Eleitores de cinco municípios vão às urnas neste domingo (5) para escolher novos prefeitos em eleições suplementares. Os mandatários eleitos deverão ficar no cargo até dezembro de 2024.
Esse tipo de eleição ocorre quando há a anulação de mais da metade dos votos concedidos ao candidato ao Executivo, no caso, prefeito, com registro indeferido.
Desta vez, os pleitos ocorrem em Capão do Cipó, Miraguaí e Redentora, no Rio Grande do Sul; Iaciara, em Goiás; e Ipanguaçu, no Rio Grande do Norte. Em dois municípios gaúchos, Caseiros e São Francisco de Assis, a votação foi suspensa por liminar (decisão provisória) até que recursos contra a cassação dos prefeitos sejam julgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Nas eleições suplementares, as urnas ficam abertas das 8h às 17h, sempre no horário local da votação. Assim como em qualquer pleito organizado pela Justiça Eleitoral, para votar basta levar um documento oficial com foto.
São aceitos, por exemplo: e-Título, carteira de identidade, identidade social, passaporte ou outro de valor legal equivalente – inclusive carteira de categoria profissional reconhecida por lei –, certificado de reservista, carteira de trabalho ou Carteira Nacional de Habilitação.
Mesmo quem cadastrou biometria precisa levar o documento com foto.
Uma carga de cerca 244 mil maços de cigarro nacional sem nota fiscal foi retida, na madrugada de hoje (05), pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR 116, em Vitória da Conquista, no sudoeste baiano. A mercadoria havia saído do Rio de Janeiro com destino a Fortaleza, no Ceará.
O flagrante ocorreu durante a abordagem a uma van com placas de São Paulo, no Km 830 da rodovia. Ao abrir o compartimento de carga do veículo, foram encontradas centenas de caixas com os pacotes de cigarro de origem nacional.
Ao todo foram apreendidos 243.950 maços de cigarros.
Os pacotes estavam sem a documentação necessária ao transporte da carga. Na troca de informações entre a PRF e a Secretaria da Fazenda da Bahia (Sefaz-BA), foram identificados indícios de sonegação fiscal. Além disso, constatou-se ainda o não recolhimento dos impostos devidos.
O motorista da van, a carga e o veículo ficaram sob a responsabilidade da Sefaz-BA, para regularização fiscal, o que incluí o pagamento dos tributos e multas provenientes da irregularidade.
Casa Civil da Presidência da República está analisando as 417 obras apresentadas pelos 27 governadores e governadoras de todo o país. Desde a reunião do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 27 de janeiro, com todos os chefes dos executivos locais, técnicos do órgão realizaram 27 reuniões individuais com representantes de cada unidade da federação.
Foto: Marcio Ferreira / MT
As obras apresentadas pelos estados constituem o primeiro passo para a organização da carteira de investimentos do governo federal em infraestrutura, com recursos públicos e privados. Essas obras integrarão um plano nacional de investimentos do governo federal e serão monitoradas por um sistema coleta de propostas e de monitoramento já criado pela Casa Civil.
Do total de 417 obras, cuja análise será concluída em abril, 136 são em rodovias (pavimentação, duplicação, entre outras), 60 relacionadas à segurança hídrica (barragens e sistema adutor, por exemplo), 32 de mobilidade urbana (construção de BRTs, corredores de ônibus etc), 21 relativas à modernização de aeroportos regionais, 21 para saneamento e 16 ferrovias (criação e expansão). Além dessas, há projetos para hidrovias, equipamentos sociais, comunicação e prevenção a desastres, entre outros.
A solenidade de substituição da Bandeira Nacional hasteada no mastro especial implantado na Praça dos Três Poderes, em Brasília, será realizada neste domingo (05), de forma mecânica e sem a presença do público.
A cerimônia, uma das mais tradicionais da capital da federal, ocorre todo o primeiro domingo de cada mês, em caráter de rodízio entre a Marinha do Brasil (MB), o Exército Brasileiro (EB), a Força Aérea Brasileira (FAB) e o Governo do Distrito Federal (GDF). Desta vez, a troca estará a cargo da FAB.
Curiosidades sobre o monumento: ▪ A Bandeira Nacional tem 20 metros de largura por 14 metros de altura e chega a pesar 40 quilos. ▪ É citada no Guinness Book como a maior bandeira hasteada do mundo. ▪ A bandeira retirada é incinerada pelo Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (DF).
O dia 27 de fevereiro de 2023 marcou oficialmente o início da mobilização e conscientização sobre a importância de manter a caderneta de vacinação atualizada, atitude que previne contra a reintrodução de doenças que já foram eliminadas no Brasil. Neste sábado (4), cinco dias depois da largada do Movimento Nacional pela Vacinação, o Ministério da Saúde já registra mais de um milhão de doses de reforço bivalentes contra a Covid-19 aplicadas no público prioritário.
