacia de Polícia), deu cumprimento, ontem sexta-feira (31/01), ao mandado de prisão preventiva em desfavor de um homem de iniciais M.A.C., de 18 anos de idade, no bairro Parque Itararé, zona sudeste da capital.
Além da prisão, devido crime de roubo majorado em Teresina, a ação teve ainda um cumprimento de mandado de busca e apreensão na casa do suspeito, também no bairro Parque Itararé. De acordo com a delegada-titular da unidade referida, Amanda Bezerra, no local foram encontrados e apreendidos diversos relógios, aparelhos celulares e cartões de banco, possivelmente das vítimas de assalto do criminoso.
A ação contou com o apoio do Batalhão de Rondas Ostensivas de Natureza Especial – BPRONE e do 8º Batalhão de Polícia Militar.
A Comissão Especial de Contratação da Fundação Municipal de Saúde (FMS) , especialmente nomeada para este fim, concluiu a análise de propostas de três Termos de Referência divulgados em 16 de janeiro de 2025, selecionando as empresas aptas a fornecer medicamentos, insumos de laboratório e insumos de odontologia para os estabelecimentos de saúde do município de Teresina. Os valores finais aprovados foram menores que os estimados, resultando em economia para os cofres públicos do município.
O resultado da análise, que detalha as empresas selecionadas, está disponível no site da FMS e no Diário Oficial do Município.Charles Silveira, Presidente da FMS, explicou que a convocação teve ampla repercussão na mídia, com propostas recebidas de diversos estados brasileiros, demonstrando o empenho de todos em contribuir para a resolução da crise na saúde. “a Comissão Especial de Contratação conduziu todo esse processo de maneira justa, transparente e eficiente.”, afirmou.
A FMS está finalizando os trâmites legais para concluir o processo de aquisição, com previsão de recebimento dos medicamentos e insumos na próxima semana, suprindo a rede de saúde por 60 dias. “Estamos em uma situação de emergência, lutando diariamente para reerguer a saúde pública de Teresina e manter a continuidade dos serviços essenciais. Trabalhamos arduamente para garantir que os insumos cheguem às unidades o mais rápido possível”, destacou o Presidente da FMS.
O último Termo de Referência, referente ao Material- Médico Hospitalar, está em fase de elaboração da ata de julgamento para a divulgação da lista de empresas vencedoras.
Entenda a situação:
Diante da crise na rede de saúde da FMS, marcada pelo desabastecimento de itens essenciais, a gestão municipal convocou empresas fornecedoras para a aquisição imediata de materiais e medicamentos para abastecer a rede de saúde municipal por 60 dias. Medidas paliativas, como empréstimos de hospitais parceiros, estavam sendo adotadas para suprir a falta de medicamentos e insumos, afetando o HUT, 92 UBS’s, 10 hospitais, 3 UPA’s, 4 maternidades, 7 CAPS’s, 2 CEO’s e o Laboratório Raul Bacelar.
A partir deste sábado (1º), cozinhar ficará mais barato para a maioria dos brasileiros. Entra em vigor a redução do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo arrecadado pelos estados, sobre o gás. Cada quilo de gás liquefeito de petróleo (GLP) pagará R$ 0,02 a menos de ICMS.
A exceção será para os consumidores baianos. Na quinta-feira (30), a refinaria privatizada de Mataripe anunciou a elevação do gás de cozinha em 9,2%, o que levará a um aumento de até R$ 8 por botijão, segundo o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás).
Com base nos preços médios pesquisados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) de fevereiro a setembro do ano passado, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão que reúne os secretários estaduais de Fazenda, decidiu reduzir de R$ 1,41 para R$ 1,39 por quilo o ICMS do gás de cozinha. Segundo o conselho, a média de preços mais baixa em 2024 justificou a redução do imposto.
Embora tenha reduzido o ICMS para o gás de cozinha, o Confaz elevou o tributo para a gasolina, o etanol, o diesel e o biodiesel. Pelo modelo em vigor desde o ano passado, o conselho decide em outubro de cada ano, as alterações no ICMS que entram em vigor em fevereiro do ano seguinte.
