A Polícia Civil do Piauí prendeu, na manhã desta segunda-feira (29), dois homens por tráfico de drogas no bairro Monte Verde, zona norte de Teresina.
As prisões foram realizadas pela 3ª Delegacia Seccional de Teresina.
Durante a ação, armas e drogas foram apreendidas. Os presos foram encaminhados para a Central de Flagrantes.
Segundo o delegado Samuel Silveira, titular da 3ª Delegacia Seccional, os suspeitos são de alta periculosidade e já respondem pelo crime de tráfico de drogas.
Diretoria, empregados(s) e colaboradores (as) da Agespisa celebraram, nesta segunda-feira (29), em solenidade realizada no pátio do edifício sede, o aniversário de 60 anos de fundação da companhia. Além de descerramento de placa comemorativa também houve celebração ecumênica e distribuição de brindes alusivos à data.
Ao discursar na solenidade, representando o presidente José Santana, o diretor Administrativo Clemilton Queiroz lembrou um pouco da história da companhia, que foi fundada em 1964 e enalteceu o trabalho de empregados e colaboradores que, ao longo do tempo, se empenharam para garantir que milhões de piauienses das mais diversas regiões do Estado pudessem ter água tratada em suas casas e, por conseguinte, mais saúde para suas famílias.
“Tenho o orgulho de ter sido estagiário nessa empresa e o privilégio de estar aqui como diretor neste momento em que ela completa os seus 60 anos. E tenho convicção de que a história da Agespisa não chegou ao fim. Ela ainda tem muito para contribuir com o povo piauiense e não falta disposição para que a gente possa contribuir para isso”, enfatizou o diretor administrativo.
Ele também falou dos desafios que a empresa e o setor de saneamento no estado enfrentam e da esperança de que, em breve tempo, o serviço possa de fato ser universalizado, como preconiza a nova lei que regula o setor.
A Agespisa foi criada através das leis estaduais n.º 2.281, de 27 de julho de 1962 e 2.387, de 12 de dezembro de 1962 e tem como objetivo executar a política de abastecimento de água e de esgotamento sanitário do Piauí.
A empresa sucedeu o Instituto de Águas e Energia Elétrica (IAEE). Sua constituição ocorreu em Assembleia Geral realizada em 28 de janeiro de 1964, quando passou a coordenar e dirigir a aplicação de recursos oriundos do DNOCS, da SUDENE e de empréstimos junto ao BID para a conclusão da 2ª etapa do projeto do sistema de abastecimento de água de Teresina, iniciado em 1961.
Evento movimentou a cidade de Floriano na última semana, democratizando o acesso à arte e cultura no Estado
O encerramento do 11º Festival Nacional de Teatro do Piauí foi marcado pela divulgação dos grupos e artistas vencedores nas mais diversas categorias. O evento, que movimentou a cidade de Floriano na última semana, reuniu companhias de diversos estados brasileiros em apresentações que encantaram o público presente. Para César Crispim, Produtor Geral do Evento, o Festival Nacional de Teatro do Piauí se consolida, a cada ano, como um importante instrumento de democratização do acesso à arte e cultura em nosso Estado. “Há mais de uma década realizamos esse Festival tão rico para a cultura do nosso Estado. Todas as apresentações, oficinas e debates são gratuitos, pois, acreditamos no poder transformador das artes cênicas para a vida da população”, destaca. Este ano, o Festival trouxe para o Piauí 20 espetáculos de companhias provenientes de diferentes estados do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará. O evento foi uma realização do Grupo Escalet de Teatro, Secretaria de Cultura do Estado do Piauí/Secult e Governo do Estado do Piauí, por meio do Sistema Estadual de Incentivo à Cultura SIEC, Equatorial Piauí, Banco do Nordeste do Brasil/BNB e Governo Federal.
