O relatório expõe apenas os serviços participantes dos serviços com classificação em baixa, média ou alta conformidade, de acordo com os percentis atingidos pela avaliação do NSP VISA.
Pela 6ª vez consecutiva, o Piauí atingiu 100% de adesão na Avaliação Nacional das Práticas de Segurança do Paciente nos 25 hospitais com leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI). O resultado é referente ao ano de 2023 e se deve ao conteúdo disponível no relatório anual dos resultados de participação do Estado nesse processo, que vem sendo monitorado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde 2018.
O relatório divulgado pela Anvisa também mostra o Piauí com 100% de adesão no relatório de Avaliação Nacional das Práticas de Segurança em Serviços de Diálise pela segunda vez consecutiva.
A avaliação é baseada pelo preenchimento e análise de formulário disponibilizado pela Anvisa e permite fazer um diagnóstico das práticas de segurança do paciente nas instituições de saúde, por meio de 21 indicadores de estrutura, processo e resultado, baseados na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) N° 36/2013, que institui as ações de Segurança do Paciente em Serviços de Saúde.
Cabe às coordenações de Vigilância Sanitária Estaduais (NSP VISA) a análise, o monitoramento e divulgação dos dados. No Piauí, a Diretoria de Vigilância Sanitária do Estado (DIVISA) já se encontra em processo de análise dos conteúdos desse ano que foram encaminhados pelos serviços participantes para posteriormente dar devolutiva final à Anvisa, até o dia 22 de dezembro.
“A avaliação foi finalizada no dia 31 de agosto, por meio do sistema de informação de IRAS (LimeSurvey), o qual podemos confirmar a participação maciça dos dois segmentos de saúde”, disse a gerente de estabelecimentos de saúde da DIVISA, Romênia Noleto.
O relatório expõe apenas os serviços participantes dos serviços com classificação em baixa, média ou alta conformidade, de acordo com os percentis atingidos pela avaliação do NSP VISA.
A avaliação não é obrigatória, porém, no Piauí os serviços tem conseguido desenvolver uma cultura de segurança entendendo que essa avaliação é mais uma ferramenta de melhoria da qualidade no cuidado com pacientes e trabalhadores da saúde.
“Cabe aos núcleos de segurança do paciente estaduais a divulgação do formulário, sensibilização dos segmentos para a participação do processo, análise, devolutiva aos serviços e verificação in loco de cumprimento, assim como a consolidação e envio das informações a Anvisa”, acrescentou a gerente.
A partir das informações coletadas, é possível definir e guiar ações sanitárias nos níveis local e nacional de acordo com o planejamento e monitoramento dos NSP VISA.
“O processo de melhoria é continuo e depende de uma serie de fatores, dentre eles, apoio por parte da gestão dos estabelecimentos, colaboração e participação de todas as equipes das unidades”, disse Leila Santos, superintendente de atenção aos municípios da Sesapi.
Nesta sexta-feira (8), o Brasil abre sua participação nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026 diante da Bolívia, no estádio Mangueirão, em Belém, às 21h45 (horário de Brasília). O começo da caminhada é também o primeiro compromisso de Fernando Diniz como técnico interino da seleção desde que foi anunciado para o cargo, em julho. A estreia do Brasil terá transmissão ao vivo da Rádio Nacional. A jornada será aberta às 21h30, com narração de André Luiz Mendes, comentários de Waldir Luiz e reportagem de Bruno Mendes.
Os 23 convocados pelo comandante do Fluminense começaram a se apresentar para os treinos em Belém na última segunda-feira (4). O último a chegar foi o atacante Gabriel Jesus, do Arsenal, chamado após a desconvocação de Antony, do Manchester United, investigado por agressões à ex-namorada Gabriela Cavallin.
A expectativa é que Diniz leve a campo a seguinte formação: Ederson, Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Renan Lodi; Casemiro, Bruno Guimarães, Neymar e Rodrygo; Raphinha e Richarlison.
Fora das primeiras listas depois da Copa de 2022, feitas por Ramon Menezes, Neymar, agora atuando no Al-Hilal, da Arábia Saudita, tem a chance de fazer história no Mangueirão. Se marcar, chega a 78 gols pelo Brasil, ultrapassa Pelé e se torna de forma isolada o maior artilheiro da história da seleção, de acordo com as contas da FIFA. Vale lembrar que, para a CBF, que contabiliza outros gols em amistosos, Pelé marcou 95 gols com a camisa verde e amarela.