As alíquotas de ICMS passaram para os seguintes valores:
Combustível
Alíquotas até janeiro
A partir de 1º de fevereiro
Gasolina / Etanol
R$ 1,37 por litro
R$ 1,47 por litro
Diesel / Biodiesel
R$ 1,06 por litro
R$ 1,12 por litro
Gás de cozinha
R$ 1,41 por quilo
R$ 1,39 por quilo
Fonte: Confaz
Desde 2022, as alíquotas do ICMS sobre os combustíveis são estabelecidas em valores fixos por litro, ou por quilo, no caso do gás de cozinha. Antes disso, as alíquotas estaduais obedeciam a um percentual do preço final definido por cada Unidade da Federação.
Gás natural
Não apenas o gás de cozinha ficará mais barato. Também neste sábado entra em vigor a redução de 1% no preço do gás natural às distribuidoras, anunciada pela Petrobras na quinta-feira.
Atualizado a cada três meses pela Petrobras, os preços do gás natural, usado por grandes consumidores, como indústria, obedecem às oscilações do barril do petróleo tipo Brent e do dólar. Para o trimestre que inicia em fevereiro, o dólar subiu 5,3%, mas a referência do petróleo (Brent) caiu 6%, justificando a redução de 1%.
Desde dezembro de 2022, segundo a Petrobras, o preço médio do gás natural vendido às distribuidoras acumula redução de 23%. A conta inclui tanto a recente redução de 1% como os prêmios por performance e de incentivo à demanda, aprovados em maio e em outubro de 2024, respectivamente.
O número de empregos com carteira assinada no setor privado atingiu volume recorde, de 39,2 milhões no último trimestre de 2024. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada ontem sexta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado, que não inclui empregados domésticos, é 3,3% superior ao apurado no mesmo período do ano anterior, ou seja, 1,3 milhão de pessoas a mais.
“Desde 2022, a gente vem registrando, para todos os trimestres, uma expansão anual significativa da população com carteira assinada. Tivemos uma queda importante no ano de 2020, por conta da pandemia. Essa população já começa a se recuperar no final do ano de 2021, se recompõe em 2022. E, mesmo após sua recomposição, segue crescendo em 2023 e 2024. A gente não para apenas na recuperação das perdas de 2020, mas segue em expansão”, afirma a pesquisadora do IBGE Adriana Beringuy.
O número de empregos sem carteira assinada também aumentou no período (5%), chegando a 14,2 milhões e mantendo um patamar alto, próximo do recorde registrado no terceiro trimestre de 2024.
Outro segmento que apresentou alta foi o de trabalhadores do setor público, que cresceu 4,5% no ano e atingiu o contingente de 12,8 milhões. Tanto os trabalhadores por conta própria (26 milhões) quanto os domésticos (5,9 milhões) mantiveram-se estáveis na comparação com o último trimestre de 2023.
A taxa de informalidade ficou em 38,6% da população ocupada (ou 40 milhões de trabalhadores) contra 38,8 % no trimestre encerrado em setembro e 39,1 % (ou 39,5 milhões) no mesmo trimestre de 2023.
Emprego
A Pnad Contínua mostrou que a população ocupada cresceu 2,8% no ano e chegou a 103 milhões no quarto trimestre.
“Na pandemia, chegamos a ter 83 milhões de pessoas na condição de ocupadas. Quatro anos depois, temos um crescimento de praticamente 20 milhões de pessoas ocupadas”, afirma a pesquisadora do IBGE.
Entre os setores que tiveram aumento nos postos de trabalho no período estão a indústria geral (3,2%), a construção (5,6%) e o comércio (2,8%).
Também apresentaram alta as atividades de transporte, armazenagem e correio (5,2%), alojamento e alimentação (4,2%), informação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (3,7%) e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,8%).
O nível da ocupação, que representa a parcela de pessoas ocupadas em relação à população em idade de trabalhar, ficou em 58,7%, 1,1 ponto percentual a mais que no mesmo período do ano anterior (57,6%).
A taxa de desemprego ficou em 6,2% no último trimestre de 2024, inferior ao observado no último trimestre de 2023 (7,4%).
A população subutilizada, ou seja, aquela que está desempregada ou trabalha menos do que poderia, ficou em 17,8 milhões, a menor desde o trimestre encerrado em maio de 2015 (17,7 milhões).
Já a população desalentada, que inclui aqueles que gostariam de trabalhar e estavam disponíveis, mas que não buscaram trabalho por vários motivos (não conseguiria trabalho adequado, não tinha experiência profissional, não havia trabalho na localidade, era muito jovem ou muito idoso), ficou em 3 milhões, 12,3% a menos que no último trimestre de 2023.
