Mais de 150 mil trabalhadores ainda não sacaram o abono salarial do PIS/Pasep 2025, referente ao ano-base 2023. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (13) pelo Ministério do Trabalho, que contabiliza R$ 156 milhões ainda disponíveis para saque.
Embora o calendário de pagamentos tenha sido concluído em agosto, os beneficiários têm até 29 de dezembro para retirar o dinheiro.
Quem tem direito ao PIS/Pasep?
O abono é destinado a trabalhadores da iniciativa privada e servidores públicos que, em 2023:
trabalhavam com carteira assinada;
receberam até dois salários mínimos por mês;
estavam inscritos no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos;
exerceram atividade remunerada por no mínimo 30 dias no ano-base.
Quanto cada trabalhador recebe?
O valor do abono salarial é proporcional ao tempo trabalhado em 2023.
Quem trabalhou 12 meses recebe o valor total equivalente a um salário mínimo (R$ 1.518).
Quem trabalhou 6 meses, por exemplo, recebe metade do valor.
Como sacar o benefício?
Trabalhadores da iniciativa privada recebem pela Caixa Econômica Federal, com crédito em conta corrente, poupança ou saque presencial.
Servidores públicos recebem o benefício pelo Banco do Brasil.
O saque presencial pode ser feito até 29 de dezembro em qualquer agência bancária.
Como consultar se tenho direito ao abono?
A consulta pode ser feita de forma simples pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital:
Acesse o app com seu CPF e senha do gov.br;
Toque em “Benefícios”;
Em seguida, selecione “Abono Salarial”;
O sistema exibirá se você está ou não habilitado a receber.
Pagamento em 2025
O calendário do abono salarial 2025, referente ao ano-base 2023, começou em 17 de fevereiro e terminou em 15 de agosto, contemplando mais de 24,4 milhões de trabalhadores. Ao todo, foram pagos R$ 30,7 bilhões em benefícios.
O Ministério do Trabalho reforça a importância de que os trabalhadores façam o saque dentro do prazo para não perderem o benefício.
Momentos de pânico marcaram a manhã da última quinta-feira (13) na Creche Municipal Lozinha Bezerra, em Parnaíba, no litoral do Piauí. Um homem armado com um facão invadiu o local e passou a ameaçar uma mulher, provocando desespero entre professores, funcionários e crianças de 3 a 6 anos que estavam em aula.
Segundo informações preliminares, o suspeito entrou na unidade escolar fazendo ameaças e causando tumulto. Guarnições da Polícia Militar foram acionadas imediatamente e chegaram rapidamente ao local, conseguindo controlar a situação antes que alguém fosse ferido.
No momento da invasão, a gestora da creche não estava presente. A PM permanece no local colhendo depoimentos de funcionários e testemunhas para entender as circunstâncias do caso e identificar a motivação do agressor.
A polícia segue investigando o episódio, que deixou a comunidade escolar em choque.
Aos 17 anos, a estudante Ana Clara do Nascimento Sousa, do Centro Estadual de Tempo Integral (Ceti) Domício Magalhães, transformou disciplina e foco em conquistas e se tornou exemplo para os colegas da rede estadual. Ela ganhou duas medalhas de ouro no Brasil Cup Jiu-Jitsu Tour, torneio que reúne lutadores de várias regiões do Brasil, realizado recentemente em Teresina.
“O tatame me ensinou que cada queda é uma chance de levantar melhor. Isso vale para o esporte, para os estudos e para a vida”, conta Ana Clara, que participa do projeto Seduc Esportiva, em parceria com o projeto Flor de Mandacaru, da Fundação Educacional Mandacaru.
A aluna afirma que o apoio da Secretaria de Estado da Educação do Piauí (Seduc) foi essencial para equilibrar treinos e estudos. “Com o suporte da escola e dos professores, aprendi a organizar meu tempo. Hoje me sinto mais confiante para o Enem, porque o esporte me deu foco e persistência”, afirma a estudante.