Já se sabe que Neymar, assim como Pelé, usará a 10 nesta sexta-feira (8). A CBF divulgou a numeração para os dois próximos jogos da seleção pelas Eliminatórias.
Outro ponto de interesse é ver como o estilo de Diniz será colocado em prática na seleção. Contratado para fazer a ponte para o próximo técnico que deve assumir a partir de 2024 – especula-se o nome do italiano Carlo Ancelotti, do Real Madrid – Diniz, que tem um ano de contrato, é conhecido por ser adepto da manutenção da posse de bola desde o campo de defesa e pela preocupação com o lado estético do jogo, pensando em praticar um futebol vistoso. Nove atletas do grupo atual já foram treinados por ele em algum momento da carreira. Outros ainda estão sendo apresentados aos conceitos do treinador, como o volante Casemiro, que foi o capitão da seleção nos últimos jogos.
“Nós sabemos que cada treinador tem sua filosofia, suas qualidades, sua forma de jogar. O Fernando Diniz está nos mostrando vídeos, está nos dizendo como gosta de ver o time jogar. Já temos uma base que veio da Copa do Mundo. Não vai ser problema essa adaptação”, acredita Casemiro.
Depois da Bolívia, o Brasil enfrentará o Peru, em Lima, na próxima terça-feira (12), às 23h de Brasília. Com o aumento do número de participantes para 48 seleções na próxima Copa, agora as Eliminatórias Sul-Americanas fornecem seis vagas diretas e a possibilidade de mais uma na repescagem.
Como de costume, são dez países na disputa (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela) que se enfrentam em turno e returno, totalizando 18 partidas para cada equipe. A última rodada está prevista para acontecer em 9 de setembro de 2025. As seis primeiras rodadas serão disputadas ainda em 2023.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta quarta-feira (6) que os deputados André Fufuca (PP-MA) e Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) vão assumir o comando dos ministérios do Esporte e dos Portos e Aeroportos, respectivamente. Fufuca entra no lugar de Ana Moser, e Silvio Costa Filho, no de Márcio França, que vai para a pasta da Micro e Pequena Empresa, ainda a ser criada.
O PP vai ficar ainda com a presidência da Caixa, e o Republicanos tenta a da Fundação Nacional de Saúde (Funasa). As negociações em torno da reforma da Esplanada para acomodar os partidos do centrão ocorrem há meses.
A primeira confirmação pública de que Fufuca e Costa Filho seriam os novos ministros foi feita no início de agosto, por Alexandre Padilha, ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, responsável pela articulação política do governo com o Congresso.
Desde então, diversos desenhos e formatos da nova Esplanada foram tratados nas reuniões sobre o tema. Durante as conversas, Lula confirmou a criação de um ministério responsável por cuidar das médias e pequenas empresas, cooperativas e empreendedores individu
Durante as negociações, também chegou a ser discutida a possibilidade de um desmembramento do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, chefiado por Wellington Dias. Para chegar a um meio-termo, Lula cogitou a criação de uma nova estrutura para cuidar apenas de benefícios sociais, entre eles o Bolsa Família, e deixar a atual pasta com as atribuições de controlar projetos de segurança alimentar e nutricional e de assistência social, o que não avançou.
Ana Moser demitida
Diferente de Márcio França, Ana Moser não foi realocada para outra pasta e deixou o governo. Em nota, afirmou que “lamentou que as promessas de campanha, de um esporte para toda a nação, tenham tido tão pouco tempo para que se desenvolvessem na retomada da gestão do Ministério do Esporte”.
“Recebi a decisão do presidente Lula, a quem agradeço pela confiança, de que deixarei a direção do Ministério do Esporte. Tivemos pouco tempo para mudar a realidade do Esporte no Brasil, mas sei que entregamos muito, construímos muito e levamos a política do presidente Lula aos que tivemos contato de norte a sul deste país. Continuarei lutando e contribuindo para uma política pública de esporte que seja para todas, todos e todes. Agradeço aos que tiveram comigo percorrendo este caminho curto e árduo.”