Foto: Julia Prado/MS
Se você faz parte desse público, procure uma unidade de saúde. O governo federal segue ressaltando a importância da vacinação para que esse índice de pessoas com a proteção reforçada contra a Covid-19 seja cada vez maior.
Pesquisas já realizadas apontam que a estratégia de aplicação de doses de reforço eleva a efetividade das vacinas para prevenção das formas graves da Sars-CoV-2, principalmente nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), hospitalizações e mortes.
O Brasil, considerado um país pioneiro em campanhas de vacinação, desde 2016, vem apresentando retrocessos nesse campo. Não apenas a Covid-19, mas praticamente todas as coberturas vacinais estão abaixo da meta. Por isso, a mobilização nacional tem como foco retomar os altos percentuais de proteção. Essa é uma das prioridades do governo federal para a reconstrução do SUS e da cultura de imunização no país.
O Ministério da Saúde distribuiu 19 milhões de doses de vacinas bivalentes contra a Covid-19 a todas as unidades federativas do país, de forma a manter os estoques abastecidos. O envio de novas doses vai ocorrer gradualmente, de acordo com o público-alvo planejado e a capacidade de armazenamento de cada estado.
Neste primeiro momento, serão vacinadas pessoas com maior risco de desenvolver formas graves da doença: idosos acima de 70 anos, pessoas imunocomprometidas, funcionários e pessoas que vivem em instituições permanentes, indígenas, ribeirinhos e quilombolas. Em seguida, conforme o avanço da campanha, outros grupos prioritários serão imunizados e devem ficar atentos às informações de seus municípios para saber o momento de procurar uma unidade de saúde.
É importante reiterar que, para quem faz parte do público-alvo, é necessário ter completado o ciclo vacinal com os imunizantes monovalentes para, então, receber a dose de reforço bivalente, respeitando um intervalo de quatro meses da última dose recebida.
As vacinas bivalentes e monovalentes são igualmente eficazes e protegem contra a Covid-19. Quem ainda não completou o ciclo vacinal ou está com alguma dose em atraso, pode procurar uma unidade de saúde para se vacinar, mesmo que não esteja no grupo prioritário. Para todas as estratégias de vacinação propostas, o comprometimento e união da sociedade serão essenciais para que as campanhas tenham efeito.
O domingo é de clássico dos milhões no Maracanã, no Rio de Janeiro, o primeiro do ano. O Flamengo, líder do Campeonato Carioca, enfrenta o Vasco (4º), às 18h (horário de Brasília), pela 10ª e penúltima rodada do torneio. Se vencer, o Rubro-Negro conquista antecipadamente a Taça Guanabara, a primeira fase do Cariocão.
Foto: Paula Reis/ CRF
Já sem chances de título, o Cruzmaltino também busca triunfar para se aproximar da vice-liderança, que garante a vantagem do empate na semifinais do Estadual,. O clássico, com início às 18h10 (horário de Brasília), terá transmissão ao vivo na Rádio Nacional, com narração de André Luiz Mendes, comentários de Waldir Luiz, reportagem de Rafael Monteiro e plantão de notícias com Bruno Mendes.
O Flamengo entra em campo pressionado, após deixar escapar o título da Recopa Sul-Americana na última terça (28), quando perdeu nos pênaltis para o Independiente Del Valle (Equador). O técnico português Vítor Pereira não poderá contar com o atacante Pedro, que se recupera de dores musculares. No lugar dele, o treinador deve escalar o meio-campista Gerson e lançar Gabigol como centroavante.
O Cruzmaltino chega para o clássico embalado depois da goleada por 4 a 1 sobre o Boavista na última rodada. A equipe comandada pelo técnico Maurício Barbieri também poderá contar com o retorno do volante Andrey Santos (joia da base), o zagueiro Manuel Capasso e o lateral-direito Paulo Henrique, todos regularizados nesta semana.
Barbieri deve optar por um time mais conservador no clássico, com três volantes e a saída de Erick Marcus. A escalação para o duelo deve ter Léo Jardim; Puma Rodríguez, Miranda, Léo, Lucas Piton; Rodrigo, Barros (Andrey Santos), Jair; Gabriel Pec, Alex Teixeira e Pedro Raul.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) definiu as datas da segunda fase da Copa do Brasil, que reunirá 40 clubes entre a próxima terça-feira (8) e o dia 16 de março. Os jogos serão disputados em partida única, sem a vantagem do empate para a equipe visitante. Se o jogo chegar ao fim com igualdade no placar, a classificação para a terceira fase ocorrerá nos pênaltis.