A trajetória de Ana Clara mostra como a universalização do Tempo Integral tem se consolidado como política pública de valorização do esporte nas escolas estaduais. Desde 2023, o programa Seduc Esportiva recebeu R$ 41.720.000,00 em investimentos, com a construção de 32 novas quadras e a reforma de outras 154, fortalecendo a rotina esportiva em todo o Piauí. Atualmente, 300 escolas ofertam modalidades como futsal, voleibol, atletismo, badminton, capoeira, boxe, judô, xadrez e beach tennis.
O resultado é visível nos tatames e nas salas de aula. Ana Clara acumula um histórico de vitórias: duas pratas no Teresina Open, bronze no Campeonato Piauiense, ouro e prata no Invictus BJJ Pro, ouro e bronze no Norte e Nordeste, além de ouro e prata no Bad Boys Classic e no Bad Boys Brasileiro. A conquista no Brasil Cup coroou o ciclo e abriu portas para novos desafios.
(arquivo pessoal)
Para o secretário da Educação, Washington Bandeira, histórias como a de Ana Clara reforçam que o esporte é ferramenta de transformação social e educativa. “O esporte educacional ensina estratégia, paciência e trabalho em equipe. São habilidades que fazem diferença no boletim, na vida e até na prova do Enem”, destaca o Secretário.
Ele lembra que o Seduc Esportiva não apenas incentiva a prática esportiva, mas também cria parcerias que ampliam oportunidades. “Quando o estudante encontra apoio e estrutura, ele descobre talentos e sonha mais alto. O caso da Ana Clara mostra o poder dessa política pública”, completa Bandeira.
Foi inaugurada nesta sexta-feira (14) a nova sede do Instituto de DNA Forense do Piauí (IDNA-PI), localizada no bairro Saci, zona Sul de Teresina. A cerimônia contou com a presença do governador Rafael Fonteles, autoridades da Segurança Pública e representantes da Polícia Científica. A entrega marca um avanço significativo na estrutura pericial do estado e reforça o combate inteligente à criminalidade.
Criado em novembro de 2019, o IDNA-PI é responsável por análises genéticas de vestígios criminais, identificação humana e exames de vínculo genético. Com a nova sede, o instituto passa a operar com ainda mais precisão, segurança e agilidade, ampliando a capacidade de elucidação de crimes.
Estrutura moderna e investimento de R$ 4,1 milhões
O prédio recebeu investimento superior a R$ 4,1 milhões e possui 546 m². A nova estrutura inclui salas de análise genética, setor administrativo, banco estadual de perfis genéticos, custódia de materiais, copa e áreas de repouso. Toda a unidade segue padrões rígidos de biossegurança, além de normas de segurança e acessibilidade.
O local foi planejado especificamente para abrigar o laboratório definitivo do instituto — uma demanda existente desde sua criação.
Perícia ganha agilidade e segurança
O Perito-Geral da Polícia Científica, Antônio Nunes, destacou a importância da nova sede:
“Inauguramos o Instituto de DNA Forense em 2019, mas funcionávamos em um prédio adaptado. Desde então, todos os exames genéticos que antes eram enviados para outros estados já vinham sendo feitos aqui. Agora, com esse prédio definitivo, teremos condições ideais para trabalhar com precisão e segurança em casos complexos.”
Ele reforçou que o IDNA-PI é responsável por exames fundamentais, como perícias em casos de violência sexual, identificação de cadáveres e análise de vestígios biológicos, incluindo sangue e fios de cabelo.
“Esse tipo de exame é essencial para solucionar crimes, identificar vítimas e suspeitos. Antes de 2019, muitos testes não eram feitos aqui no Piauí”, completou.
A perita Adilana Soares, chefe do instituto, ressaltou que a nova estrutura dá ao laboratório o fluxo de produção adequado, algo que não era possível no prédio anterior.
“Essa entrega é essencial. Temos agora um laboratório moderno, robusto e com fluxo desenhado com base no sistema de gestão da qualidade. Antes, como era um prédio adaptado, enfrentávamos dificuldades para integrar o fluxo. Com a nova sede, poderemos integrar nossos dados ao banco estadual de genética.”