A taxa de desocupação, também conhecida como taxa de desemprego, no país ficou em 6,2% no último trimestre de 2024. O índice é estatisticamente estável em relação ao terceiro trimestre do ano (6,4%) e inferior ao observado no último trimestre de 2023 (7,4%). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada ontem sexta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Com o resultado, a taxa anual de desocupação ficou em 6,6%, o menor patamar da série histórica iniciada em 2012. Antes disso, o menor nível havia sido 7% em 2014.
No último trimestre de 2024, o contingente de desocupados ficou em 6,8 milhões, estável em relação ao trimestre anterior e 15,6% inferior ao último trimestre do ano anterior (menos 1,3 milhão de pessoas).
A população ocupada (103,8 milhões) cresceu em ambas as comparações: 0,8% (mais 789 mil pessoas) no trimestre e 2,8% (mais 2,8 milhões de pessoas) no ano.
O rendimento real habitual do trabalhador subiu para R$ 3.315 no último trimestre de 2024, ou seja, altas de 1,4% na comparação trimestral e de 4,3% na comparação anual. A massa de rendimento real habitual registrou o volume recorde de R$ 339,5 bilhões, 2,3% a mais (ou mais R$ 7,5 bilhões) que no trimestre anterior e 7,4% superior (ou mais R$ 23,3 bilhões) que no quatro trimestre de 2023.
A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação e da economia global fizeram o Banco Central (BC) aumentar mais uma vez os juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic, juros básicos da economia, em 1 ponto percentual, para 13,25% ao ano. Além de esperada pelo mercado financeiro, a elevação em 1 ponto havia sido anunciada pelo Banco Central na reunião de dezembro.
Em comunicado, o Copom afirmou que as incertezas externas, principalmente nos Estados Unidos, suscitam dúvidas sobre a postura do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano). Em relação ao Brasil, o texto informa que a economia brasileira está aquecida, com a inflação cheia e os núcleos (medida que exclui preços mais voláteis, como alimentos e energia) acima da meta de inflação, e que as incertezas sobre os gastos públicos provocaram perturbações nos preços dos ativos.
“O comitê segue acompanhando com atenção como os desenvolvimentos da política fiscal impactam a política monetária e os ativos financeiros. A percepção dos agentes econômicos sobre o regime fiscal e a sustentabilidade da dívida segue impactando, de forma relevante, os preços de ativos e as expectativas dos agentes”, destacou o comunicado.
Em relação às próximas reuniões, o Copom confirmou que elevará a Selic em 1 ponto percentual na reunião de março, mas não informou se as altas continuarão na reunião de maio, apenas que observará a inflação. “Para além da próxima reunião, o comitê reforça que a magnitude total do ciclo de aperto monetário será ditada pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerá da evolução da dinâmica da inflação”, ressaltou.
Essa foi a quarta alta seguida da Selic. A taxa está no maior nível desde setembro de 2023, quando também estava em 13,25% ao ano. A alta consolida um ciclo de contração na política monetária.
Após chegar a 10,5% ao ano de junho a agosto do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro do ano passado, com uma alta de 0,25 ponto, uma de 0,5 ponto e uma de 1 ponto percentual.
Inflação
A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em dezembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial, ficou em 0,52%. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apesar da bandeira verde nas contas de luz, o preço dos alimentos, principalmente da carne e de algumas frutas, continuou a subir.
Com o resultado, o indicador acumula alta de 4,83% em 2024, acima do teto da meta do ano passado. Pelo novo sistema de meta contínua em vigor a partir deste mês, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.
No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em janeiro de 2025, a inflação desde fevereiro de 2024 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em fevereiro, o procedimento se repete, com apuração a partir de março de 2024. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.
No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA termine 2025 em 4,5%, mas a estimativa pode ser revista, dependendo do comportamento do dólar e da inflação. O próximo relatório será divulgado no fim de março.
As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 5,5%, 1 ponto acima do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 4,96%.
O comunicado do Copom trouxe as expectativas atualizadas do Banco Central sobre a inflação. A autoridade monetária prevê que o IPCA chegará a 5,2% em 2025 (acima do teto da meta) e 4% no acumulado em 12 meses no fim do terceiro trimestre em 2026. Isso porque o Banco Central trabalha com o que chama de “horizonte ampliado”, considerando o cenário para a inflação em até 18 meses.