Foto: Lucas Figueiredo/ CBF
O duelo Brasil-RS x Ponte Preta-SP abre a segunda fase do torneio na terça(7), às 20h (horário de Brasília), na cidade de Pelotas. No dia seguinte serão três jogos, entre eles Camboriu-SC x Bahia, às 19h. Na quarta (9) o Santos recebe o Iguatu-CE na Vila Belmiro às 21h30.
A partir do dia 14 outras sete equipes da Série A do Campeonato Brasileiro entram em campo: Coritiba, América-MG, Goiás, Botafogo, Bragantino, Vasco e Grêmio.
A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) prendeu, na sexta-feira (3), um homem de 19 anos, suspeito de ter abusado sexualmente de uma menina de sete anos em Pedro do Rosário, cidade a 341 km de São Luís.
O caso foi denunciado pela mãe da menina que procurou uma delegacia em Zé Doca, cidade a 302 km da capital maranhense. Após tomar conhecimento do crime, a Polícia Civil encaminhou o caso para a Delegacia Regional em Pinheiro. A menina passou por exames de corpo de delito que foi constatado o estupro.
Um inquérito foi aberto para investigar o caso e a prisão preventiva do suspeito foi decretada. O suspeito foi preso, na casa onde morava em Pedro do Rosário, e não resistiu à prisão.
Durante seu depoimento à polícia, ele permaneceu calado. Em seguida, foi encaminhado ao Sistema Penitenciário do Maranhão, onde vai permanecer à disposição da justiça.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sinalizou que irá tentar novamente se reeleger à presidência do Brasil nas eleições de 2026. A declaração foi feita neste sábado, 4, durante participação no maior evento de políticos conservadores do mundo, o Conservative Political Action Conference (CPAC), realizado nos Estados Unidos.
MATEUS BONOMI/AGIF – AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO
Em seu discurso, ele foi crítico aos seus antecessores no cargo e políticos de esquerda. “Jamais esperava ser presidente do Brasil, mas quando vi uma comunista ser reeleita no meus País, resolvi enfrentar esse desafio”, declarou em referência à ex-presidente Dilma Rousseff. “Eu sinto lá no fundo que essa missão ainda não acabou”, completou. O ex-presidente avaliou que a esquerda brasileira o via como um “alvo difícil”, mas que esta ala política tem perdido eleitores para novos nomes da centro-direita. Bolsonaro ainda se referiu à gestão de Lula de “novo-velho” e saiu em defesa da pauta dos bons costumes.
“A guerra na Ucrânia está consumindo uma enorme quantidade de munição”, declarou, no final de fevereiro, Jens Stoltenberg, secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), ao alertar sobre a escassez de produtos e os problemas que isso pode gerar. Apesar da mobilização do Ocidente e o apoio militar da aliança, o exército de Volodymyr Zelenksy pode ficar sem munições para continuar lutando devido à demora na produção dos materiais.
Essa situação acontece em decorrência das tropas ucranianas estarem disparando mais do que as empresas de armamentos ocidentais conseguem produzir – o tempo de espera para entrega de balas de grande calibre está chegando a 28 meses. “Os gastos com munição na Ucrânia são muitas vezes maiores do que nossas taxas de produção atuais. Isso coloca nossas indústrias de defesa sob pressão”, destacou Stoltenberg. A falta de auxílio para a Ucrânia não é a única preocupação. Sem munições, os países ocidentais ficam vulneráveis. “Essas nações não só estão entregando munições firmemente para Ucrânia, mas elas podem se colocar em situação de risco se tiverem seus estoques de munições muito baixos”, explica Igor Lucena, economista e doutor em Relações Internacionais pela Universidade de Lisboa.
Em declaração durante uma reunião do grupo de contato para a Ucrânia – que conta com representantes de mais de 50 países – Stoltenberg revelou que, inicialmente, a Otan tinha coberto as necessidades de Zelensky somente com o estoque da aliança, contudo, informou que não pode mais continuar assim. “Precisamos produzir mais para abastecer as forças ucranianas, garantindo ao mesmo tempo que tenhamos munição suficiente para defender cada centímetro do território da Aliança”. Essa mudança faz as nações pressionarem seus fornecedores a aumentarem a produção. Em contrapartida, eles também tentam fazer com que outros países, como o Brasil, passem a fornecer armamento. Em janeiro, durante o encontro do chanceler alemão Olaf Scholz com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi solicitado que o Brasil enviasse armas para a Ucrânia, mas o petista declarou que o país não vai fazer isso. “O Brasil não tem interesse em passar as munições, para que elas não sejam utilizadas na guerra entre Rússia e Ucrânia. O Brasil é um país da paz, portanto, não quer ter qualquer participação, mesmo que indireta”, declarou.