Apoio às investigações e fortalecimento da segurança pública
Segundo a Polícia Científica, a nova sede permitirá maior rapidez na análise de materiais genéticos e dará suporte ainda mais efetivo às investigações da Polícia Civil em todo o estado.
Durante a inauguração, o governador Rafael Fonteles enfatizou que o fortalecimento da perícia é um dos pilares do combate à criminalidade.
“O principal investimento para a segurança pública é em inteligência e integração. Este instituto fortalece a perícia criminal com equipamentos essenciais para a elucidação de crimes e garantia de condenações baseadas em provas robustas. É uma vitória da Polícia Científica e um passo importante para evitar que criminosos voltem a agir por falta de condenação adequada.”
O Secretário de Segurança Pública, Chico Lucas, também destacou o impacto da nova sede para a resolução de crimes no estado:
“O Instituto de DNA Forense já funcionava, mas precisávamos de ampliação e de mais investimentos em equipamentos. Temos um corpo de peritos extremamente qualificado. O DNA tem papel essencial em crimes sexuais e em casos de desaparecimento. A importância desse trabalho é garantir provas qualificadas que levem não só à prisão, mas também à condenação dos criminosos.”
Com a nova estrutura, o Piauí se consolida como referência em perícia genética no Nordeste, ampliando a capacidade de investigação científica e fortalecendo a Justiça no estado.
O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investiga a participação de pelo menos dois indivíduos no assassinato de Iago Kaya de Sena, de 15 anos, conhecido como “Pé Podre”. O adolescente foi executado na noite de quinta-feira (13) com dois disparos de arma de fogo no tórax, no bairro Angelim, zona Sul de Teresina. Ele morreu ainda no local.
Equipes do Departamento de Polícia Científica e do Instituto de Medicina Legal (IML) estiveram na cena para realizar os primeiros levantamentos e remover o corpo.
De acordo com o delegado Danúbio Dias, do DHPP, Iago já era investigado por possível participação no homicídio do cabeleireiro José Carlos da Silva, morto em março deste ano dentro do próprio salão.
“A vítima era conhecida há um bom tempo. Ele estava sendo procurado para ser ouvido no caso do cabeleireiro, porque ele seria o piloto da moto. Quando foi localizado e interrogado, negou envolvimento, mas confirmou a identidade do autor dos disparos. Chegou a afirmar que estava com o autor momentos antes do crime”, relatou o delegado.
Danúbio explicou que a investigação avançava quando o adolescente acabou morto. “A investigação ainda precisava evoluir para que essas informações fossem confirmadas. Infelizmente ele morreu antes de o inquérito se fechar contra ele.”
Polícia já temia execução do adolescente
O delegado revelou que havia alertas sobre o risco de Iago ser assassinado devido às constantes denúncias que o apontavam como envolvido em crimes na cidade.
“Sabíamos que ele poderia ser morto, diante das informações frequentes que recebíamos sobre seu envolvimento no mundo do crime. Ontem, uma das pessoas entrevistadas afirmou que não andava mais com ele porque temia sua morte, devido às atividades criminosas”, disse.
Há ainda relatos — não confirmados — de que o jovem estaria traficando drogas na região. “Recebemos informações de que ele poderia estar traficando, mas isso ainda precisa ser verificado”, acrescentou Danúbio.
Ligação com o caso do cabeleireiro
Iago havia sido apontado como possível piloto da motocicleta utilizada no homicídio do cabeleireiro José Carlos da Silva, ocorrido em 10 de março. Ao ser ouvido, o adolescente negou ter participado do crime e indicou outro suspeito, identificado apenas como Jonas, como o autor dos disparos. Segundo o DHPP, a investigação referente aos adultos — o atirador e o mandante — já foi concluída, e o Ministério Público ofereceu denúncia.
“A investigação prosseguia para confirmar a participação do adolescente que foi assassinado ontem”, explicou o delegado.
DHPP não descarta queima de arquivo
Todas as hipóteses seguem sendo analisadas, incluindo a possibilidade de que o adolescente tenha sido vítima de queima de arquivo. No entanto, Danúbio Dias diz não ver ligação direta com o caso do cabeleireiro.