Na busca pelo equilíbrio das contas públicas, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva fez um movimento audacioso: enviou ao Congresso Nacional uma proposta de orçamento para 2024 que almeja o “déficit zero”. Tal proposta significa que o governo planeja gastar apenas o que arrecada, eliminando qualquer resultado negativo nas contas públicas para aquele ano. A meta tem gerado reações variadas, indo do otimismo cauteloso ao ceticismo absoluto. Além de ser uma resposta à crise econômica exacerbada por circunstâncias recentes, o anúncio tem implicações profundas na estrutura fiscal do Brasil, afetando desde o investidor internacional até o cidadão comum.
A audácia dessa meta é sublinhada pelo fato de que o governo precisará aumentar suas receitas em uma cifra estimada em R$ 168 bilhões para equilibrar o orçamento. Isso requer não apenas vontade política, mas também habilidades extraordinárias de negociação para convencer o Legislativo a aprovar uma série de medidas impopulares e complexas. Além disso, o plano também demandará uma administração eficaz para garantir que as mudanças se traduzam em resultados reais e duradouros.
Neste artigo, vamos desbravar a proposta orçamentária em seus detalhes, as medidas planejadas para aumentar a arrecadação, a opinião de especialistas e os desafios que se apresentam no horizonte fiscal do país. Analisaremos se a meta de “déficit zero” é uma visão realista de uma gestão fiscal responsável ou se é mais uma promessa político-eleitoral destinada a não sair do papel.
O Contexto Fiscal e as Medidas Propostas
A Necessidade de Equilíbrio Fiscal
O Brasil tem enfrentado desafios fiscais significativos, especialmente nos últimos anos. A pandemia da COVID-19, a volatilidade dos mercados globais e os problemas estruturais internos contribuíram para o agravamento da situação fiscal do país. Em resposta, o governo Lula definiu uma meta audaciosa: atingir o “déficit zero” até 2024, ou seja, equilibrar completamente as contas públicas. Mas alcançar essa meta não será tarefa simples, pois para isso o governo precisa aumentar suas receitas em aproximadamente R$ 168 bilhões.
Medidas para Aumentar a Arrecadação
Para alcançar o tão desejado equilíbrio fiscal, o governo propôs uma série de medidas destinadas a aumentar a arrecadação:
Volta do voto de qualidade no Carf: O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) é um órgão colegiado responsável por julgar recursos de empresas multadas pela Receita Federal. A expectativa é que essa medida possa arrecadar R$ 54,7 bilhões.
Transações da Receita Federal e PGFN com Contribuintes: Realização de acordos fiscais com contribuintes que possuem débitos, o que poderia arrecadar R$ 43,3 bilhões.
Incentivos fiscais de ICMS na base de cálculo de impostos federais: O objetivo é incluir os incentivos fiscais de ICMS na base de cálculo de impostos como o IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) e a CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), com expectativa de arrecadar R$ 35,3 bilhões.
Fim da dedutibilidade dos juros sobre capital próprio: Essa medida poderia render ao erário R$ 10,5 bilhões. A dedutibilidade é uma forma de distribuição de lucros para empresas de capital aberto.
Tributação de “offshores”: Ativos financeiros no exterior seriam tributados, adicionando R$ 7 bilhões à receita do governo.
Taxação de fundos exclusivos: Estes são fundos de investimento fechados, geralmente compostos por um único cotista de alta renda. A expectativa é que essa medida arrecade R$ 13,3 bilhões.
Taxação do mercado de apostas eletrônicas em jogos esportivos: Essa medida menos significativa, mas ainda relevante, poderia acrescentar R$ 700 milhões à receita federal.
O Desafio do Consenso Político
O mais difícil será obter o apoio político necessário para passar essas medidas no Congresso. Especialistas alertam para um “viés de otimismo” na proposta, especialmente porque muitas dessas medidas podem enfrentar resistência tanto na Câmara quanto no Senado. Adicionalmente, algumas despesas, como os benefícios previdenciários, podem ter sido subestimadas, o que colocaria mais pressão para o aumento das receitas.
O governo, reconhecendo esses desafios, reafirmou seu compromisso em obter o melhor resultado possível, mas sem ignorar as dificuldades inerentes à situação. O contexto fiscal do Brasil, portanto, é um terreno complexo e cheio de obstáculos, onde cada medida proposta carrega seu próprio conjunto de desafios e implicações.