Premiados com o Troféu Renilton Araújo – Espetáculos Adultos
Melhor Maquiagem: Bruno César – 1877 (Trapiá Cia Teatral – Caicó- RN)
Melhor Figurino: Monica Belotto, Camila Minuz – 1877 (Trapiá Cia Teatral – Caicó-RN)
Melhor Texto: Moncho Rodrigues – Matilde e Alice (Maktub Teatro e Outras Invencionices – Caruaru-PE)
Melhor Ator: Alexandre Muniz – 1877 (Trapiá Cia Teatral – Caicó-RN)
Melhor Atriz: Maria Alves- Matilde e Alice (Maktub Teatro e Outras Invencionices – Caruaru-PE)
Melhor Ator Coadjuvante: Pedro Andrade – 1877 (Trapiá Cia Teatral – Caicó- RN)
Melhor Atriz Coadjuvante: Camila Manoela – Celeste, Os Causos e o Boi (Tramoya de Teatro – Uberaba-MG)
Melhor Direção: Lourival Andrade – 1877 (Trapiá Cia Teatral – Caicó-RN)
Melhor Espetáculo: 1877 (Trapiá Cia Teatral – Caicó-RN)
Melhor Espetáculo Júri Popular – 1877, de Caico/RN
Vencedores da Mostra de Espetáculos Monólogos
Melhor Maquigem: Tiago Silva– Catiço (Cia Teatro Taipas – Areia- PB)
Melhor Figurino: Andrea Cevidanes – Sala, Quarto, Cozinha, Banheiro e Outros Lugares Menos Cômodos (Cia Teatro Porão – Rio de Janeiro-RJ)
Melhor Texto: Tiago Silva– Catiço (Cia Teatro Taipas – Areia- PB)
Melhor Ator: Tiago Silva– Catiço (Cia Teatro Taipas – Areia- PB)
Melhor Atriz: Janá Silva – Maria Vai – Companhia Teatral Jovens Em Cena (COTJOC) Teresina-PI)
Melhor Direção: Tiago Silva– Catiço (Cia Teatro Taipas – Areia- PB)
Melhor Espetáculo: Catiço (Cia Teatro Taipas – Areia- PB)
Vencedores da Mostra de Espetáculos Infantis
Melhor Maquigem: Suzana Machado – De La Mancha– O Cavalheiro Trapalhão (Rococó Produções Artísticas Culturais – Gravataí-RS )
Docente da Estácio fala sobre a comemoração da data e estratégias para promover a igualdade e respeito
O Dia da Visibilidade Trans, celebrado em 29 de janeiro, é um marco de reconhecimento e conscientização da comunidade transgênero, representando uma luta por visibilidade, respeito e igualdade. Nesta data, é essencial destacar a importância do respeito à identidade de gênero e combater a transfobia.
De acordo com dados do Grupo Gay da Bahia (GGB), o Brasil é o país que mais registra mortes de pessoas trans no mundo. A cada 48 horas, uma pessoa trans é vítima de homicídio no país, demonstrando a urgência de políticas e ações para proteger essa comunidade. Esse cenário reforça a necessidade de promover a visibilidade trans não apenas como uma questão de inclusão, mas também como um ato de resistência contra a violência e a discriminação.
Anne Caroline Fernandes, professora de Direito da Estácio e mestra em História, enfatiza a relevância do Dia da Visibilidade Trans. “Esta data tem um papel fundamental na luta pela igualdade de direitos e no combate à discriminação enfrentada por pessoas transgênero. É um momento para celebrar suas conquistas e promover a reflexão sobre a inclusão e respeito à diversidade de gênero”, explica.
Além disso, Anne explica que é crucial investir em políticas públicas que garantam a inserção de pessoas trans no mercado de trabalho. “Essa é uma maneira de assegurar oportunidades de emprego sem discriminação e proporcionando condições para que essa população possa exercer seus direitos plenamente. Programas de capacitação e sensibilização voltados para empresas e organizações também são essenciais para criar ambientes inclusivos e acolhedores”, revela a historiadora.
Outro aspecto relevante, segundo a docente, é o acesso aos serviços de saúde de forma digna e sem preconceitos. “É necessário que os profissionais de saúde estejam capacitados e sensibilizados para atender às necessidades específicas da população trans, garantindo atendimento adequado e respeitoso”, adverte.
Anne fala sobre a importância de estimular a inclusão em conjunto. “Promover a inclusão da comunidade transgênero requer um esforço conjunto da sociedade, governos e instituições em diversos aspectos, desde a garantia de direitos básicos até a conscientização e respeito mútuo entre todos os indivíduos”, fala.
A celebração desse dia oferece a oportunidade de dar voz às pessoas trans, ampliando a visibilidade de suas realidades, enfrentando preconceitos e promovendo uma sociedade mais justa e inclusiva para todos. “O reconhecimento da diversidade de identidades de gênero é fundamental para a construção de um ambiente social que respeite e acolha todas as pessoas, independentemente de sua identidade de gênero ou orientação sexual”, finaliza.
