Segunda-feira, Junho 17, 2024
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Indústria piauiense cobra redução de preço dos combustíveis no Estado

O preço do combustível vem sofrendo diversos aumentos desde o ano passado e complicando a vida de brasileiros e piauienses. As variações de valores são devido a política de preços da Petrobrás e ao Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no Piauí. Diante disso, o Centro das Indústrias do Estado do Piauí (CIEPI), entidade representativa do setor no Estado, está cobrando uma avaliação efetiva dos valores cobrados e possível redução.

O segmento industrial tem sido fortemente afetado com os aumentos do combustível e isso tem contribuindo negativamente na economia e circulação de bens e serviços. Recentemente, a Petrobrás anunciou reajustes nos preços da gasolina, diesel e gás de cozinha. A alta chega a 24% para o preço do diesel, 18% para a gasolina e 16% no gás de cozinha.

Andrade Júnior, presidente do CIEPI, informa como o segmento industrial tem sido impactado pelos aumentos significativos. “Os aumentos ao preço do combustível afetam muito a indústria, principalmente em relação ao frete de mercadorias e produtos. O frete aumentado vai incidir no preço cobrado ao consumidor, que vai comprar os produtos da nossa indústria de forma mais cara. O grande gargalo no preço da gasolina e do óleo diesel são os impostos, o ICMS no Piauí é um absurdo. O preço da gasolina na refinaria é quase a metade do preço aqui cobrado e é o que sempre reforçamos, que a questão dos impostos dificulta muito os empreendimentos no nosso Estado e no país”, disse.

Pesquisa da ValeCard, que avaliou a variação do preço médio da gasolina no Brasil, aponta que entre os dias 1 e 13 de março os estados em que o consumidor mais sofreu com a variação nos preços foram Bahia (7,68%), Piauí (5,51%) e Acre (3,16%). Andrade Júnior reforça sugestões para melhorias no Piauí. “Muitos problemas poderiam ser resolvidos, se o Estado motivasse as pessoas a empreenderem e consumirem mais, com a redução dos impostos não só da gasolina, mas como diversos outros”, conclui o presidente do Centro das Indústrias.

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