A Opinião dos Especialistas
A Cautela de Vilma Pinto
Vilma Pinto diretora da Instituicao Fiscal Independente – Fonte da Imagem Linkedin
Vilma Pinto, diretora da Instituição Fiscal Independente, um órgão não partidário que fornece análises e aconselhamento sobre questões fiscais, expressa sérias dúvidas sobre a estratégia do governo.
Segundo ela, o fato de muitas das medidas propostas ainda estarem em tramitação no Congresso adiciona uma camada de incerteza ao já desafiador cenário fiscal.
Ela destaca que as políticas públicas não operam em um vácuo; elas estão sujeitas às complexidades e volatilidades do processo político. Isso significa que mesmo se tecnicamente viáveis, as propostas podem falhar no campo político, fazendo com que as metas de arrecadação não sejam atingidas e frustrando a expectativa de equilíbrio fiscal.
Marcos Mendes e a Questão das Despesas Subestimadas
Marcos Mendes pesquisador associado do Insper
Marcos Mendes, pesquisador associado do Insper, vai além da discussão sobre receitas e coloca em questão as projeções de despesas do governo.
Ele sugere que há um “viés de otimismo” não apenas na estimativa de quanto o governo espera arrecadar com as novas medidas, mas também em quão pouco ele espera gastar.
Mendes aponta para os benefícios previdenciários como um exemplo crítico. O governo projetou cerca de R$ 914 bilhões para despesas previdenciárias, mas Mendes argumenta que esse número pode ser insuficiente, especialmente quando considerados os reajustes do salário mínimo e os benefícios que estão na fila de espera para aprovação.
O Cenário Complexo
Ambos os especialistas, portanto, trazem à tona a complexidade e os desafios associados à meta de “déficit zero” do governo. Enquanto o objetivo é louvável e demonstra um compromisso com a disciplina fiscal, as incertezas políticas e as potenciais falhas nas projeções de receitas e despesas tornam a meta uma montanha ainda mais difícil de escalar. Pode não ser apenas uma questão de vontade política ou planejamento cuidadoso; as variáveis são muitas e frequentemente fora do controle direto do governo.
Nesse contexto, o risco de depender de medidas ainda não aprovadas e de potencialmente subestimar despesas críticas poderia não apenas comprometer a meta de equilíbrio fiscal, mas também afetar a credibilidade do governo na gestão das finanças públicas.
O Que Podemos Esperar Para os Próximos Meses
A proposta do governo de alcançar um “déficit zero” nas contas públicas até 2024 é, sem dúvida, um objetivo ambicioso que sinaliza um compromisso sério com a disciplina fiscal. No entanto, como apontam os especialistas, as incertezas que rondam esta meta são muitas e multifacetadas, variando desde o processo político até projeções otimistas de receitas e despesas.
O caminho para o equilíbrio fiscal não é apenas um exercício técnico, mas também um desafio político e social. A dependência de medidas ainda em tramitação no Congresso, como destacado por Vilma Pinto, adiciona um grau de risco considerável ao plano. Ao mesmo tempo, a possível subestimação das despesas, especialmente as previdenciárias, como apontado por Marcos Mendes, poderia criar um déficit não planejado que desviaria o país de suas metas fiscais.
Dessa forma, enquanto a intenção do governo é aplaudível, a execução e a realização dessa meta exigirão não apenas habilidades de gestão fiscal, mas também uma dose considerável de realismo, prudência e, acima de tudo, flexibilidade para adaptar-se a um ambiente de rápidas mudanças e incertezas.
Se o governo conseguir superar esses desafios formidáveis, ele não só alcançará seu objetivo fiscal, como também estabelecerá um precedente importante para a governança fiscal responsável no Brasil. Caso contrário, a falha em cumprir essa meta auto-imposta pode resultar em consequências negativas não apenas para a economia, mas também para a confiança do público na capacidade do governo de gerir as finanças do país de forma eficaz.
O ex-procurador Deltan Dallagnol se manifestou contra a decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que anulou todas as provas obtidas por meio do acordo de leniência da Odebrecht.
O ex-procurador Deltan Dallagnol se manifestou contra a decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que anulou todas as provas obtidas por meio do acordo de leniência da Odebrecht.
– O maior erro da história do país não foi a condenação do Lula, mas a leniência do STF com a corrupção de Lula e de mais de 400 políticos delatados pela Odebrecht. A anulação da condenação e do acordo fazem a corrupção compensar no Brasil – escreveu Dallagnol no X, antigo Twitter.