O Sindicato dos Lojistas do Comércio do Estado do Piauí (Sindilojas-PI) informa sobre o funcionamento das lojas no período das festividades de Carnaval, entre os dias 10 a 14 de fevereiro. No sábado (10), o comércio funcionará com jornada única de 04 (quatro) horas, encerrando, às 15h00. De domingo até terça-feira (dias 11, 12 e 13), as lojas permanecerão fechadas, somente reabrindo na quarta-feira de cinzas (14), a partir do meio-dia, com jornada única de 04 horas, em escala de revezamento.
O mosquito Aedes aegypti, transmissor de todas as arboviroses que atualmente circulam no país, inclusive a dengue, chegou a ser erradicado do território brasileiro por volta de 1950, como resultado de uma série de medidas para o controle da febre amarela. Entretanto, dadas as atuais proporções de infestação, é impossível sonhar com esse cenário novamente. “O Aedes veio para ficar”, alertou o infectologista Antonio Carlos Bandeira.
Formado pela Universidade Federal da Bahia e especialista em saúde pública pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, Bandeira descobriu, em 2015, a chegada do vírus Zika ao Brasil. A doença também é transmitida pelo Aedes aegypti. Em entrevista à Agência Brasil, o médico citou alterações climáticas, sobretudo o aumento das temperaturas, como fatores que colaboram para a explosão de casos de dengue este ano.
O infectologista manifestou preocupação com o ressurgimento do sorotipo 3 da dengue no país – que não circulava de forma epidêmica há mais de 15 anos. “Mas, independentemente do sorotipo, preocupa a grande quantidade de casos que a gente tem. Porque uma grande quantidade de casos implica uma grande quantidade de complicações e uma grande quantidade de possíveis óbitos”.
Confira a seguir os principais trechos da entrevista:
Agência Brasil: Nas primeiras semanas de 2024, o número de casos de dengue mais que dobrou em relação ao mesmo período de 2023, que já havia sido classificado como ano epidêmico. O que tem causado essa explosão de casos no Brasil? Antonio Carlos Bandeira: Vários fatores têm causado essa explosão. O primeiro e mais importante têm sido as alterações climáticas. Houve agora, com o El Niño, nos últimos dois anos, uma combinação de muito calor no corredor que segue da Região Centro-Oeste e desce pela porção oeste das regiões Sudeste e Sul. Esse corredor climático acabou facilitando muito a disseminação do mosquito tanto para locais da Região Sudeste e, mais importante ainda, da Região Sul. Isso facilitou que o Aedes aegypti pudesse ser disseminado. Não só o Brasil, mas países circunvizinhos como Paraguai e Argentina viveram a mesma situação: uma chegada muito forte do Aedes aegypti. É um passo para começar a ter epidemias de dengue, chikungunya e zika.
Outro fator é o desmantelamento que houve, de certa maneira, nos últimos anos, de uma vigilância mais proativa no sentido de instituir medidas como larvicida ou o famoso fumacê. Temos períodos que ficaram sem larvicidas. E o terceiro fator é pegar a população que é exatamente dessas regiões que citei e que eram virgens de dengue. Diferentemente da Região Nordeste, em que as pessoas frequentemente tiveram episódios pregressos de dengue. Nesses casos, a pessoa fica um pouco mais resistente, apesar de ainda poder pegar a doença por outros sorotipos. No caso da Região Sul, está todo mundo ali sem nenhum tipo de proteção anterior. E a vacina só agora está sendo pensada.
Agência Brasil: O recente aumento das temperaturas em praticamente todo o país associado à grande quantidade de chuvas contribui de alguma forma para esse agravamento do cenário da dengue? Bandeira: É, isso que faz com que a coisa complique. Você tem esse corredor de calor e ele fica oscilando com muita precipitação pluviométrica de forma intensiva. Isso facilitou demais. Calor e muita chuva intermitente são a combinação principal para a dengue. Por culpa, de certa maneira, do El Niño. O Aedes aegypti se reproduz mais rápido e vive mais quanto mais elevada é a temperatura. A situação é essa. Ele vive mais e se multiplica mais.