“Nada pode ser descartado, inclusive queima de arquivo. Mas acredito que não tenha relação com a morte do cabeleireiro, porque a investigação ocorria em sigilo. Ele sabia do risco de falar que tinha sido ouvido no departamento”, afirmou.
A principal linha de investigação aponta para o crime organizado. Iago também era citado em levantamentos policiais como possível integrante da facção Primeiro Comando da Capital (PCC).
A Polícia Civil segue em diligências para identificar os autores do assassinato.
Um influenciador digital, identificado apenas pelas iniciais A.D.A.M, foi alvo de uma operação da Polícia Civil na manhã desta quinta-feira (13), no município de Água Branca, por suspeita de envolvimento em rifas ilegais, promoção de jogos de azar e ocultação de patrimônio.
De acordo com a Polícia Civil, o inquérito investiga os crimes de divulgação de jogos de azar, associação criminosa, estelionato, lavagem de capitais e crimes contra as relações de consumo.
As investigações apontam que o suspeito usava suas redes sociais para divulgar rifas clandestinas e plataformas de apostas ilegais, induzindo seguidores ao erro e exibindo bens de luxo incompatíveis com sua renda declarada. A Justiça autorizou mandados de busca e apreensão, extração de dados, sequestro de um veículo de alto valor e a suspensão dos perfis do investigado nas redes sociais.
Durante a ação, os policiais apreenderam um carro e uma motocicleta de luxo. Segundo a corporação, o objetivo é interromper a atividade criminosa, proteger a população, especialmente jovens e pessoas vulneráveis, e dar continuidade às apurações sobre lavagem de dinheiro.
O delegado Bruno Luís, titular da Delegacia Seccional de Água Branca, explicou que as investigações começaram há meses e revelaram movimentações financeiras incompatíveis com a renda do investigado.
“A investigação começou em 12 de março de 2025. A gente foi acompanhando a movimentação financeira dele, que se mostrava bastante atípica para o tipo de atividade que ele desenvolve, além da aquisição de bens totalmente incompatíveis com o patrimônio declarado”, destacou o delegado.
Ainda conforme Bruno Luís, o influenciador está proibido de acessar redes sociais ou qualquer plataforma digital.
“Além da apreensão e sequestro de bens, o investigado também vai ficar proibido de acessar rede social e não pode usar quaisquer meios digitais para acessar a internet. Ou seja, a divulgação desse tipo de jogo de azar está proibida de qualquer forma para ele”, afirmou.
A operação foi coordenada pela Delegacia Seccional de Água Branca, com apoio da Superintendência de Operações Integradas (SOI). O superintendente da SOI, delegado Matheus Zanatta, ressaltou a importância da ação no combate às fraudes digitais.
“Essas operações demonstram a capacidade de investigação e resposta das forças de segurança do Piauí. Estamos atuando firmemente para desarticular esquemas de jogos ilegais e combater a lavagem de dinheiro que financia outras práticas criminosas no estado”, pontuou Zanatta.
Um corpo ainda não identificado foi encontrado nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (12) às margens da BR-226, no município de Timon (MA). O achado ocorreu no km 39 da rodovia, próximo ao povoado São Francisco.
De acordo com informações preliminares, o corpo apresentava múltiplas marcas de tiros e estava totalmente carbonizado, o que dificulta a identificação imediata da vítima. Testemunhas relataram que havia tatuagens visíveis, entre elas a imagem de um palhaço nas costas, detalhe que pode ajudar na identificação.
Moradores da região avistaram o corpo e acionaram a Polícia Militar, que isolou a área até a chegada das equipes do Instituto de Criminalística (ICRIM). O corpo foi recolhido e levado ao Instituto Médico Legal (IML) de Timon, onde passará por exames para determinar a causa da morte e confirmar a identidade da vítima.
A Polícia Civil do Maranhão assumiu as investigações e trabalha com a principal hipótese de que o caso tenha sido uma execução.