E continuou:
– E se tudo foi inventado, de onde veio o dinheiro devolvido aos cofres públicos? E com a anulação do acordo, os R$ 3 bilhões devolvidos ao povo serão agora entregues novamente aos corruptos? Os ladrões comemoram enquanto quem fez a lei valer é perseguido.
Em outras publicações, o ex-deputado federal também questionou decisões do próprio Toffoli. Em uma reportagem do Metrópoles em julho deste ano, o jornalista Guilherme Amado falava de uma reconciliação de Lula e Toffoli, pois a relação entre eles estava abalada desde a decisão sobre a ida de Lula ao enterro do irmão, em 2019, quando o petista cumpria pena em Curitiba, no Paraná.
Confira:
O maior erro da história do país não foi a condenação do Lula, mas a leniência do STF com a corrupção de Lula e de mais de 400 políticos delatados pela Odebrecht. A anulação da condenação e do acordo fazem a corrupção compensar no Brasil. E se tudo foi inventado, de onde veio o…
Nesta terça-feira (5), a Prefeitura de Água Branca anunciou uma medida importante para preservar o ecossistema do açude do município e garantir a reprodução dos peixes: a pesca estará temporariamente proibida até o dia 31 de março de 2024. O retorno está previsto para o dia 1º de abril de 2024.
A decisão de proibir a pesca no açude foi tomada após reunião do prefeito Júnior Ribeiro com membros da Associação de Pescadores Profissionais de Água Branca, e levou em consideração fatores ambientais e econômicas. A principal razão por trás dessa medida é a introdução de alevinos no açude, com o objetivo de fortalecer e aumentar a população de peixes no ecossistema aquático, propiciando aos pescadores uma pesca mais abundante no futuro.
“A nossa gestão está comprometida em preservar nosso meio ambiente e proporcionar um ambiente propício para o crescimento dos peixes no nosso açude. Ao dar tempo para que os alevinos cresçam e se reproduzam, estamos investindo no futuro dos pescadores aguabranquenses e na sustentabilidade do nosso açude”, declarou o prefeito.
Além de beneficiar a fauna aquática, a medida também visa dar suporte aos pescadores locais. A proibição da pesca no açude entra em vigor imediatamente e será fiscalizada para garantir o cumprimento da medida. A Prefeitura de Água Branca solicita a cooperação de todos os pescadores e membros da comunidade para respeitar essa importante medida de conservação. Posteriormente, será publicado um decreto para normatizar a proibição.
O governador Rafael Fonteles cumpre agenda nas cidades de Bocaina, Santo Antônio de Lisboa e Canto do Buriti nesta sexta (8). Fonteles fará a inauguração de rodovias, delegacia e aeródromo durante a viagem. O chefe do executivo participa também do Festival do Caju em Santo Antônio de Lisboa e da abertura do Festival do Melão e Mel em Canto do Buriti.
Em Bocaina, Rafael realiza a inauguração da Rodovia Antônio de Sousa Macedo, que compreende a PI 227, no trecho de Bocaina à Santo Antônio de Lisboa. Com 12,46 quilômetros de extensão, a rodovia irá contar com a construção de bueiros e ampliação de uma ponte de concreto com sinalização horizontal e vertical. Ao todo, a obra tem investimentos na ordem de R$ 9.422.843,87, oriundos do tesouro estadual.
Já em Santo Antônio de Lisboa, o governador participa do XVII Festival do Caju, que tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento local a partir das novas oportunidades que surgem com a industrialização e comercialização da fruta. O evento acontece nos dias 7 e 8 de setembro e será realizado na praça pública do município.
Em Canto do Buriti, Rafael inaugura o aeródromo da cidade, que está sendo construído sob supervisão da Secretaria dos Transportes (Setrans). O equipamento contará com uma nova pista com extensão de 1,2 km, e está orçado no valor de R$ 1.983.745,09. Logo em seguida, será realizada a inauguração das obras do contorno rodoviário no trecho da PI 141, que liga a cidade à Elizeu Martins, e o trecho da PI 140, que faz a ligação da cidade à São Raimundo Nonato. A obra tem investimento no valor de R$ 5.823.077,08 e está sendo executada pelo Departamento de Estradas e Rodagem (DER).