O Banco Central aumentou as estimativas de inflação. Na reunião anterior, de novembro, o Copom previa IPCA de 4,5% em 2025 e de 4% em 12 meses no fim do segundo trimestre de 2026.
Crédito mais caro
O aumento da taxa Selic ajuda a conter a inflação. Isso porque juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas maiores dificultam o crescimento econômico. No último Relatório de Inflação, o Banco Central elevou para 2,1% a projeção de crescimento para a economia em 2025.
O mercado projeta crescimento um pouco menor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 2,06% do PIB em 2025.
A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.
Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como a inflação do aluguel, avançou 0,27% em janeiro, mas desacelerou em relação a dezembro, quando registrou alta de 0,94%. Com esse resultado, o índice acumula alta de 6,75% nos últimos 12 meses. Em janeiro de 2024, o IGP-M subiu 0,07%, porém ainda registrava queda acumulada de 3,32% em 12 meses. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).
“Em janeiro de 2025, a inflação ao produtor desacelerou devido à queda nos preços da soja, do gado bovino e suíno. No varejo, a inflação permaneceu contida, já que a alta dos alimentos foi compensada pela redução no preço da energia. Na construção civil, no entanto, os reajustes salariais sustentaram a aceleração da inflação interanual do setor”, explica André Braz, economista do Ibre/FGV.
Em janeiro, a taxa do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) desacelerou para 0,24%, registrando recuo significativo em relação ao avanço de 1,21% observado em dezembro. O grupo de Bens Finais retrocedeu para 0,79% em janeiro, após registrar alta de 0,83% em dezembro. Seguindo esse comportamento, o índice correspondente a Bens Finais, que exclui os subgrupos de alimentos in natura e combustíveis para consumo, passou de 1,20% em dezembro para 0,71% em janeiro.
A taxa do grupo Bens Intermediários subiu 1,26% em janeiro, superior à do mês anterior, quando registrou taxa de 0,47%. O índice de Bens Intermediários (excluindo o subgrupo de combustíveis e lubrificantes para a produção) subiu 1,20% em janeiro, alta superior à apurada em dezembro, de 0,46%. O grupo das Matérias-Primas Brutas caiu 0,75% em janeiro, registrando uma inversão em sua taxa após subir 2,35% em dezembro.
Segundo a FGV, em janeiro, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou taxa de 0,14%, apresentando ligeira aceleração em relação ao mês anterior, quando o índice subiu 0,12%. Entre as oito classes de despesa que compõem o índice, cinco apresentaram avanços nas suas taxas de variação: Saúde e Cuidados Pessoais (0,20% para 0,57%), Alimentação (1,09% para 1,31%), Vestuário (-0,11% para 0,63%), Transportes (0,30% para 0,44%) e Educação, Leitura e Recreação (-0,02% para 0,15%). Em contrapartida, os grupos Habitação (-1,08% para -1,65%), Despesas Diversas (0,85% para 0,29%) e Comunicação (0,06% para -0,03%) exibiram recuo em suas taxas de variação.
Em janeiro, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou alta de 0,71%, taxa superior à observada em dezembro, de 0,51%. O grupo Materiais e Equipamentos recuou de 0,57% para 0,43%; o grupo Serviços variou de -0,25% para 0,41%; e o grupo Mão de Obra avançou de 0,53% para 1,13%.
O governador Rafael Fonteles recepcionou, ontem quarta-feira (29), estudantes que se destacaram no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e foram aprovados para o ingresso ao curso superior nas universidades públicas. Até agora, já são mais de 4 mil alunos da rede estadual aprovados. Ao lado do secretário estadual de Educação, Washington Bandeira, o governador comemorou os resultados e atribuiu o sucesso dos estudantes piauienses ao projeto de ampliação do modelo de escola em tempo integral no Piauí.
“Mais uma vez a Seduc, as escolas, professores e professoras e os alunos estão de parabéns. Sem dúvida nenhuma, o investimento na escola de tempo integral é responsável por esse sucesso. Ele possibilita uma aprendizagem muito maior, muito melhor, e acompanha a melhoria na infraestrutura, vários programas educacionais que podem ser implementados, porque o jovem passa a estudar por mais tempo na escola. Além disso, a valorização do nosso time de professores e gestores”, avaliou Rafael Fonteles.
