Advogado Jefferson Moura é condenado a mais de onze anos por estupro de diarista

Advogado Jefferson Moura Costa (Foto: reprodução)

O advogado Jefferson Moura Costa foi condenado a 11 anos e 3 meses, em regime fechado, pelo crime de estupro contra uma diarista. A decisão é do o juiz João Antônio Bittencourt
Braga Neto, da 3ª Vara Criminal de Teresina.


O advogado foi preso em julho deste ano, após ser denunciado por uma mulher contratada por ele para fazer uma faxina em sua residência. A empregada doméstica foi atacada por Jefferson dentro do apartamento. Para fugir do advogado, ela pulou da varanda do local. Ele
foi preso em flagrante pela Polícia Civil.

Durante o julgamento da semana passada, o juiz João Antônio Bittencourt Braga Neto confirmou a manutenção da prisão do condenado. O réu não pode recorrer da sentença
em liberdade.

A 26ª Promotoria de Justiça foi o órgão do Ministério Público responsável por elaborar a denúncia oferecida ao Poder Judiciário. A instrução no processo ficou a cargo da 50ª Promotoria de Justiça. O promotor de Justiça Charles Almeida é o atual responsável pelos dois órgãos de execução.


O julgamento se deu em menos de 05 meses, com o acompanhamento do Ministério Público em todas as fases do processo para garantir a celeridade e a aplicação da lei penal.


Entenda o caso
O advogado Jefferson Moura Costa, de 45 anos, foi preso na própria residência na zona leste de Teresina, suspeito de estuprar uma mulher. O advogado foi denunciado pela
própria vítima em 14 de julho.


Conforme depoimento da vítima, o crime teria ocorrido em um apartamento na zona leste da cidade. A vítima trabalhava como doméstica na casa do advogado, segundo a polícia.


“Ele estava em casa, quando foi detido e levado para a Central de Flagrantes. A vítima, também foi levada para a Central e foi ouvida. Posteriormente, encaminhados para a
Delegacia da Mulher”, disse o delegado Canabrava, titular do 12º distrito policial ao Portal AZ.


Após o crime, a vítima acionou o 5º Batalhão da Polícia Militar e em seguida foi a uma unidade hospitalar para a realização de exames que comprovassem o ato. O delegado
contou ainda que os detalhes de caso foram relatados na Delegacia da Mulher. Jefferson é réu em outros dois processos.


Um deles por ter desferido um tiro que matou um cabo do exército e por ter se envolvido em um acidente na Bahia.

PORTALAZ