Na sequência será inaugurada a reforma, ampliação e climatização da Unidade Escolar Nonato Valente. A escola passa a contar com laboratório de ciências ampliado, sala de mediação tecnológica, biblioteca, cobertura da quadra e guarita. Contará ainda com 7 salas de aula, laboratórios de ciências e informática, biblioteca, cozinha e refeitório, área administrativa, banheiros e pátio coberto. A obra foi orçada no valor de R$ 1.408.461,00, recursos do tesouro estadual.
Ainda em Canto do Buriti, o governador realiza a inauguração da Delegacia Seccional de Canto do Buriti, que conta com uma área construída de 401,68m2. A obra tem o valor orçado em R$ 648.382,90.
O governador Rafael irá participar ainda da abertura do primeiro festival do Melão e Mel, que acontece nos dias 8 e 9 de setembro. A ação é promovida pelo Governo do Piauí, por meio da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), e visa a valorização e o fortalecimento da economia local, a partir do aproveitamento sustentável do meio ambiente, como também alavancar a produção de melão e mel no município, além de qualificar os profissionais do segmento na região sul do estado.
Se você está imerso no universo da construção civil, certamente já ouviu falar sobre os materiais de construção à base de gesso.
Essa classe de materiais está revolucionando a forma como encaramos os processos construtivos, oferecendo versatilidade, resistência e sustentabilidade.
Vantagens que impressionam
A busca por materiais que unam eficiência e sustentabilidade é uma constante na indústria da construção civil.
Os materiais de gesso se destacam nesse cenário ao apresentarem características surpreendentes.
Sua leveza aliada à resistência contribui para estruturas mais robustas e ao mesmo tempo econômicas, reduzindo a necessidade de manutenções constantes.
Além disso, a sua capacidade de isolamento térmico e acústico proporciona ambientes mais confortáveis e energeticamente eficientes.
Aplicações na Prática
A versatilidade dos materiais de construção à base de gesso abre um leque de possibilidades em termos de aplicações.
Eles podem ser utilizados na criação de paredes divisórias, forros, revestimentos e até elementos decorativos. Sua maleabilidade permite a moldagem em diferentes formatos e acabamentos, conferindo um toque estético único aos ambientes.
Sustentabilidade em Foco
Em um cenário em que a sustentabilidade é crucial, os materiais de gesso têm se destacado pela sua contribuição ambiental.
O gesso, em sua produção, consome menos recursos naturais em comparação a outros materiais tradicionais, além de emitir uma quantidade significativamente menor de CO2 durante o processo.
Isso faz com que esses materiais se encaixem perfeitamente nas demandas atuais por construções mais verdes e responsáveis.
O Futuro da Construção Civil
Comprovando sua relevância, os materiais de construção à base de gesso estão impulsionando inovações no setor da construção civil.
A contínua pesquisa e desenvolvimento nessa área estão ampliando ainda mais as possibilidades de aplicação e aprimorando as características já impressionantes desses materiais.
Em síntese, os materiais de construção à base de gesso estão conquistando espaço na construção civil com suas vantagens, aplicações diversas e compromisso com a sustentabilidade.
Seja na criação de ambientes mais eficientes, esteticamente atraentes ou ecologicamente responsáveis, esses materiais estão moldando um futuro promissor para a indústria da construção.
Portanto, se você busca inovação e qualidade em seus projetos, vale a pena considerar o potencial desses materiais versáteis e revolucionários.
O governador Rafael Fonteles esteve, nesta sexta-feira (08), em Canto do Buriti, inaugurando obras que impulsionam o desenvolvimento do município. Além de um aeródromo, o Governo do Estado investiu em estradas que ligam a cidades destacadas na região. A educação e a segurança também foram contempladas.
O aeródromo foi construído sob supervisão da Secretaria dos Transportes (Setrans). Conta com uma nova pista com extensão de 1,2 km, e está orçado no valor de R$ 1.983.745,09. O equipamento é um meio de receber turistas e investidores interessados no agronegócio e outras áreas como energias renováveis. Serve também como base para o Samu Aéreo, possibilitando a transferência rápida de um doente grave.