Agência Brasil: A dengue tem comportamento sazonal e sempre retorna de forma epidêmica de tempos em tempos. É comum termos dois anos consecutivos de epidemia se já considerarmos 2023 e 2024? Bandeira: Estamos diante de populações virgens. A maioria dos casos de dengue que estamos tendo no ano passado e este ano é na Região Sudeste e Sul. Essa população que nunca teve dengue antes está muito suscetível.
Agência Brasil: O pico da dengue no Brasil geralmente acontece entre março e maio. Em função do início precoce de casos, já em outubro do ano passado, há chance de esse pico chegar mais cedo em 2024? Bandeira: No ano passado, a gente teve uma situação completamente diferente porque tivemos, como de praxe, a dengue no início do ano. Em fevereiro, já tínhamos muitos casos. Mas, normalmente, as taxas começam a subir em fevereiro, março, abril e, em maio, começam a cair. No ano passado, essas taxas foram altas o primeiro semestre praticamente inteiro, até julho. E só foram começar a cair em agosto, já mostrando um comportamento diferente.
Talvez algumas regiões atinjam o pico de dengue antes, mas isso não é garantido. Nesses processos epidêmicos, cada estado, na verdade, tem um comportamento. Depende da precocidade com que se começa a detectar, usar larvicida em grande quantidade, fumacê, alertar a população. Cada estado tem uma intervenção diferente. Um está em calamidade pública e, em outro, a coisa é intensa, mas não é trágica. Cada local acaba tendo uma dinâmica diferente. Se você não fizer nada, o pico pode chegar antes sim.
Agência Brasil: O sorotipo 3 da dengue não circulava de forma epidêmica no Brasil há mais de 15 anos, mas voltou a registrar casos em 2023 e em 2024. Como esse ressurgimento pode agravar ainda mais as perspectivas para este ano? Bandeira: Sem dúvida, o tipo 3 voltou a circular. A gente só não sabe se ele vai ser o responsável pela maioria dos casos. A gente não tem como saber isso neste momento. Já tivemos a introdução de sorotipos que começam a circular, mas não vão muito adiante. No passado, o sorotipo 4, por exemplo, começou, mas não dominou o espectro da doença. O sorotipo 3 realmente preocupa porque é mais um sorotipo para causar a doença. Por outro lado, pode ser que ele não seja dominante na maior parte dos estados do Brasil. O que a gente está vendo hoje é que os sorotipos 1 e 2 estão fazendo uma grande quantidade de notificação no Brasil como um todo.
Neste momento, independentemente do sorotipo, preocupa a grande quantidade de casos que a gente tem. Porque uma grande quantidade de casos implica uma grande quantidade de complicações e uma grande quantidade de possíveis óbitos.
Agência Brasil: O Aedes aegypti chegou a ser erradicado do território brasileiro por volta de 1950 como resultado de medidas para controle da febre amarela. É possível sonhar com esse cenário novamente, dadas as proporções atuais de infestação? Bandeira: Jamais. Nunca mais. Não tem como. O Aedes veio para ficar e só faz aumentar. Começou em 1980 no Rio de Janeiro e, hoje, já está presente em praticamente todos os municípios do Brasil. É um mosquito altamente domiciliável. Nessas temperaturas elevadas, não tem como. E a tentativa de trazer aqueles mosquitinhos transgênicos, que realmente poderiam ajudar num determinado momento, hoje em dia, não tem como. Você teria que soltar mosquitos transgênicos aos bilhões no Brasil inteiro. A gente realmente perdeu o timing da coisa porque ficou parado. Ficou-se, todos os anos, esperando que a epidemia fosse embora. Mas o vírus não entende os apelos e os clamores humanos. Ele quer continuar. Veio pra ficar mesmo. A saída nossa agora é a vacina. Não tem outra.
Agência Brasil: O controle dos criadouros do mosquito, em tese, não é algo tão difícil de se fazer. O que falta? Mais campanha? Maior conscientização? Bandeira: Cuba, que é uma ilhazinha minúscula quando comparada ao Brasil, não conseguiu erradicar os criadouros com um sistema político altamente centralizado. Para a gente, não tem como. É absolutamente impossível, não tem como. A única possibilidade seriam tecnologias novas, inovadoras mesmo. Mas até isso bate em uma situação de custo que pode ser muito elevado para o país todo. Serve para algumas regiões de epidemia, mas é impossível acabar com o Aedes aegypti. Não é factível, não é viável. Só em filme de Hollywood.