O superintendente de Operações Integradas da Secretaria de Segurança Pública, Matheus Zanatta, anunciou que vai representar pela prisão preventiva dos estrangeiros detidos durante a Operação Macondo, deflagrada na última terça-feira (11). A ação teve como objetivo cumprir mandados contra suspeitos de integrar uma organização criminosa voltada à concessão irregular de crédito (agiotagem), lavagem de dinheiro e outros crimes financeiros.
Segundo Zanatta, a intenção é transformar as prisões temporárias em prisões preventivas por prazo indeterminado, garantindo a continuidade das investigações.
“Com certeza, haverá desdobramentos dessa operação. Já estamos analisando documentos e celulares, e novas fases da investigação devem ser deflagradas”, destacou o delegado.
Familiares e vítimas dos agiotas também procuraram a Secretaria de Segurança Pública para denunciar o grupo.
“Hoje, nós vamos começar a ouvir essas vítimas. Algumas relataram que familiares chegaram a cometer suicídio em virtude da pressão que sofriam desses investigados”, informou Zanatta.
Durante as oitivas realizadas na sede da SSP, alguns dos alvos da operação permaneceram em silêncio, enquanto outros colaboraram, revelando detalhes sobre a dinâmica dos empréstimos, as cobranças e a hierarquia dentro da organização criminosa.
A Polícia Civil do Piauí confirmou ainda que a morte de um empresário do setor de motopeças, ocorrida no bairro Parque Piauí, em Teresina, está diretamente ligada à atuação do grupo de agiotagem. De acordo com o delegado Leonardo Alexandre, o empresário era alvo de ameaças e cobranças constantes, o que teria causado forte abalo psicológico e levado ao suicídio. O inquérito aponta que a vítima devia mais de R$ 40 mil aos agiotas estrangeiros, e mensagens encontradas em seu celular comprovam o tom intimidatório das cobranças.
O presidente da Comissão de Constituição da Assembleia Legislativa do Piauí, Henrique Pires (MDB), fez um discurso duro contra as alterações que estão sendo proposta à PEC da Segurança Pública que tramita no Congresso Federal.
“Nós não podemos simplesmente uma lei que chega ao Congresso para combater o crime querer impedir que a Polícia Federal atue nos estados, a não ser que seja com a concordância do Governo estadual daquele estado, com a autorização do executivo daquele estado”, afirmou Henrique Pires.
A fala do deputado, feita em discurso no plenário da Assembleia, se refere ao parecer do deputado Guilherme Derrite (PP-SP) que modifica o projeto de lei (PL) Antifacção, originalmente enviado pelo poder Executivo, condiciona as investigações conjuntas da Polícia Federal (PF) com forças estaduais sobre crimes relacionados a facções criminosas a um pedido formal do governador.
O presidente da Aprosoja Piauí, Janailton Fritzen receberá amanhã (13) uma comitiva de deputados estaduais na sede do grupo AgroFritzen. Entre os convidados estará o presidente da Assembleia Legislativa, Severo Eulálio (MDB), os Wilson Brandão (PP), Ana Paula (MDB), Firmino Paulo (PT), Dogim Félix (PP) e Mardem Menezes (PSD).
“Vamos receber essa comitiva com o presidente e mais seis parlamentares. É importante que possam conhecer o trabalho do produtor do Cerrado, não só aqui como em toda a região e ver de perto nossos avanços, apesar das dificuldades de infraestrutura. O trabalho parlamentar tem grande relevância para gerar ainda mais condições de melhoria e que o setor possa expandir e gerar mais empregos, por exemplo”, explica Janailton
O grupo AgroFritzes está há mais de 20 anos no Piauí e hoje alcança investimentos que geram mais de 600 empregos na região do Cerrado piauiense. Um dos destaques mais recentes é o investimento de R$ 70 milhões na sua primeira unidade de beneficiamento de algodão, que representa um marco para o agronegócio piauiense. Com mais de 600 colaboradores, é uma das principais empresas agrícolas do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia).
O diretor-executivo da Aprosoja Piauí, Rafael Maschio, lembra que assim que a nova diretoria da Associação assumiu fez uma visita de cortesia ao legislativo. “Essa troca de experiências e de impressões é muito importante pro setor e pro Piauí”, lembra.