Foto: Gabriel Paulino
Rafael Fonteles destacou que Canto do Buriti fica na transição entre o cerrado e o sertão piauiense e é um entroncamento rodoviário importante, onde o aeródromo será de grande valia. “Canto do Buriti é referência na produção de melão, sendo um dos maiores produtores do Brasil. Aqui tem uma empresa âncora, a Fazenda Itaueira Agropecuária, que gera mais de mil empregos diretos no município, alavancando o desenvolvimento econômico e social da região”, frisa o gestor.
Foto: Gabriel Paulino
O governador também inaugurou obras do contorno rodoviário no trecho da PI-141, que liga a cidade à Elizeu Martins, além do trecho da PI-140, que faz a ligação da cidade à São Raimundo Nonato. O investimento foi de R$ 5.823.077,08, executado pelo Departamento de Estradas e Rodagem (DER).
Foto: Gabriel Paulino
As vias se tornam uma alternativa para desviar o tráfego para quem vem de Floriano ou Itaueira com destino a Elizeu Martins ou São Raimundo Nonato. Foram investidos mais de R$ 10 milhões nos dois braços do rodoanel. A obra é muito significativa para o entroncamento rodoviário que é Canto do Buriti.
Educação em Tempo Integral
A Unidade Escolar Nonato Valente passa por uma intervenção na estrutura física para se tornar um centro de ensino moderno, adequado para implantar a educação em tempo integral. A escola vai contar com laboratório de ciências ampliado, sala de mediação tecnológica, biblioteca, cobertura da quadra e guarita.
O prédio terá 7 salas de aula, laboratórios de ciências e informática, biblioteca, cozinha e refeitório, área administrativa, banheiros e pátio coberto. A obra foi orçada no valor de R$ 1.408.461,00, recursos do tesouro estadual.
O diretor da escola, José Francisco dos Santos, disse que a reforma vai proporcionar a melhoria da qualidade do ensino. “Impacta de maneira muito positiva no trabalho dos professores e na aprendizagem dos mais de 400 alunos” avalia.
Três escolas de ensino médio de Canto do Buriti terão a jornada ampliada para se tornarem tempo integral. Fonteles enalteceu a revolução que a estratégia deve provocar na qualidade do ensino público, ressaltando que Canto do Buriti não podia ficar de fora desse processo.
Foto: Gabriel Paulino
O secretário de estado da Educação, Washington Bandeira, informou que as escolas serão preparadas para a transição do ensino em tempo integral.
Delegacia
O governador inaugurou também a Delegacia Seccional de Canto do Buriti, uma base importante para a polícia investigativa. O prédio conta com uma área construída de 401,68m2 e recebeu o investimento de R$ 648.382,90.
Foto: Gabriel Paulino
Fonteles pontuou a necessidade da polícia atuar de forma integrada e harmonizada com o poder judiciário, para combater a criminalidade de forma mais efetiva. “Cada vez mais estamos fortalecendo o Sul do estado, que tem uma criminalidade menor, mas estamos preocupados com o estado inteiro. Estamos fortalecendo os batalhões de Polícia Militar, as delegacias de Polícia Civil nessa nova metodologia de áreas integradas de segurança”, ressalta Fonteles.
Festival do Melão e Mel
O chefe do Executivo estadual participou ainda da abertura do primeiro festival do Melão e Mel, que acontece nos dias 8 e 9 de setembro em Canto do Buriti. Fonteles entregou kits de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) para os brigadistas de 4 municípios da região. Fez a entrega também de caixas para criação de abelhas, a associações de apicultores da região.
Foto: Gabriel Paulino
O festival destaca a produção de melão e mel no município, além de qualificar os profissionais do segmento na região sul do estado. Fonteles visitou a fazenda Itaueira, instalada na região, que atende a todas as redes de supermercado do Brasil e produz 36 mil toneladas de melão por ano.
O evento é promovido pelo Governo do Piauí, por meio da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh).
O Banco Central (BC) informou nesta sexta-feira (8) que os saques de recursos na caderneta de poupança superaram os depósitos em quase R$ 10,1 bilhões no mês de agosto. Os depósitos registraram o total de R$ 321,6 bilhões, enquanto as retiradas totalizaram R$ 331,7 bilhões.
O BC informou ainda que houve queda na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando os saques superaram os depósitos de recursos da poupança em R$ 22 bilhões.
Em agosto, o estoque dos valores depositados na poupança ficou em R$ 969,1 bilhões. No acumulado de janeiro a agosto, as retiradas superaram os depósitos na poupança em R$ 80,3 bilhões.