Agência Brasil: O Brasil ainda registra lixões e esgoto a céu aberto, além de uma grande quantidade de terrenos baldios sem fiscalização adequada. Como o senhor avalia as ações para controle do mosquito no país ao longo dos últimos anos? É preciso mudar de estratégia? Bandeira: Acho que a gente tem que investir em pesquisa. Os governos, sejam eles federal, estadual ou municipal, precisam entender, de uma vez por todas, que o que resolve os nossos problemas é a pesquisa feita aqui dentro, para as nossas necessidades. É investimento massivo em pesquisa, pra gente poder descobrir novas drogas pra dengue, novas vacinas e assim por diante.
Em segundo lugar, a gente tem que ter coragem mesmo para pensar em atuar nas favelas. Você olha, por exemplo, o que acontece com a dengue. Geralmente, nas áreas urbanizadas, você tem uma taxa de dengue muito menor. Não deixa de ter, mas é menor. Quando você olha as favelas, essas aglomerações no Rio de Janeiro, em São Paulo ou em qualquer lugar do Brasil, esses locais concentram uma quantidade gigantesca de pessoas num espaço minúsculo. Isso vai facilitar muito a transmissão. Um mosquito vai picar 20, 30 pessoas e passar a dengue porque estão muito pertinho umas das outras. Não há recolhimento de lixo adequado, isso facilita água parada. A questão do saneamento básico é horroroso. Mesmo em águas sujas, o Aedes consegue se multiplicar. São áreas críticas para transmissão da doença.
Também são críticas para a criminalidade, para o tráfico de drogas, para doenças diarreicas, para tudo. A gente precisaria fazer um investimento. São 11 milhões de pessoas no Brasil que vivem nas favelas. Quero ver um PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] das favelas. Algum governante que tenha coragem de fazer isso. Para que você possa urbanizar. Não precisa deslocar a população para fora. Você vai urbanizar aquilo ali. Talvez tenha que desapropriar uma pequena quantidade de pessoas, mas passar ruas, saneamento básico, coleta de lixo, organizar o espaço urbano de forma que você possa fazer ações de saúde, larvicida, passar fumacê. Hoje em dia, se você tem um surto em qualquer favela do Brasil, você não consegue subir com o fumacê, passar larvicida. Não consegue fazer nada. Isso sim é atuar nas causas raízes dos problemas.
Candidatos que solicitaram isenção da taxa de inscrição no Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) já podem conferir se os pedidos foram aceitos. A consulta ao resultado deve ser feita no próprio site de inscrições do concurso.
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos informou que foram aceitos, ao todo, 517.468 pedidos. Têm direito à isenção pessoas que estão no CadÚnico, fazem ou fizeram ensino superior pelo Programa Universidade para Todos (Prouni) ou Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies), além de doadores de medula óssea.
A pasta recebeu, até a última sexta-feira (26), 662.018 pedidos de isenção da taxa de inscrição, o que leva a um índice de 78,17% dos pedidos aceitos. Os demais candidatos que tiveram o pedido inicial negado têm até esta terça-feira (30) para recorrer. A análise dos recursos será feita até o dia 5 de fevereiro. O resultado final será publicado em 6 de fevereiro.
Os candidatos cujos recursos forem negados terão até 9 de fevereiro, último dia de inscrição no certame, para efetuar o pagamento da inscrição e concorrer a uma das 6.640 vagas ofertadas pelos 21 órgãos que aderiram ao concurso.
A Copa do Brasil, a competição mais democrática do futebol nacional, está prestes a começar. E a região Nordeste está representada por 25 times, que vão conhecer, na próxima terça-feira (30), às 15h (horário de Brasília), seus futuros adversários. Ao mesmo tempo, serão sorteados os confrontos da primeira fase, que envolve 80 clubes de diferentes divisões. O sorteio será na sede da CBF, no Rio de Janeiro, e terá transmissão ao vivo online. A primeira fase está prevista para iniciar em 21 de fevereiro.
A Copa do Brasil é um torneio que reúne clubes de todo o país, desde os grandes favoritos até os pequenos desconhecidos. A competição tem um formato mata-mata, em que os times se enfrentam em jogos eliminatórios. A cada fase, novos clubes entram na disputa, até chegar à final, que será em dezembro.
