O Centro das Indústrias do Estado do Piauí (CIEPI) firmou parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí (IFPI) para promover maior inovação, pesquisas e desenvolvimento tecnológico ao setor industrial do Estado. Ao longo do ano, diversas reuniões têm sido realizadas para tratar sobre o fortalecimento do setor e levar a área acadêmica, com mestres e doutores, para dentro do chão de fábrica. A ação tem também como objetivo a produção de soluções e atendimento às necessidades de modernização e criação de novos produtos industriais.

Andrade Júnior, presidente do CIEPI, acredita na prosperidade da parceria e o incentivo ao desenvolvimento do segmento industrial no Estado. “É preciso ter um forte investimento público na tecnologia, ciência e pesquisa para se ter uma indústria mais pujante e desenvolvida. Estamos com uma parceria muito forte com o Instituto Federal do Piauí, já tivemos diversas reuniões e estamos bem avançados nos diálogos. A ideia é levar os mestres e doutores para as indústrias e acreditamos que essa ação irá contribuir para o desenvolvimento e de inovações no setor”, disse.

O Centro das Indústrias é composto por 130 associados de diversos ramos do setor produtivo industrial do Piauí. A construção civil, dentre os associados, representa cerca de 20% e há participação também do setor de alimentos, indústria metalúrgica, bem como laboratórios de Análises Clínicas. O Pro-Reitor de pesquisa do IFPI, professor doutor José Luís de Oliveira, informou que o Instituto tem muito a contribuir para o desenvolvimento do segmento.

“O IFPI tem 111 anos e é a primeira escola técnica a ser instituída no Piauí. Entendemos e partimos do princípio que não só a academia deve se abrir para o universo da indústria, como a indústria também deve se abrir para o universo acadêmico. O Instituto Federal tem muito a contribuir com o projeto de construção aqui no Estado, tendo em vista que temos 20 campis espalhados em 18 cidades do Piauí e somos a única instituição de pesquisa presente em todas as regiões. Nosso conhecimento acadêmico contribuirá bastante para o desenvolvimento do setor”, declara.