Mesmo com as pressões que os países que se mantiveram neutros até o momento tem sofrido para enviar armas para Ucrânia, ainda mais agora com a escassez de munições, Lucena não acredita que isso vá fazer com que essas nações entrem na guerra. “Países que se mantiveram neutros vão continuar neutros, o que pode acontecer é uma triangulação, ou seja, esses países vendem munições para outras nações e elas importam, legal ou ilegalmente”, explica o especialista, lembrando que foi isso que aconteceu quando os europeus decidiram enviar tanques Leopard 2 para a Ucrânia – eles precisaram da autorização da Alemanha para darem continuidade no fornecimento.
A guerra na Ucrânia fez com que outro problema surgisse: o aumento na produção de armas. “O mundo nunca conseguiu se livrar de armas, e como a guerra mexeu no ambiente geopolítico, os países acabam se rearmando. Em momento de tensões e ruptura de reações, a indústria armamentística tende a aumentar de novo, infelizmente”, diz Carlos Honorato, mestre e PhD em Administração pela FEA-USP. “É a geopolítica do mundo desde sempre e não vai ser agora que vai mudar”. Uma prova dessa mudança foi a Alemanha, que três dias após a invasão russa à Ucrânia, mudou sua política externa e anunciou que vai aumentar seus gastos militares. Essa foi a primeira vez que o governo alemão teve esse tipo de ação, que vai contra a sua política instaurada desde o fim da Segunda Guerra Mundial, após o expansionismo e crimes de guerra do nazismo. Até a invasão russa à Ucrânia, a Alemanha havia construído sua estratégia baseada na rejeição de intervenções militares e da entrega de armas a países em guerra. “A produção de armas e equipamentos já aumentou drasticamente, as principais fábricas estão funcionando em três turnos, as grandes empresas internacionais com capital aberto na Europa já valorizaram suas ações em mais de 100% nos últimos 12 meses”, fala Lucena.
Nesta semana, o chanceler alemão Olaf Scholz declarou que seu país quer reforçar, de forma maciça, sua capacidade de fabricação de munições e de equipamento militar para responder aos desafios de segurança após a invasão russa da Ucrânia. O governo está conversando com a indústria de defesa sobre fazer “uma verdadeira mudança de direção — para aquisições rápidas, planejadas e eficazes de equipamento militar do Bundeswehr e de outros Exércitos europeus”, declarou Scholz ante a Câmara baixa do Parlamento alemão. O objetivo é, segundo ele, criar na Alemanha “uma base industrial que dê sua contribuição para a garantia da paz e da liberdade na Europa”. “Precisamos de uma produção contínua de armas, equipamentos e munições essenciais. Isso requer contratos de longo prazo e avanços para desenvolver capacidades de fabricação”, frisou. Os líderes europeus prometeram ao presidente ucraniano acelerar o fornecimento de armas e munições.
Honorato vê a escassez de munição como benéfica à Rússia. “A guerra é algo programado e ameaçado por Putin há tempos. A Rússia se preparou para o conflito. O que vemos agora é que, de um lado, você tem alguém que se preparou, e de outro uma articulação está fazendo de tudo para conseguir fazer frente ao ataque russo”. Ele pontua que um dos fatores que podem ter originado essa possível escassez de munições é o fato de o Ocidente estar enviando os armamentos, mas não terem tempo suficiente para treinar os soldados. “Não adianta ter um monte de armas e não ter soldados que saibam usar, é preciso ter uma combinação de recursos”, diz Honorato, acrescentando que o problema é industrial e logístico “é você fabricar, entregar, treinar as pessoas para usar as armas”. Apesar de não ter informações sobre a situação da Rússia e se ela está passando por dificuldades no que diz respeito às munições, Vladimir Putin está solicitando armamentos para China, que, apesar de não ter declarado oficialmente que está do lado da Rússia, disse estar disposta a enviar armamento. “Isso indica que os estoques russos não estão em suas melhores formações”, aponta Lucena.
O correspondente da ‘DW‘ em Kiev, Nick Connolly, disse que o reabastecimento de munições é algo que preocupa a Rússia também. Ele conversou com um comandante do lado ucraniano que revelou que ele está tendo que fazer escolhas difíceis. “Conheci comandantes de obuseiros, de peças de artilharia, que me disseram que não sabem por quanto tempo poderão continuar fazendo seu trabalho, se serão forçados a se retirar e se afastar de posições e esperar por mais munição”, disse o correspondente à DW. Mesmo que a falta de munição seja algo com que se preocupar, Honorato não vê como possibilidade o fim da guerra por falta de munições. “Não é possível imaginar um fim da guerra por escassez de munições. Apesar das idas e vinda, não vai ser por falta de bala que a guerra vai acabar, infelizmente. Vai ter oscilações, pode ser que em um momento as coisas fiquem mais paralisadas, mas não vai acabar por falta de bala”.