O secretário Washington Bandeira explicou que, este ano, a rede Seduc poderá ultrapassar os resultados de 2024. “Mais um desempenho histórico dos nossos estudantes. Estamos contabilizando mais de 4 mil aprovações, sem contar ainda com as universidades de fora do Piauí, com o Prouni e com o Fies. É muito provável que a gente consiga até superar o resultado do ano passado, que foram mais de 8 mil aprovações. O Piauí foi o primeiro lugar no número proporcional em notas acima de 950 na redação. A rede estadual Seduc, primeiro lugar do Brasil no aumento proporcional de notas acima de 950”, afirmou o secretário.
A estudante da Escola Indígena Oka ka Inaminanoko, localizada no bairro Planalto Bela Vista, zona sul da capital, foi aprovada para o curso de Direito na Universidade Federal do Piauí. “Estou muito animada e muito feliz por começar esse novo ciclo. Era um dos meus sonhos. Pretendo exercer minha profissão e é um grande privilégio poder lutar pelo povo, que é uma coisa que eu já faço”, comemorou.
O aluno Pedro Victor, que mora em Cocal dos Alves e estuda no Ceti Augustinho Brandão, foi aprovado para Medicina na UFDPar – Universidade Federal do Delta do Parnaíba. “É gratificante e impulsiona a gente a pensar que todo o esforço valeu a pena e, por mais que em alguns momentos a gente pense que não vai conseguir, tudo tem sua hora certa e todo esforço gera uma recompensa. Um sonho com dedicação gera realidade. Estou com grande expectativa, porque vai ser uma rotina nova, uma vida nova, saindo de uma realidade para entrar em outra”, disse.
A Polícia Civil do Piauí, por intermédio do Departamento Estadual de Repressão ao Narcotráfico (DENARC), realizou, ontem quarta-feira (29/01), a “Operação 09” do ano de 2025. Durante a operação foram apreendidos 176 quilos de drogas, como maconha e skunk, e uma arma de fogo com restrição de furto e furto. No total. 10 mandados de busca e apreensão foram cumpridos e, além disso, três pessoas foram presas pelo crime de tráfico de drogas.
A operação ocorreu em diversos locais da zona sul da capital, como bairro Promorar e Vila Palitolândia. De acordo com o coordenador do DENARC, delegado Samuel Silveira, toda a equipe do departamento segue empenhada em praticar a estratégia traçada pela Delegacia-Geral e Secretaria de Segurança Pública do Piauí, que é prender traficantes e proteger a sociedade piauiense.
Professores da rede municipal de Pedro Laurentino, na região sul do Piauí, terão aumento em seus salários a partir de hoje (30), afirma o prefeito Carlinhos Reis (MDB). A medida ocorre após a aprovação de um projeto encaminhado pela prefeitura, e aprovado pela Câmara Municipal, que reajusta o salário atual em dos docentes em 6,27%.
Com o novo reajuste na folha de pagamento, os docentes receberão e R$2.433,88 pela jornada de 20 horas semanais, e R$4.867,77 para aqueles profissionais que atuam em jornada de 40 horas. Esses valores, de acordo com o atual prefeito, respeitam a Lei do Piso da categoria, apontando para uma maior valorização dos professores e da educação como um todo.
“Esse reajuste representa nosso compromisso com a educação e a formação de nossas crianças, garantindo a valorização dos professores e o cumprimento deste importante instrumento que é a Lei do Piso. Vamos seguir apoiando e beneficiando a categoria docente, assim como fizemos nas gestões anteriores”, explicou.
O reajuste não é a única medida voltada para a educação anunciada no começo da gestão de Carlinhos Reis. Em visita a Unidade Escolar Procópio Inácio, o prefeito também afirmou que serão realizadas obras para reforma e modernização de escolas e da creche do município.
“Visitamos hoje (28) essa Unidade Escolar onde iremos iniciar as reformas na nossa rede de ensino. Também estivemos nas escolas Dr. Laurentino Pereira Neto, e na Creche Mãe Cristina, que também serão reformadas. Tudo isso servirá para que possamos trazer mais qualidade de vida para nossos alunos e melhorias efetivas em nossas escolas”, afirmou o gestor.