Neste ano, a Copa do Brasil terá 92 participantes, sendo que 12 deles já estão garantidos na terceira fase. São eles: Palmeiras, Flamengo, Atlético-MG, Grêmio, Botafogo, Bragantino, Athletico-PR, Vitória, Fluminense, São Paulo, Ceará e Goiás. Esses clubes são os que disputaram a Libertadores, a Sul-Americana ou foram campeões de outras competições nacionais em 2023.
Como será o sorteio da primeira fase
Para definir os confrontos da primeira fase, a CBF dividiu os 80 clubes em oito potes, de acordo com o Ranking Nacional de Clubes (RNC). Os potes A, B, C e D contêm os 40 clubes mais bem colocados no ranking, enquanto os potes E, F, G e H contêm os 40 clubes restantes.
O sorteio será feito da seguinte forma: um clube do pote A enfrentará um clube do pote E, um clube do pote B enfrentará um clube do pote F, e assim por diante. Os clubes dos potes A, B, C e D terão a vantagem de jogar fora de casa e de se classificar com um empate. Os clubes dos potes E, F, G e H terão o benefício de jogar em casa, mas precisarão vencer para avançar.
Os confrontos da primeira fase serão em jogo único, sem a disputa de pênaltis. Em caso de empate, o clube visitante se classifica. Os vencedores passarão para a segunda fase, que também será em jogo único, mas com a possibilidade de pênaltis. Na segunda fase, os mandos de campo serão definidos no mesmo dia do sorteio da primeira fase.
Torneio mexe com todo o Brasil
A Copa do Brasil é uma competição que mexe com o coração dos torcedores brasileiros. É uma oportunidade de ver clubes de diferentes regiões e divisões se enfrentando em busca de um título nacional. É também uma chance de ver novos talentos surgindo e surpresas acontecendo.
O sorteio da primeira fase será na próxima terça-feira (30), às 15h (horário de Brasília), na sede da CBF, no Rio de Janeiro. O sorteio terá transmissão ao vivo online. A princípio, a primeira fase começa em 21 de fevereiro.
Quem são os times do Nordeste na Copa do Brasil 2024?
As inscrições para o Programa Universidade Para Todos (Prouni) do primeiro semestre de 2024 começam nesta segunda-feira (29). O prazo segue até a próxima quinta-feira (1º) e elas são feitas exclusivamente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.
Essa edição do programa vai ofertar 406.428 bolsas — sendo 308.977 integrais, o que representa 76% do total oferecido, e 97.451 parciais (50%) , distribuídas em 15.482 cursos de 1.028 instituições participantes.
Para se inscrever é preciso ter realizado pelo menos uma das duas últimas edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e ter alcançado, no mínimo, 450 pontos de média nas notas das cinco provas do exame.
Redação do Enem
Além disso, o estudante não pode ter tirado zero na prova de redação do Enem e nem ter participado do exame na condição de treineiro.
O processo seletivo terá duas chamadas sucessivas. Os resultados com a lista dos candidatos pré-selecionados estarão disponíveis no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior em 6 de fevereiro e em 27 de fevereiro.
O programa
O Prouni oferta bolsas de estudo, integrais e parciais (50% do valor da mensalidade), em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições de educação superior privadas.
O Teresina Shopping traz mais uma exposição ao Espaço Cultural. De 29 de janeiro a 12 de fevereiro é possível conferir as fotografias do produtor audiovisual e documentarista Grax Medina. Grax é um homem transmasculino, brasileiro naturalizado, nascido em Acapulco, México. Como documentarista, Grax foi diretor e produtor dos documentários “Transdoc” (2020) e “História da Parada da Diversidade de Teresina” (2022). Em 2023, foi um dos curadores da exposição “R(e)xistências Trans” no Espaço Cultural do Teresina Shopping. O shopping tem o propósito de incentivar e investir constantemente em espaços culturais abertos ao público que proporcionem experiências diversas. Os clientes do Teresina Shopping podem visitar a exposição localizada no Piso L1, próximo a loja Marisa de 10h às 22h. Roda de Conversa Na quarta-feira (31), acontece uma roda de conversa, às 19h, com o tema: “México-Brasil: o olhar de Grax na produção de conteúdo”, com Grax medina e a mediação de Douglas Machado.